Blog do Linhares

Cadê o dinheiro?

Flávio Dino sumiu com R$ 700 milhões do Fundo de Combate à Pobreza em 2020

Denúncia foi feita pelo deputado César Pires (PV-MA). Recursos foram sacados em 2020, ano em que a pobreza no estado aumentou e a pandemia arruinou a economia

Em sessão virtual realizada hoje (16), o deputado César Pires (PV) questionou o destino dado a R$ 711 milhões do Fundo Maranhense de Combate à Pobreza (FUMACOP). Os recursos foram arrecadados em 2020 segundo relatório do Banco do Brasil. Para o parlamentar, o uso dessa verba tem sido inadequado, já que o IBGE vem demonstrando o crescimento da pobreza no Maranhão.

“Um levantamento do Banco do Brasil mostra que o Fumacop arrecadou, em 2020, R$ 711.260.829,09. E que, em 11 de fevereiro deste ano, havia somente R$ 21 milhões em caixa. Teve dia que foram retirados R$ 20 milhões de uma só vez”, disse César Pires.

O parlamentar questionou os secretários da Fazenda e do Planejamento de que forma esses recursos foram gastos, considerando que a pobreza só aumentou em nosso estado, nos últimos anos.

César Pires também pretende saber do secretário da Fazenda quais são os tributos que geram os recursos do Fumacop, a exemplo do ICMS sobre os combustíveis.

Eficiente em sua função parlamentar, César Pires já anteviu que o governo irá justificar o saque de R$ 700 milhões do Fumacop foram gastos em restaurantes populares. Caso as suspeitas de Pires se concretizem, o governo terá que explicar o destino dos recursos que poderiam ter produzido cerca de um milhão de refeições todos os dias por um ano inteiro.

Deputado César Pires tem se notabilizado por opinião responsável na Assembleia Legislativa

Apesar disso, Pires ainda afirmou que a medida, tida de forma única, não seria eficaz no combate à pobreza. “Os dados da PNAD Contínua mostram que geração de emprego e renda é o que tira as famílias da pobreza. Facilitar o acesso a alimentação diária ajuda, mas não acaba com a miséria em que vivem milhares de pessoas”, enfatizou o deputado.

César Pires sua participação na sessão de hoje justificando a preocupação com o gasto dos recursos do Fumacop. “É preciso criar as condições de trabalho e renda, garantir educação de qualidade para que as famílias possam sair da pobreza. E o que vemos é que, embora gastando milhões, o governo estadual não está reduzindo a miséria no Maranhão. O dinheiro do Fumacop está sumindo e a pobreza aumentando, segundo o IBGE. Por isso a nossa preocupação e o motivo de pedirmos esclarecimentos aos secretários de Fazenda e de Planejamento”, concluiu.

Alema

Wendell Lages institui Semana Estadual de Defesa do Consumidor

Um dos objetivos do deputado é divulgar as disposições do Código de Proteção e Defesa do Consumidor, orientando e conscientizando o consumidor sobre seus direitos

Com o objetivo de conscientizar toda população maranhense e renegociar dívidas de uma forma segura, justa e mostrar os seus direitos como consumidor, o deputado estadual Wendell Lages (PMN) instituiu a Semana Estadual de Defesa do Consumidor.

Segundo dados do Banco Central e da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o endividamento das famílias bateu recorde no ano passado em meio à pandemia de Covid-19.

“Temos hoje uma média de famílias endividadas bem superior a anos anteriores, mas isso leva em conta as complicações causadas também pela pandemia atual que vivemos. Empresas precisaram suspender funcionários e esses, em grande parte, buscaram ajuda do auxílio emergencial e empréstimos com os bancos, mas infelizmente uma parcela destes, não conseguiram cumprir com os pagamentos. É dessa forma que pedimos à população para buscarem as empresas e o Procon/MA, por exemplo, para aproveitarem a semana e negociarem suas dívidas para limpar o nome. Hoje, por conta também da pandemia, muitas negociações estão sendo realizadas de maneira on-line”, disse o deputado.

Professor da UFMA prega discurso de ódio nas redes sociais

Em surto colérico, Alexandre Buhaten afirmou que “existência” de pessoas que discordam dele é barreira para o crescimento do país.

O professor da Universidade Federal do Maranhão, Alexandre Buhaten, teve um surto colérico nas redes sociais e afirmou que “a existência” das pessoas que discordam dele é uma barreira para o país.

O surto do “professor” aconteceu após o titular do blog levantar a discussão sobre a revolta de uma empresária de restaurante da capital demonstrar contra as carreatas do último dia 14 de março em São Luís. Disse: “O que será que passa na cabeça das pessoas para se juntarem na rua pedindo liberdade para ir e vir?”. E prosseguiu: “Eles vão pra rua pedir morte? É isso que entendi? Eles querem cadáveres pelas calçadas?”.

A íntegra da publicação pode ser acessada aqui.

O discurso de ódio aconteceu após o seguinte comentário: “Sabe o que é loucura? Pessoas pedindo o direito de ir e vir revoltam mais do que um ladrão que roubou bilhões. O Brasil não tem a mínima chance de dar certo”.

De forma abrupta e completamente transloucada, o “professor” Alexandre Buhaten afirmou que o Brasil não dá certo por pessoas, como eu, existirem. E prosseguiu com agressões completamente desconexas de qualquer tipo de argumento.

Discurso do ódio do professor revela que, talvez, ele acredite que a “inexistência” de quem pensa diferente deve ser uma meta. Ódio?

Ao ser confrontado por sua reação destemperada e com o fato de que uma pessoa pode ter medo da pandemia e, ao mesmo tempo, não desprezar o fato do ex-presidente Lula ser um ladrão, Alexandre apenas debochou.

É claro que a situação não irá acarretar nenhum constrangimento a Alexandre. Afinal de contas, ele faz parte da patota que tem o direito de pregar contra a existência alheia. Faz parte do bonde que pode monopolizar o ódio.

Já eu, se tivesse respondido no mesmo tom…

Coisas da vida.

Fora, Xerife!

Documento contra Alexandre de Moraes atinge 2 milhões de assinaturas

Adesão de brasileiros por impeachment de Alexandre de Moraes deve entrar para a história como a mais rápida da internet no planeta

O comentarista político Caio Coppolla criou ontem (15) um abaixo-assinado virtual para pressionar o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), a pautar o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Menos de um dia após a criação da peça, o documento já contava com a adesão de mais de 2 milhões de brasileiros.

O abaixo-assinado pede apuração de “robusta denúncia por crimes de responsabilidade praticados por esse ministro do STF [Alexandre de Moraes], protocolada pelo senador Jorge Kajuru [Cidadania-GO]”.

O documento também requer a  instauração da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Tribunais Superiores, popularmente conhecida como “CPI da Lava Toga”, para investigar condutas, desvios operacionais e violações éticas por parte de membros do Judiciário.

A petição, que pode ser acessada neste link.

Sensatez

Othelino Neto e o sopro de racionalidade na política local

Presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão pregou aquilo que todo político do estado deveria seguir: a hora é de enfrentar o coronavírus, não de fazer campanha para 2022.

Enquanto 99% da classe política não consegue entrar no sono mais profundo sem pensar nas eleições de 2022, o presidente da Assembleia, Othelino Neto (PCdoB), rema na direção contrária. Para ele, o momento é de manter esforços voltados para a luta contra a Covid-19.

Em um estado em que o governador não faz absolutamente NADA sem pensar na eleição vindoura, as declarações do presidente do Legislativo Estadual soam como um sopro de racionalidade.

O fato é: a classe política maranhense está completamente desunida na luta contra essa pandemia. O governador Flávio Dino, que tanto cobra liderança de Jair Bolsonaro, não lidera nem mesmo sua equipe. E os conflitos entre o que diz Dino no Twitter e o que prega Carlos Lula, o secretário de saúde, na televisão provam isso.

O Maranhão não tem um líder nessa pandemia porque o governador está muito ocupado em fazer oposição a Jair Bolsonaro.

Othelino, se quisesse, poderia ser este líder. Resta saber se o corporativismo partidário fala mais alto.

Aposto meu diploma como o maior hospital de campanha desse estado, bancado por deputados estaduais e federais, seria levantado em poucas caso todos se unissem para isso sob a batuta de um verdadeiro líder.

Covarde

Felipe Neto é intimado pela polícia após caluniar Presidente da República

Adolescente, que debochou da prisão de Daniel Silveira (PSL-MA) por ataques contra o Judiciário, está com medo de responder por ataques contra Executivo

O youtuber e agitador social Felipe Neto foi intimado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro intimou, nesta segunda (15). O adolescente foi enquadrado na lei de “crime contra segurança nacional”. Felipe Neto acusou Jair Bolsonaro de ser um genocida (assassino que mata deliberadamente milhões de pessoas de forma direta e ordenada).

Além de Felipe Neto, também foi denunciada a atriz comunista Bruna Marquezine (Republicanos-RJ). O autor da queixa-crime foi aberta pelo vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ).

O adolescente afirmou que a queixa é uma tentativa de silenciá-lo. “A clara tentativa de silenciamento se dá pela intimidação. Eles querem que eu tenha medo, que eu tema o poder dos governantes. Já disse e repito: um governo deve temer seu povo, NUNCA o contrário. Carlos Bolsonaro, você não me assusta com seu autoritarismo. Não vai me calar”

Por um desses acasos do destino, semanas atrás Felipe Neto ironizou a prisão do deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ) que alegou absolutamente a mesma coisa que Neto alega agora.

Ação

Prefeitura de São Luís alinha ações de combate à Covid-19 com vereadores

A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) e a Câmara Municipal de Vereadores de São Luís se reuniram, nesta segunda-feira (15), por videoconferência, para tratar da cobertura vacinal contra a Covid-19, as providências tomadas para o combate ao coronavírus na capital, além de outros assuntos como a reforma e ampliação de unidades de saúde e incremento de serviços. 

Em sua participação, o secretário da Semus, Joel Nunes, enfatizou que a gestão do prefeito Eduardo Braide tem feito vários esforços para enfrentar a doença, com importantes ações, como a inclusão de 120 novos leitos para a Covid, mas que a situação ainda é considerada grave na capital. O titular da pasta informou ainda que mais 10 leitos (deste total de 120) serão entregues nesta terça-feira (16) em parceria com o Hospital Universitário Presidente Dutra, destinados para atendimento de casos mais graves da doença. 

Sobre a vacina, o titular da Semus confirmou que, até o momento, a cidade recebeu 82 mil doses e, destas, 77 mil já foram aplicadas. “Nossa campanha ocorre em um ritmo mais do que satisfatório. A questão é que não há oferta de doses suficientes para que a cobertura vacinal seja maior. Por isso, o Município trabalha para a compra via Consórcio das Prefeituras”, disse. 

Os vereadores, por sua vez, garantiram o encaminhamento de emendas específicas para o uso de compra de imunizantes que se somarão ao orçamento próprio da Prefeitura para a aquisição de doses.

O secretário Joel Nunes destacou ainda a importância do programa Estratégia Saúde da Família, que identifica pessoas, em especial idosas e que, porventura, não tenham acesso à internet para efetivarem o cadastro na plataforma de vacinação do Município.”Iniciamos este trabalho com a anuência do prefeito Braide, fazendo contato prévio e agendamento da vacinação deste público”, afirmou. 

O presidente da Mesa Diretora da Câmara de São Luís, vereador Osmar Filho, destacou a importância da união dos poderes neste momento. “Trata-se de uma crise sem precedentes e toda união é necessária neste momento para derrotarmos este vírus. Por isso, é importante o esforço do Legislativo para destinação de recursos para a ampliação de leitos e outros serviços”, concluiu.

Oposição

Governador do Paraná dá lição em Flávio Dino, diz Edilázio Jr.

Deputado federal Edilázio Jr

O deputado federal Edilázio Júnior (PSD) usou as redes sociais para cobrar do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), que siga o exemplo do chefe do Executivo do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), no que se refere à cobrança de impostos.

De acordo com Ratinho, não há aumento de impostos há alguns anos estado do sul brasileiro. Para o parlamentar maranhense, trata-se de uma verdadeira lição ao comunista, que já aumentou o ICMS no estado três vezes desde que assumiu o cargo, em 2015.

“O governador do estado do Paraná, que também é do PSD, dá um exemplo a Flávio Dino com a não autorização do aumento de impostos sobre combustíveis, algo bem diferente do que acontece no Maranhão. Durante o mandato do comunista, já tivemos três aumentos. Absurdo”, enfatizou, Edilázio. 

Parceria

André Fufuca destina recursos para educacão em Peritoró

Fufuca e Dr Júnior: parceria por Peritoró

O deputado federal André Fufuca (PP), destinou duas emendas parlamentares ao município de Peritoró. Os recursos irão beneficiar diretamente a educação do município, sendo destinados para a aquisição de um ônibus escolar e equipamentos de ar condicionado para a climatização de salas de aula das escolas.

O prefeito Dr. Júnior agradeceu e destacou a iniciativa do deputado federal em viabilizar os recursos, ressaltando que a educação precisa cada vez mais de vontade política e aporte financeiro para que possa ser oferecida com qualidade à população.

“Quero agradecer ao deputado federal André Fufuca por essas emendas, que serão tão necessárias para a nossa educação. É um parlamentar muito atuante, presente e que presta um serviço de suma relevância para nossa região. Essa união de forças nos ajuda a continuar trabalhando com toda motivação para melhorar a educação de Peritoró, dar conforto para nossas crianças, além de estruturar a prestação de serviço público do município para todas as pessoas”, agradeceu o prefeito.

PEC

Aluísio Mendes impede paralisação de progressões e promoções do serviço público na pandemia

Deputado federal Aluísio Mendes (PSC-MA)

A Câmara Federal aprovou em segundo turno nesta semana a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) Emergencial. A proposta inicial previa a paralisação de progressões e promoções de carreira durante o período que compreendesse o corte de gastos pelo Governo Federal. Aluisio Mendes (PSC-MA) apresentou emenda que manteve os benefícios dos trabalhadores.

“Conseguimos consenso para que o auxílio emergencial seja financiado com créditos extraordinários ficando fora do teto de gastos. Nosso desafio é garantir o suprimento de necessidades básicas da população impedida de trabalhar pela pandemia, mas também precisamos assegurar a governabilidade do país”, analisou Aluisio Mendes.

A PEC permite ao Governo Federal o pagamento do auxílio emergencial em 2021 por fora do teto de gastos do orçamento e do limite de endividamento do governo federal. O limite de gasto com o benefício é de R$ 44 bilhões e deve beneficiar trabalhadores informais atingidos pela pandemia de Covid-19

A PEC estabelece também uma série de medidas de controle de gastos públicos para União, estados e municípios e Distrito Federal.

Após a aprovação do texto-base da PEC, os parlamentares analisaram onze destaques ao texto base, um deles, de autoria do deputado Aluisio Mendes, que excluiu a proposta que retirava dos servidores públicos o direito à progressão e promoção de carreira durante o período de corte de gastos pelo Governo Federal. O autor do destaque comemorou a aprovação:

“Essa vitória não é apenas das forças de segurança pública, inicialmente a razão que nos mobilizou a defender o destaque, mas de todos os servidores públicos do nosso país. Parabéns ao presidente Bolsonaro por reconhecer o valor e a meritocracia dos servidores que se qualificam para progredir na carreira e servir melhor ao nosso país”, comemorou o deputado.

O parlamentar prosseguiu o discurso agradecendo também a mobilização da bancada da Segurança Pública, grupo de trabalho que se mobilizou para apresentar o destaque e proteger a progressão e promoção dos servidores públicos. O destaque dos servidores públicos teve a maior votação, foram 448 a favor e apenas 18 contra, um poio de quase todos partidos.

Deu ruim

Lava Jato foi golpe da esquerda (PSDB) contra a esquerda (PT) que deu certo para o Brasil ao dar errado para ambos

Sergio Moro e Deltan Dallagnol minimizam decisão de Fachin que pode implodir operação capitaneada pelos dois. Postura dos dois mostra que resultado da operação (queda do PT e ascensão da direita conservadora) não era o esperado. Sendo assim, melhor que tudo seja desfeito.

As declarações de Sérgio Moro e Dental Dallagnol minimizando os efeitos devastadores da decisão do ministro Edson Fachin na Lava Jato são apenas um capítulo da série de ações que levanta uma grave suspeita contra a Lava Jato. A operação pode ter sido orquestrada desde o início para levar tucanos à Presidência da República. Ao longo do caminho deu errado ao dar certo e acabou fazendo a direita chegar ao poder.

NEGAÇÃO DO PRÓPRIO TRABALHO

Tanto Moro quanto Deltan fingem não enxergar o óbvio: a Operação Lava Jato foi alvejada de morte por Fachin. Deltan, sempre tão agressivo em suas declarações, portou-se com uma passividade incomum ao comentar a decisão. Disse que a forma como Fachin trata a operação, caso seguida pelos demais ministros, levaria a Lava Jato “mais longe”.

A soltura de Lula pode desencadear uma série de anulações que irá acabar com a Operação. O que deveria ser recebido, no mínimo, com temor está sendo tratado com naturalidade. Por que?

Sergio Moro também saiu em defesa do ministro que anulou seis anos do seu trabalho na operação. Disse que aos insatisfeitos não cabe qualquer protesto, apenas “recursos”. Recorrer ao STF após ele destruir a operação para que ele salve a operação? É sério?

As mensagens vazadas no Operação Spoofing revelam o empenho do Ministério Público em colocar a quadrilha de ladrões chefiadas por Lula na cadeia. A situação foi usada por petistas para chancelar a tese de que a força tarefa estaria à serviço de Jair Bolsonaro.

No entanto, o desprezo de Dallagnol e de seus comandados por Jair Bolsonaro também é evidente nas mensagens. O procurador refere-se a Bolsonaro como “Bozo” em diversas ocasiões.

O mesmo peso das palavras usadas contra o Lula, PT e Bolsonaro não era visto contra o PSDB. Pelo menos até agora. Dessa forma, não é errado imaginar que desde o começo a Lava Jato foi uma operação tutelada por esquerdistas contra esquerdistas que acabou implodindo ambos os lados e ajudando Bolsonaro a chegar ao poder. Agora os mesmos esquerdistas que se digladiavam estão unidos para exterminar a operação e transformar no seu maior alvo, o ex-presidente Lula, no salvador da esquerda nacional.

Fracos

Com Lula ou sem Lula, PT continuará sendo insignificante no Maranhão

Apesar da força de Lula no passado, partido no Maranhão sempre foi e sempre será um amontoado de oportunistas e picaretas conhecido pela irrelevância.

O jornalista Gilberto Léda noticiou recentemente que o PT “prepara uma nova ofensiva sobre o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB)”. A intenção dos petistas é aproveitar o fortalecimento de Lula após a decisão do ministro Edson Fachin, do STF, que anulou as condenações do ex-presidente. O ato consistiria na busca de mais cargos na gestão estadual e no estancamento da decadência no partido.

O PT comanda atualmente duas secretarias: Trabalho e Economia Solidária, com Jowberth Frank, e Direitos Humanos, ocupada por Francisco Gonçalves.

Pois bem, a fragilidade do partido no estado não é novidade para ninguém que acompanha a política. Mesmo que Lula tenha tido no passado um de seus maiores currais eleitorais no estado, isso não se traduziu em força para a representação local do PT.

O partido sempre foi aliado ao governo da vez e nunca teve identidade que ultrapassasse sindicatos de agitadores sociais parasitados por ladrões que viviam às custas do imposto sindical.

O caráter folclórico do partido pode ser identificado com outra constatação: por anos o maior nome da legenda foi o deputado federal Domingos Dutra, um político débil e circense.

A tese de que o PT maranhense pode se aproveitar da artimanha jurídica que tornou Lula elegível temporariamente expressa apenas desejo de vontade.

Com Lula ou sem Lula, a legenda no estado continuará sendo um regimento de abestados, salafrários e derrotados.