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Certeza

Flávio Dino deixará governo em 2022 para enfrentar Bolsonaro

Veja os pontos que reforçam a certeza de que o comunista disputará Presidência da República em 2022

O governador comunista Flávio Dino (PCdoB) afirmou em entrevista que provavelmente deixará o governo para disputar as eleições em abril de 2022. O prazo é determinado para todos os gestores que pretendem disputar cargos nas próximas eleições. Pois bem, a lógica e a história indicam que Flávio Dino segue firme em seu projeto de tornar-se a grande liderança de esquerda no país. E esse plano passa, necessariamente, pela candidatura a presidente da República. Veja os pontos cruciais que reforçam a tese de que o comunista será candidato a presidente do país.

HISTÓRIA: Flávio Dino foi eleito deputado federal em 2006 pelo ex-governador Zé Reinaldo Tavares. Ganhou um mandato de presente, uma vez que não morava no Maranhão e teve votos em cidades em que sequer pisou. Dois anos após entrar pelas portas dos fundos na política, Dino tentou ser prefeito de São Luís. Foi ao 2º turno e quase vence. Em 2010 trabalhou duramente para desacreditar Jackson Lago, expulsá-lo da política e tomar seu lugar como líder da oposição. Foi o principal disseminador da notícia falsa de que Jackson estava inelegível. Roseana Sarney venceu no primeiro turno, mas Flávio Dino terminou em segundo lugar e conseguiu assumir o lugar de anti-sarney.

OBSTINAÇÃO: Em 2012, com uma eleição praticamente ganha para prefeito de uma capital, Dino declinou da campanha e escolheu Edivaldo Holanda Jr como candidato. Muitos consideraram a manobra como arriscada por trocar a eleição certa naquele ano por um sonho em 2014. Flávio Dino poderá ter se tornado prefeito de uma capital com apenas SEIS ANOS de vida pública. Preferiu seguir o plano de ser governador.

DESAPEGO: Apesar de ser ter vida política meteórica, Dino mostra ser um político extremamente paciente. Ficou sem mandato em 2010 e deixou de ser prefeito em 2012. Ficou quatro anos sem mandato, o que é impensável para um político.

ARTICULAÇÃO: Nos últimos dois anos o governador tem trabalhado incessantemente pela criação de um novo partido de esquerda. Ciente de que o velho modelo foi destruído pela corrupção e pela Operação Lava Jato, Dino tenta unir PSB e PCdoB em uma legenda renovada que deixe para trás os símbolos que caíram em desgraça com o eleitorado. Além disso, o segundo mandato de Flávio Dino é muito mais caracterizado por uma tentativa de nacionalizar o próprio nome do que de cuidar da política regional. Tanto que 2020, pelo prisma político, foi um ano de fracasso retumbante.

OPORTUNIDADE: Em 2022 a política brasileira passará por uma renovação. Nomes como Marina Silva, Ciro Gomes e Lula devem ser definitivamente enterrados. Assim como viu que em 2010 havia a chance de substituir Jackson Lago, Flávio Dino sabe que uma candidatura nas próximas eleições fatalmente deve acabar em derrota eleitoral. Contudo, caso saia dessas eleições como referência nacional da esquerda, a missão terá sido cumprida. E Flávio Dino sabe que não existe vácuo em política. SE não for ele, pode ser outro. E se não for ele em 2022, muito dificilmente será em 2026 (ano em que a esquerda deve começar a ressuscitar eleitoralmente).

EGO: A vaidade de Flávio Dino é conhecida até pelo mais entusiasta de seus aliados. O comunista se acha superior. Ocupar o cargo de senador seria apenas ser mais um entre outros 80. Ser líder da esquerda nacional é, para um ególatra como Flávio Dino, é indiscutivelmente mais valoroso do que ser mais um parlamentar no congresso.  

Pois bem, Flávio Dino não será deputado estadual e nem federal. Candidatar-se ao Senado seria apenas seguir a lógica corriqueira d apego a cargo que ele já demonstrou não seguir.

A única possibilidade de termos um Flávio Dino candidato ao Senado é um Flávio Dino deixando de ser Flávio Dino.

Legislativo

Osmar Filho atropela Duarte Jr e consolida reeleição na Câmara

Tentativa de articulação na Câmara Municipal por Duarte Jr para transformar Legislativo Muncipal em ponto de resistência contra Braide foi atropelada pelo vereador Osmar Filho (PDT)

Poucas semanas atrás o deputado e candidato derrotado nas eleições de São Luís fez uma reunião com vereadores eleitos no Palácio dos Leões. A meta era lançar uma chapa para a Presidência da Câmara Municipal de São Luís e transformar a casa em uma espécie de pedra no sapato da futura gestão de Eduardo Braide. Em sua primeira empreitada como articulador no confronto com o vereador Osmar Filho (PDT) o deputado não deu nem para “o cheiro”.

Na fatídica reunião Duarte pediu ao vereador Paulo Victor (PCdoB) que enfrentasse Osmar Filho. Menos de 24 horas após a estratégia de Duarte ser exposta, seu candidato declarou voto a Osmar.

Nesta terça foi a vez do vereador Astro de Ogum, também do PCdoB, confirmar o apoio à reeleição de Osmar.

O atual presidente deve ser aclamado por unanimidade na próxima eleição para a mesa diretora da Câmara Municipal e gabaritar-se como grande liderança política da capital.

Já Duarte Jr, sem o apoio do Palácio dos Leões, do vice-governador e do deputado Josimar de Maranhãozinho demonstrou que não coloca medo em ninguém.

Eleições 2022

Anúncio de Flávio Dino fortalece Carlos Brandão

Com saída de Flávio Dino para disputar eleiço, Brandão deve assumir governo do estado e fortalecer projeto eleitoral em 2021

O governador Flávio Dino anunciou hoje, em diálogo com o jornalista Clóvis Cabalau durante entrevista no Bom Dia Mirante, que deve deixar o governo em abril de 2022. Flávio Dino irá disputar cargo eletivo nas próximas eleições e impedimentos legas o impedem de continuar no cargo. A notícia fortalece a pré-candidatura de Carlos Brandão (Republicanos) uma vez que o governador no período eleitoral deve ser o próprio Brandão.

Com o “poder da caneta” em mãos Brandão se torna automaticamente o favorito na disputa.

Flávio Dino ainda disse que pretende ajustar toda a composição política de 2022 já em 2021 para evitar as disputas internas que aconteceram em 2022.

O fato é que em abril de 2022 o Maranhão estará livre de Flávio Dino.

Flávio Dino governador

Doentes são obrigados a comprar remédios em hospitais públicos no Maranhão

Reportagem do jornalista Daniel Matos revela que pacientes maranhenses estão tendo que comprar remédios mesmo sendo atendidos em hospitais da rede pública.

Os quase R$ 700 milhões recebidos pelo Governo do Estado pelo Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus SARS-CoV-2 (Covid-19) parecem não ter sido o suficiente para garantir o enfrentamento da pandemia no estado. Com dezenas de milhões gastos até o momento, segundo o Portal da Transparência da Secretaria de Estado da Saúde, o governo Flávio Dino (PCdoB) parece não estar aplicando adequadamente toda essa verba. Um forte indício de má gestão dos recursos são os pedidos feitos por hospitais da rede estadual para que as famílias de pacientes internados com o novo coronavírus comprem remédios por conta própria. A situação atinte até mesmo pacientes nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

Um dos hospitais do Estado que têm cobrado de familiares dos doentes para adquirir remédios que o governo deveria fornecer na pandemia é o Genésio Rego, situado na Avenida dos Franceses, no bairro Vila Palmeira. Detalhe: na unidade são cada vez mais frequentes os casos de pacientes que contraem bactérias durante o período de internação, agravando o quadro clínico de quem já sofre com sintomas graves e, em determinados casos, extremamente letais.

Um dos episódios mais recentes foi de um homem de 59 anos internado e intubado na UTI para tratamento da Covid-19, cuja família foi contactada, no último fim de semana, para que providenciasse com meios próprios o remédio Prosso, usado para reposição de cálcio no organismo. A solicitação veio depois que a equipe médica constatou uma infecção por bactéria no paciente. De pronto, os parentes se mobilizaram e atenderam o pedido do hospital.

A medida do Genésio Rego soa estranha e ao mesmo tempo despropositada, uma vez que existem verbas oriundas de fontes federais, estaduais e até de doações para custear o enfrentamento à Covid-19, incluindo a cobertura dos gastos com a manutenção dos leitos, salários de profissionais de saúde, compra de medicamentos e outras despesas inerentes à pandemia.

Reforça a suspeita de má aplicação dos recursos destinados a prevenir e combater o novo coronavírus no Maranhão o fato de os servidores dos hospitais estaduais permanecerem calados ao serem questionados por familiares dos doentes sobre os pedidos de compra dos remédios. Sem conseguir explicar por que a própria unidade de saúde não fornece os medicamentos, recepcionistas, técnicos de enfermagem e até profissionais graduados, como médicos, enfermeiros e assistentes sociais, não conseguem esconder o constrangimento com a situação.

Drama

Em meio à medida polêmica do sistema estadual de saúde de transferir às famílias a obrigação de custear medicamentos aos pacientes internados para tratar a Covid-19, vale mencionar o drama das pessoas que não dispõem de meios para arcar com os gastos com os remédios solicitados pelos hospitais. Nesse caso, a dificuldade financeira pode representar a diferença entre a vida e a morte, se é que isso já não é fato.

Por uma triste ironia, em uma das paredes da recepção do Genésio Rego há uma placa onde se lê, em letras garrafais, a seguinte frase: “O Atendimento do SUS é Gratuito”, algo que no Maranhão comunista está longe de ser verdade, em plena crise da Covid-19.

Bolsonaro que nada

Quem diria: Flávio Dino prepara cancelamento do comunismo no Brasil

Saiba como o governador do Maranhão vai acabar com o uso do termo “comunismo” e banir a foice e o martelo da política partidária nacional para poder favorecer seu projeto político pessoal

Fundado em 1962, o PCdoB está com os dias contatos. A foice e o martelo devem ser, muito em breve, banidos da política nacional. E pode parecer delírio, mas o termo “comunismo” não será eliminado por nenhum direitista, mas por um comunista.

No dia 29 de janeiro o PCdoB lançou uma nova marca, o Movimento 65. Como não poderia deixar de ser, os comunistas mentiram na ocasião do lançamento da nova marca. Disseram que a intenção era “formar uma frente ampla contra Jair Bolsonaro”.

Poucos meses depois, o governador Flávio Dino falou um pouco da verdade. “Temos que adotar uma tática que leve em conta a tática política, marcas etc., porém, sem alterar o conteúdo”, disse. Na mesma entrevista Dino ainda afirmou que a foice e o martelo “são do século 19”.

O Movimento 65 lançado em janeiro não conta com símbolos tradicionais do partido e apresenta predominantemente as cores verde e amarela. O vermelho, cor do comunismo, ficou restrito ao número da legenda.

O fato é que a internet fez a população fugir da prisão educacional brasileira e descobrir do que, verdadeiramente, se trata o comunismo: uma ideologia assassina, totalitária, antidemocrática que arruinou todos os países em que foi implantada.

Sabedor disso, Flávio Dino capitaneia o processo de eliminação do termo da política brasileira. Nos bastidores o que se sabe é que o nanico PCdoB será absorvido pelo PSB. O resultado deve resultar em uma nova legenda, o “Socialista”. O partido iria abrigar o projeto presidencial de Flávio Dino.

O fato é que a cada dia que passa a vaidade, arrogância e absolutismo do governador maranhense se torna mais escancarado: em nome de projetos pessoais ele deve entrar para a história como o homem que cancelou o comunismo na política partidária brasileira.

Futura gestão

Braide anuncia titulares da Assistência Social, Segurança e Patrimônio

Rosângela Bertoldo, Marcos Affonso e Kátia Bogea foram apresentados como membros da futura equipe

O deputado federal e prefeito eleito de São Luís, Eduardo Braide, voltou a usar suas redes sociais na manhã desta segunda (21) para anunciar os nomes de mais três secretários de sua futura equipe de governo. Foram anunciados os titulares da Secretaria Municipal de Segurança com Cidadania, Secretaria Municipal de Assistência Social e Fundação Municipal do Patrimônio Histórico.

Perfil dos secretários

Marcos Affonso – Bacharel em direito pela Universidade da Amazônia. Pós-graduado em Gestão Integrada de Segurança Pública e Criminologia Crítica. Delegado de carreira da Polícia Civil há 22 anos, já foi secretário de Segurança Pública do Maranhão, superintendente de Polícia Civil do interior e da capital, membro da Comissão de Combate ao Crime Organizado, superintendente estadual de Investigações Criminais e delegado Titular do Departamento de Proteção à Pessoa.

Kátia Bogéa – Historiadora formada pela Universidade Federal do Maranhão. Técnica do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional-Iphan por 39 anos, foi superintendente do Iphan no Maranhão e presidente nacional do Iphan. Coordenou o Programa PAC das Cidades Históricas no Brasil. Responsável pelas candidaturas do Tambor de Crioula e do Complexo Cultural do Bumba-Meu-Boi do Maranhão, respectivamente, como Patrimônio Imaterial do Brasil como Patrimônio da Humanidade junto à Unesco.

Rosângela Bertoldo – Assistente social. Especialista em Gestão Pública e Gerontologia. Foi superintendente de Planejamento e coordenadora da Política de Assistência Social da Secretaria de Desenvolvimento Social do Maranhão; Chefe da Assessoria de Monitoramento de Programas do NEPE; Secretária-adjunta e conselheira do Conselho estadual da Mulher. Assistente social da Secretaria de Desenvolvimento do Maranhão, é consultora do Instituto de Desenvolvimento Humano e de Proteção Ambiental, Diretora de Intercâmbio da Associação Nacional de Gerontologia, conselheira do Conselho Municipal de Assistência Social e do Conselho Estadual dos Direitos do Idoso.

Justiça de quem?

Justiça que “obriga vacinação” libera mais de mil presidiários no MA

Lógica jurídica brasileira afirma que não tomar vacina e reunir-se com familiares no Natal coloca em risco a segurança dos outros. Já libertar temporariamente milhares de presidiários para passar o Natal com suas famílias vai deixar a sociedade muito mais segura.

O Judiciário brasileiro passa por sua pior crise em toda a história. Decisões completamente conflituosas tomadas em todas as instâncias revelam que a lei foi subjugada pelo desejo dos homens e mulheres de toga pelo país. Poucos dias após decidir que a segurança dos outros deve obrigar todos a tomarem vacina, a Justiça, pelo menos no Maranhão, decidiu colocar 1.058 presos (muitos deles perigosos) nas ruas.

Entender como a medida pode influenciar na segurança “dos outros” é dificultoso. Entender como esses presos soltos não podem levar a doença para dentro dos presídios quando voltarem, se é que irão voltar, também é uma tarefa digna de mentes brilhantes.

Enquanto cidadãos de bem são obrigados a passar o Natal com suas famílias por meio de videoconferências, as 9h da próxima quarta (23) 1.058 presos terão assegurado o direito de passar o Natal com suas famílias.

Do ponto de vista jurídico, a medida é prevista na Lei de Execuções Penais e tem fundamento na humanização da pena e na manutenção do convívio com o meio familiar, visando contribuir para a reinserção do futuro egresso à sociedade. Com certeza também existe em algum lugar no meio desse pandemônio jurídico alguma lei que permita ao cidadão de bem o direito de ir e vir.

Só que no atual sistema jurídico a coisa funciona assim: o juiz determina o que quiser, diz que foi interpretação e acabou.

“In claris cessat interpretativo” já foi para o saco faz tempo.

Pandemia

Edmar Cutrim testa positivo para a Covid-19

O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão, Edmar Cutrim, confirmou neste domingo (20), que testou positivo para a Covid-19.

O ex-deputado e ex-presidente do TCE informou em Nota que está isolado em casa e sem apresentar sintomas. Veja abaixo.

Nota à imprensa

Informo que após leves sintomas, me submeti ao exame RT-PCR e testei positivo para o novo coronavírus.

Estou em casa, cumprindo isolamento domiciliar e sem apresentar sintomas.
Agradeço a preocupação de todos e sigo cumprindo todas as recomendações médicas necessárias.

Edmar Cutrim, conselheiro do TCE – Tribunal de Contas do Estado do Maranhão

Edmar é pai do juiz Gladston Cutrim e dos deputados Gil Cutrim (federal) e Glalbert Cutrim (estadual).

Conspiração à vista

Felipe Camarão prepara ofensiva contra Carlos Brandão

Camarão acredita que a disputa entre Brandão e o senador Weverton Rocha (PDT) pode abrir a possibilidade de que o governador Flávio Dino (PCdoB) faça a opção por uma terceira via.

Tudo indica que o secretário de Educação, Felipe Camarão (Democratas), deve preparar nos próximos meses algum tipo de estratégia para desgastar o vice-governador Carlos Brandão (Republicanos).

Um vídeo, provavelmente plantado por Camarão, foi disparado em massa nas redes sociais colocando o secretário como sucessor de Flávio Dino. O advogado já é conhecido por este tipo de estratégia (plantar notícias sobre candidaturas) nas vésperas das eleições.

A ação foi vista por alguns políticos ouvidos pelo blog como o início de uma campanha que pode ter como próximo alvo a imagem de Carlos Brandão. Apesar de despontar como principal opção do governador até o momento, o vice-governador é visto como um nome “pesado” e “ruim de voto”. A cada dia que passa eleva-se o temor de que Brandão seja um novo Rubens Pereira Jr e caia em desgraça nas eleições de 2022 como o comunista se desgraçou nas eleições de 2020.

Camarão acredita que a disputa entre Brandão e o senador Weverton Rocha (PDT) pode abrir a possibilidade de que o governador Flávio Dino (PCdoB) faça a opção por uma terceira via.

A possibilidade, inclusive, já foi cogitada pelo senador Weverton Rocha nesta semana. O parlamentar citou o prefeito Edivaldo Holanda Jr como possível nome de consenso.

Dadas todas essas circunstâncias e ao caráter, há conhecido de Felipe Camarão, o embate com Brandão será fatal. Resta saber se será direto (algo que foge do modus operanti do secretário) ou por meio de conspirações.

Ação

César Pires sai em defesa dos servidores da MAPA

Servidores estaduais lotados no órgão Maranhão Parcerias sofrem para aderir ao Programa de Aposentadoria e Desligamento Incentivado (PADI)

O deputado César Pires (PV) voltou à tribuna da Assembleia Legislativa para denunciar a pressão que os servidores estaduais lotados no órgão Maranhão Parcerias (MAPA) estão sofrendo para aderir ao Programa de Aposentadoria e Desligamento incentivado (PADI). Para o parlamentar, falta ao governo Flávio Dino sensibilidade e respeito com funcionários que há muitos anos prestam relevantes serviços à população do Maranhão.

“São cerca de 60 funcionários celetistas de órgãos extintos, como a Emap e a Emater, que hoje estão lotados na MAPA. Pessoas com energia, capacidade e experiência que podem continuar sendo úteis ao serviço público estadual, pois ainda lhes faltam dois ou no máximo cinco anos para ter condições de atender às exigências da lei complementar 152 e poder ter direito a aposentadoria integral”, ressaltou o deputado.

César Pires criticou o presidente da MAPA, Antônio Nunes, que antes era advogado dos servidores que hoje pressiona para que façam a adesão a um programa que lhes será prejudicial. “Um servidor com 70 anos terá muita dificuldade para reiniciar uma carreira profissional. É um governo fascista e perseguidor. É um crime o que querem fazer com essas pessoas, que são qualificadíssimas e muito já serviram ao Estado”, enfatizou.

O deputado apelou ao governador Flávio Dino, para que cumpra o compromisso de dar apoio aos idosos e não permita que funcionários públicos com mais de 70 anos sejam perseguidos e coagidos. “Respeitem essas pessoas. Deixem que elas continuem os seus trabalhos para que possam alcançar a tão merecida aposentadoria”, finalizou César Pires.

Futuro

Prefeito eleito de Rosário deve priorizar habitação

O prefeito eleito de Rosário, Calvet Filho (PSC), irá priorizar a habitação em seus primeiros meses de mandato. Calvet anunciou que pretende erradicar o déficit habitacional na principal cidade da região do Munim.

A proposta de Calvet Filho é contemplar famílias de baixa renda que não possuem moradia. Segundo o futuro prefeito, essas famílias receberiam habitação de alvenaria construída com 100% de recursos públicos do município.

De acordo com levantamento feito pela Secretaria das Cidades, Rosário possui um déficit habitacional de 26%, ou seja, quase 12 mil pessoas não possuem uma habitação digna no municipio.

A iniciativa visa também melhorar os índices sociais, uma vez que casas de alvenaria também diminuem o risco de aquisição de problemas de saúde, principalmente aquelas relacionadas com estruturas de casas de taipa, como a Doença de Chagas, transmitida através do “barbeiro”, uma espécie de bezouro.

Calvet Filho afirma que fará uma gestão de impacto em Rosário e vai tirar a cidade do atraso que vem vivendo ao longo de décadas por falta de atenção dos seus governantes.

Ícone

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Competência

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