Linhares Jr.

Inacreditável

Pré-candidato do PCdoB defende vereador que agrediu eleitor em São Luís

Rubens Pereira Jr “se solidarizou” com vereador Marcelo Poeta após ele agredir eleitor revoltado com asfalto em véspera de eleição
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Eleições 2020

Pré-candidatura de Adriano Sarney ganha força e repercute na mídia nacional

Adriano Sarney reitera disposição a disputar cargo de Prefeito de São Luís

Em um cenário político com vários nomes citados para disputar a Prefeitura de São Luís, um nome chama muita atenção pela sua trajetória política e, também pelo histórico da família. O deputado estadual Adriano Sarney, pré-candidato à Prefeito pelo Partido Verde (PV), está ganhando força a ponto de ser destaque na mídia nacional.

Veículos locais e nacionais detalham e repercutem a confirmação da pré-candidatura do deputado Adriano para administração da capital. A revista Veja por exemplo, declarou que o parlamentar é o único Sarney com cargo eletivo, um político com grande liderança e expressão. “Não tenho vergonha de dizer que sou do grupo Sarney, mas quero construir uma identidade própria. Muita gente tem preconceito, acha que todos são iguais e pensam igual”, afirmou o deputado a VEJA.

Vale lembrar que, durante o encontro estadual realizado no ano passado o deputado foi oficializado pela direção, filiados e militância do partido como pré-candidato a prefeito da capital e, também, considerado uma prioridade da legenda pelo presidente nacional do PV, Luiz Penna.

Em cinco anos de mandato, Adriano tem defendido bandeiras que nem sempre são lembradas pelos governantes. Enfrentou muitas batalhas, encarando inúmeros desafios e sendo pioneiro ao convidar a população para participar do seu mandato, decidindo onde aplicar as emendas parlamentares que cada Deputado tem direito por meio do projeto Emendas Participativas, garantindo interatividade, participação popular e ativa colaboração com a solução dos problemas enfrentados pela população.

Adriano tem grandes expectativas para os próximos meses, vem demonstrando muita disposição e promete surpreender na disputa eleitoral de São Luís em 2020. O intuito é debater a cidade, as vocações, as potencialidades, atrair investimentos visando a geração de emprego e renda para finalmente ter a independência do empreguismo da máquina pública.

“De peito aberto e cabeça erguida, contra todo o tipo de preconceito sobre nomes ou sobrenomes vão tentar me rotular, mas o destino e a coragem que Deus me deu não me impedirá de lutar por uma São Luís melhor para se viver.”

Artigo

BRASIL PRECISA DAS REFORMAS QUE NÃO QUER FAZER

Vamos combinar, desde logo, uma coisa simples, para não perder tempo com conversa difícil e sem recheio: o crescimento da economia do Brasil em 2019 foi uma droga. Deu 1% (fica bobo dizer que foi 1,1%) e com um número desses não adianta discutir, nem dizer “veja bem”. É ruim. Para um país que precisa crescer como o Brasil, é muito ruim. É verdade que o PIB da Itália não cresceu nem esse miserável 1% em 2019, e o da Alemanha menos ainda.

Mas o brasileiro não vive na Itália, nem na Alemanha, nem no resto do mundo desenvolvido que não cresceu. Vive aqui mesmo – e é aqui que a sua vida tem de melhorar, porque ela não pode ficar parada onde está. É o contrário do que acontece nos países ricos, onde ficar no mesmo lugar não é nenhuma vergonha. Ficar parado, no Brasil, só não é pior do que andar para trás.

Há muita pouca dúvida sobre o que o 1% de crescimento em 2019 ensina: é indispensável melhorar isso, mas não adianta nada sair correndo feito um louco por aí para querer provar, na base de conversa de mesa redonda em televisão, que a “política econômica” do governo está errada. Pior: que é preciso, para resolver a estagnação, fazer tudo ao contrário do que está sendo feito. É justamente o oposto. A única esperança está na possibilidade de continuar, acelerar e aprofundar ao máximo tudo aquilo que a política econômica está lutando para fazer.

O Brasil não cresce porque é um carro que está com o motor fundido há muitos anos. Ou entra na oficina, como entrou há um ano, e começa a ser consertado direito, com tempo, as ferramentas certas e mecânicos que sabem o que estão fazendo, ou vai continuar essa lástima que é – onde milhões de pessoas trabalham, dão na chave de partida todo santo dia e o carro não pega. Como se diz em economês e em mercadês, esse 1% já estava “contratado”: com o Brasil na situação que havia em janeiro de 2019, o resultado em dezembro não poderia mesmo ser outro.

Falam, agora, em “frustração”. Frustração para quem? Só se for para os economistas que no fim de 2018 previam crescimento de “2% ou 2,5%” para o ano passado – uma bela mixaria, aliás – erraram e agora vêm a público reclamar do “liberalismo”. O que o Brasil precisa não é de palpites. É das reformas profundas que resiste tanto em fazer. Enquanto elas não vierem e começarem a gerar efeitos, a economia continuará parada.

José Roberto Guzzo é do Conselho Editoral da Abril e colunista das revistas “Exame” e “Veja”.

Basta ligar os fatos

As críticas contra Regina Duarte e o esquerdismo dos aliados de Bolsonaro

Tirar do gestor a prerrogativa de nomear e demitir, lotear cargo em governo por questão ideológica e criticar desde o primeiro dia de gestão são coisas de esquerdistas. PONTO FINAL!
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Na Real com Rubens Pereira Jr

Vídeo

O comunismo de Duarte Jr

Deputado que sempre se coloca como “defensor” das minorias teve áudios vazados em que aparece destratando de homossexuais, portadores de HIV e obesos.

Até agora NENHUMA entidade se manifestou sobre o caso. Fatos que só refletem a hipocrisia da esquerda local e nacional.

Democrata? Não!

Flávio Dino respeita o Legislativo como Hitler respeitava os judeus

Aproveitando a onda anti-Bolsonaro na imprensa, comunista defende nacionalmente bandeiras que despreza no Maranhão e tapeia bobões
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Duarte Jr acusa “chantagem” em caso de áudios

Após dias de vazamentos de uma série de vazamentos de áudios e imagens em que supostamente aparece tripudiando de eleitores e cometendo atos de preconceito, o deputado estadual Duarte Jr (PRTB) usou suas redes sociais para denunciar um esquema de “chantagem”. O deputado negou a veracidade das peças e se disse alvo que as denúncias contra ele são motivadas por sua predisposição a disputar a Prefeitura de São Luís nas eleições de outubro.

Os áudios, pelo menos aparentemente, foram gravados e divulgados em grupos de whatsapp fechados durante a campanha de 2018 e recentemente. Propagados em massa nas redes sociais e em blogs, eles revelam um comportamento diferente do cotidiano do deputado em público e dão indícios de cometimento de crime eleitoral.

Em sua defesa, o deputado afirmou que os “áudios e prints atribuídos a mim, com conteúdos completamente MANIPULADOS e FALSOS”, afirmou.  

O deputado iniciou a nota afirmando que “Quando decidi ouvir a voz das ruas e me colocar à disposição da população na disputa para a Prefeitura de São Luís, fui ameaçado e chantageado por “grandes” nomes da política. Sofri e continuo sofrendo ameaças pessoais e profissionais, sabia dos riscos e do jogo sujo daqueles que se acham donos do poder, mas isso nunca me desmotivou, muito pelo contrário”, disse.

Apesar das declarações gravíssimas, o parlamentar não anunciou em suas redes sociais a tomada de medidas legais para provar sua inocência e nem tampouco divulgou as identidades dos autores.

O Estado entrou em contato com o próprio parlamentar e com sua assessoria para saber se foi lavrado boletim de ocorrência contra os supostos chantagistas e se há a predisposição de solicitar abertura de inquérito e perícia nos áudios para comprovar sua inocência. Até o fechamento da matéria não houve manifestação de ambos.  

Reflexão

Éramos apenas crianças…

Nesta semana que passou um colega de infância morreu. A notícia me veio em situação completamente transloucada. Morrera em circunstâncias horríveis, deploráveis, como grande parte dos meninos e meninas que brincaram comigo pelas ruas de alguns bairros morreram e hão de morrer.

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Farsante

Acuado por números, Flávio Dino frauda dados sobre pobreza no MA

Enquanto IBGE demonstra fracasso da gestão comunista com estudos e pesquisas, governador e aliados fazem recortes falsos para esconder miséria no estado
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