Linhares Jr.

E se fosse ele?

Deputado maranhense desdenha da prisão de Daniel Silveira

Pedro Lucas (PTB) lamentou “parada de discussões” para julgar situação do colega. Se tivesse sido ele preso por um “mandado de prisão em flagrante”? Será que iria esperar calmamente dentro de uma cela até cessarem as “discussões”? É cada uma…

O deputado federal maranhense Pedro Lucas (PTB-MA) desdenhou da prisão ilegal do colega Daniel Silveira (PSL-RJ) ordenada pelo ministro Alexandre de Moraes. Em entrevista ao site O Antagonista, o deputado minimizou o ato de arbitrariedade promovido pelo ministro.

“O Congresso tem pautas urgentes que precisam ser votadas: muitos projetos de alcance social, a volta do auxílio emergencial e as reformas que estão aguardando análise. Lamento que tenhamos que parar para julgar esse tipo de situação”, afirmou.

Ironia do destino seria se, por algum desses caprichos da vida, Pedro Lucas acabasse preso por um “mandado de prisão em flagrante”. Seria interessante ver um vídeo do deputado de dentro de uma cela brandando: “Quero que meus colegas toquem as discussões importantes para o país e me deixem preso aqui. Quando tiverem tempo, podem ver o meu caso. Vou aguardar muito feliz”.

É cada uma…

Diferenças entre Flávio Dino e Eduardo Braide vão se tornando mais evidentes

Enquanto prefeito entrega leitos para a luta contra pandemia, governador passa o dia inteiro fazendo intrigas e usando Covid-19 politicamente

Assim que foi eleito deputado federal com mandato comprado pelo ex-governador Zé Reinaldo em 2006, Flávio Dino (PCdoB) manteve a cabeça nas eleições municipais de 2008. Ali iniciou-se um ciclo obsessivo que se repetia de dois em dois anos. Terminava uma e logo se tratava de pensar na seguinte, e na posterior à seguinte.

Ao longo de 14 anos de carreira política, a única marca do governador Flávio Dino é sua obsessão, sua compulsão, sua tara pelo próximo pleito, pela próxima eleição.

Já Eduardo Braide, em que pesem as críticas já feitas aqui a ele, parece ser uma espécie de anti-Flávio Dino. Eleito prefeito da maior cidade do estado e com peso decisivo nas eleições do ano que vem, parece que Braide nem político é.

Passados quase 50 dias de sua posse, Braide fez o que Flávio Dino não conseguiria nem que lhe cortassem a língua: não deu nenhuma declaração intrinsecamente política. Sejamos sinceros, Flávio Dino não tem capacidade para passar cinco ou seis dias tratando apenas de assuntos referentes ao Maranhão.

Enquanto Flávio chora ao lado de seu secretário rebolador pedindo leitos para norte-americanos, Governo Federal e STF, o prefeito Eduardo Braide entregou 50 leitos exclusivos para atendimento a pacientes com casos moderados e graves de Covid-19 no Hospital da Mulher.

E assim vão se alargando as diferenças entre o falastrão que após seis anos de governo conseguiu fazer menos do que Jackson Lago (que ficou cerca de dois anos no poder) e o prefeito eleito de São Luís. É claro que Braide ainda patina em algumas coisas e que pode mostrar-se um fracasso no futuro. Só que, caso seja um fracasso, tudo indica será tentando ser um homem público de sucesso. Ao contrário de Flávio Dino, que já é um fracassado como governador do estado. E já se mostrava como uma fracassado lá em 2006, quando chegou ao poder pela 1ª vez comprando mandato e em todos os anos seguintes obcecado apenas em ganhar eleições.

Hipocrisia

Após voltar de férias, Flávio Dino critica “feriadão” de Bolsonaro

Cinismo comunista segue extrapolando todos os limites da razão. Flávio Dino critica em Bolsonaro o que fez um mês antes.

O governador Flávio Dino (PCdoB) voltou a criticar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ontem. Segundo o comunista, os passeios de Jair Bolsonaro não são pertinentes para o momento. AS declarações foram dadas um mês após o próprio governador maranhense voltar de férias.

“Com vacinas em falta e leitos de UTI lotados, o presidente da República deveria estar trabalhando, não passeando de jet ski na praia, curtindo um feriadão. Além de competência, falta dedicação ao trabalho”, disse a uma revista.

Mesmo com a iminência das chamadas “novas cepas” no fim de 2020, o governador saiu de férias para destino desconhecido. No seu lugar assumiu o vice-governador Carlos Brandão. Dino reassumiu o governo no dia 18 de janeiro.

Desarmamento

Políticos maranhenses vão chorar morte de bandidos em sushi bar no Olho D’Água?

Se tivessem vergonha na cara, opositores de Jair Bolsonaro no Maranhão deveriam usar assalto frustrado ontem em São Luís, que resultou na morte de dois criminosos por um cidadão armado, para provar que política de armamento da população de bem do presidente é errada.

Dois bandidos foram mortos na noite desta segunda (15) em uma tentativa de assalto a um sushi bar na Avenida dos Holandeses, no Olho d’Água. A quadrilha era formada por quatro marginais, dois conseguiram fugir. Tudo indica que a morte dos dois foi causada por um cidadão armado que reagiu e impediu o assalto. Horas antes do acontecido, vários políticos maranhenses criticaram medidas do presidente Jair Bolsonaro que visam facilitar o acesso a armas por cidadãos comuns.

O ASSALTO

A tentativa frustrada de assalto aconteceu por volta das 21h, no “Sushi do Japa”. Após anunciarem o assalto, um cliente que estava na parte interna surpreendeu os criminosos disparando vários tiros em direção a eles. Três bandidos fugiram a pé e um dos criminosos morreu na hora.

Após tomarem um veículo de assalto, dois dos integrantes da quadrilha abandonaram o colega baleado que não resistiu aos ferimentos.

OS CANALHAS

Políticos maranhenses que ontem passaram o dia criticando o presidente Jair Bolsonaro por tentar facilitar o acesso a armas por pessoas de bem deveriam vir a público e lamentar a morte dos marginais. Afinal, se a política do presidente de dar ao cidadão comum o direito de se defender, casos como os de ontem seriam muito mais comuns. Ao invés de ler notícias apenas sobre pais e mães de famílias mortos, também se teria bandidos mortos.

Se o padrão desses senadores, deputados, vereadores e do governador fosse decretado, é muito possível que um inocente tivesse morrido ontem no lugar dos bandidos.

Contudo, parece que esse pessoal prefere que o extermínio da população por marginais seja feito sem embaraços. E, podem ter certeza, 30% da classe política maranhense (principalmente políticos ligados a partidos de esquerda) devem achar um absurdo o fato de dois bandidos terem sido mortos por um cidadão ontem durante a reação de um assalto.

Inclusive políticos que se “dizem” evangélicos.

Crime organizado

Milícias avançam no Maranhão após 6 anos de Flávio Dino

Grupos criminosos, que não existiam até comunista chegar ao poder, têm intensificado atuação. Apesar da polícia não divulgar oficialmente, assassinato na Litorânea na última sexta é tratado como ação de milicianos. Desmonte das forças policiais pode estar ajudando na proliferação de milicianos no estado.

Os meses de janeiro e fevereiro de 2021 registraram uma série de assassinatos em condições misteriosas que reforçam a tese de que, durante os últimos seis anos do Governo Flávio Dino, há no Maranhão o nascimento e crescimento de milícias (policiais e ex-policiais corruptos que agem na ilegalidade). O fortalecimento desses grupos pode ser considerado o ponto alto do desmonte da Polícia Militar tocado pela gestão comunista.

MORTES

Em 28 de janeiro o auxiliar do IML Salomão Matos dos Santos foi morto a tiros no estacionamento da UPA do Parque Vitória. Antes de ser assassinado, Salomão foi perseguido e morto. Os suspeitos são policiais do grupo conhecido como “Serviço Velado” da Polícia Militar.

No dia 2 de fevereiro foi encontrado, na zona rural de São Luís Gonzaga, o cadáver do empresário Marcos Marcondes da Silva Nascimento, conhecido como Marquinhos. Um dia antes de ser encontrado morto, Marquinhos foi conduzido por policiais em Bacabal. UM vídeo divulgado na internet mostra o empresário sendo conduzido por policiais à paisana antes de ser encontrado morto.

Na tarde da última sexta, 12 de fevereiro, um homem identificado como Bruno Vinícius Nazon Moraes Borges, de 30 anos, executado na Avenida Litorânea. Apesar de não divulgar oficialmente, a polícia já trabalha com a hipótese de que Bruno tinha ligações com jogos e apostas ilegais. Seu assassinato, provavelmente cometido por membros de uma milícia, teria motivação com o ramo de atuação da vítima.

Essa matéria começou a ser escrita ainda no sexta e foi provocada pela morte de Bruno. Após o ocorrido, denúncias anônimas apontavam para o envolvimento de milicianos no caso. A checagem dos fatos e entrevistas com fontes anônimas revelaram denúncias graves sobre a existência desses grupos paramilitares que foram concebidos em um ambiente de desmanche das forças de segurança promovidas pelo governo comunista de Flávio Dino.  

DESMONTE DA POLÍCIA

Policiais ouvidos pelo blog afirmam que o avanço da corrupção na Polícia Militar e a criação de milícias tem ligação direta com a política de desmonte do aparato policial tocada pelo governador nos últimos seis anos. “Ser honesto na polícia deixou de ser motivo de orgulho”, disse um militar aposentado.

Após a chegada de Flávio Dino ao poder, a desvalorização dos agentes de segurança no estado pode ser observada em vídeos que invadem as redes sociais cotidianamente. Vídeos de policiais sendo despejados em batalhões do interior, denúncias de perseguição política de policiais que refutam a submissão política ao grupo do governador, não nomeação de concursados no último concurso da Polícia Militar, guerras entre delegados da Polícia Civil e a Secretaria de Segurança, aumento dos crimes cometidos por policiais e, mais recentemente, a onda de assassinatos sem solução supostamente cometida por milicianos.

Na opinião de policiais ouvidos pelo blog, os fatos narrados acima, de conhecimento público, não são solados. “O governador, como todo comunista, não gosta da polícia. Esse movimento de desmantelar as corporações não é erro administrativo, é método ideológico”, disse um policial civil.

EFEITO COLATERAL

Apesar de confirmarem que o governo trabalha pelo enfraquecimento das polícias civis e militares, todos os ouvidos não acreditam que exista uma tentativa de proteção das nascentes milícias no estado pelo governo. “Acontece que eles abandonaram os bons policiais e os maus, mesmo sendo minoria, estão aproveitando. O que está acontecendo é o efeito colateral de uma política de segurança pública que tem como principal inimigo o policial”, disse um agente.  

IRONIA

Sempre que pretende atacar o presidente Jair Bolsonaro, o governador Flávio Dino o acusa de ser miliciano, de incentivar estes grupos criminosos. Ao serem questionados sobre a aversão do governador comunista pelas milícias em suas redes sociais, as fontes do blog dessa matéria foram unânimes em satirizar a atuação de Dino nas redes sociais.

“Não setinha notícia desse negócio de milícia aqui no Maranhão até ele virar governador. SE tem algum culpado por isso, é ele”, disse um oficial aposentado.

Maldito Bolsonaro

Prefeita do PDT do interior do MA é acusada de desviar recursos contra a Covid-19

Governador Flávio Dino (PCdoB), que é aliado da prefeita, ainda não usou suas redes sociais para culpar o presidente Jair Bolsonaro pelo suposto roubo acontecido em Axixá por um membro do seu grupo político.

Prefeita Sônia Campos (PDT), de Axixá, é acusada de desviar meio milhão de reais destinados ao enfrentamento da Covid-19. A denúncia do suposto ilícito foi formulada pelo procurador da República, Marcilio Nunes Medeiros. O procedimento teve como base denúncia do vereador de Axixá, Joaquim Souto dos Santos Filho (MDB). O caso pode ser mais um da série de desvios que já ficou conhecido nacionalmente como “Covidão”.

Sônia é aliada do governador Flávio Dino e apoiou o comunista nas duas últimas eleições estaduais.

Na representação de Axixá, o parlamentar informar que não foram realizadas ações significativas no combate à pandemia em Axixá. O vereador alegou ainda que não há metas, dados ou medidas que indiquem a política adotada.

Joaquim Filho afirmou também que pacientes foram encaminhados para outro Município, pois o hospital da cidade não tinha condições de atendimento, entre outras irregularidades.

Em razão disso, o Procedimento Preparatório nº 1.19.000.001042/2020-92 foi convertido em Inquérito Civil Público para dotar todas as medidas possíveis e necessárias, judiciais e extrajudiciais, no intuito de apurar supostas irregularidades quanto à gestão de verbas públicas destinadas ao enfrentamento do COVID-19 em Axixá.

Até o momento o governador Flávio Dino (PCdoB) não se manifestou em suas redes em relação a mais este crime promovido pelo presidente Jair Bolsonaro.

Twitter

Preconceito?

Segurança Pública

Troca de comando no 2º BPM evidencia desmonte da PM por Flávio Dino

Comandante que uniu tropa e melhorou rendimento do Batalhão na Região dos Cocais foi tirado do cargo por motivações políticas

A saída do comandante do 2° BPM de Caxias está incomodando tropa e população. Durante o tempo em que atuou na cidade, o major Daniel Kraiesk Pires Lages conquistou o respeito dos colegas e a admiração da comunidade.

Em seu pouco tempo de comando, o major conseguiu melhorar os rendimentos do BPM no interior do estado. Foi dele a autorização e começo das construções de uma quadra poliesportiva coberta e de uma pista de corrida para os policiais. Além disso, Daniel Kraiesk também conseguiu uma academia completa.

Kraiesk é conhecido por ser um comandante apaziguador, o que se reflete nos números do Batalhão. O 2º BPM apresenta um dos melhores índices de apreensão de armar de fogo no interior.

Mesmo com pouca estrutura, Kraiesky busca parcerias para contornar a situação. Foram cedidas pela Prefeitura de Caxias três carros modelo Amarok para ajudar no patrulhamento da cidade. Com o anúncio da saída de Kraiesky, a Prefeitura recolheu os veículos que, após muita conversa retornaram ao batalhão.

O único setor que festeja a saída do major é a bandidagem de Caxias.

Reação

Deputado quer barrar “motéis de Flávio Dino” na Justiça

Polêmica nacional causada por obras do governo Flávio Dino motivou Aluísio Mendes a entrar com ação impedindo construção de motéis

Após a reprovação popular da construção de cabines íntimas para presidiários durante a pandemia pelo Governo Flávio Dino, o Deputado Federal Aluísio Mendes (PSC-MA) decidiu impedir a ação. Os custos da construção da obra que foi popularmente batizada de “os motéis de Flávio Dino” chegam a um milhão e meio de reais.

A ação de Aluísio Mendes na Procuradoria Geral da República questiona a prioridade, moralidade e eficiência da contratação, demonstrando que em plena pandemia a secretaria evita medidas preventivas para realizar ações que podem potencializar a proliferação do contágio.

Para Mendes a lei do FUNPEN “demonstra que em vez de se construir verdadeiros “motéis” para encontros íntimos dos detentos, que são um risco à própria população carcerária, em face de gerar riscos de contágio, podem ser feitas construções, adequações e aperfeiçoamentos nas unidades prisionais para enfrentarem a pandemia, melhorando-se às práticas de distanciamento dos detentos e fazendo adequações nas instalações de saúde das unidades prisionais.”

Aluísio ainda afirmou já ação que “em vez de tamanho gasto ser realizado para “cuidar” dos encontros íntimos dos presos, deveria, pela lei, serem realizadas políticas públicas de efetiva proteção das vítimas dos crimes”. Pedindo ao Procurador Geral da República para “viabilizar o investimento de tais valores na compra de vacinas e insumos para proteger a vida dos maranhenses no enfrentamento da pandemia ou, em sendo adotado entendimento de direcionamento exclusivo dos recursos ao sistema carcerário, que os recursos sejam direcionados para a compra de vacinas para os profissionais que trabalham no sistema carcerário e detentos.”

Podcast

O grande traidor

Após agenda em Brasília com Bolsonaro, novo superintendente da Codevasf no MA é empossado

Celso Dias recentemente também esteve reunido com o presidente da Câmara de Deputados, Arthur Lira (PP-AL)

A Superintendência da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco (Codevasf) volta a ser comandada pelo ex-superintendente Celso Dias. A decisão foi tomada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) após reunião em Brasília. O presidente da Câmara de Deputados, Arthur Lira, também esteve reunido com Dias. Nas duas situações Dias foi acompanhado pelo deputado federal, vice-líder do governo e líder do PSC na Câmara Federal, deputado Aluísio Mendes (PSC-MA).

Durante a reunião foram destacadas o reforço de ações conjuntas e parcerias entre a companhia e os prefeitos, parlamentares e lideranças políticas no estado. “O que foi discutido foi efetividade nas ações do governo federal e facilidade no acesso da Codesvasf por gestores municipais e possíveis parceiros em prol de melhorias à população do Maranhão”, afirmou Celso Dias.

Os presidentes Bolsonaro e Arthur Lira, solicitaram de Dias isonomia no tratamento aos parlamentares. Segundo Lira, é importante que o ocupante do cargo seja hábil na contemplação das demandas de todos os parlamentares do estado. “Em minha primeira passagem prezei pelo bom relacionamento com todos os parlamentares. É claro que essa será uma situação a ser mantida”, afirmou Dias.

O deputado Aluísio Mendes saudou o novo superintendente da Codevasf. “Ele já traz a experiência de um belo trabalho na companhia. Com certeza irá atender às exigências do presidente de proporcionar a liderança adequada que a Codevasf necessita no estado neste momento”, ressaltou Aluísio.

A 8ª Superintendência Regional da Codevasf, cargo que irá ser assumido por Celso Dias, abrange as bacias hidrográficas dos rios Munim, Mearim, Parnaíba, Pericumã, Tocantins, Turiaçu e todas as demais bacias hidrográficas do Estado do Maranhão.

Com atuação assegurada por lei nos 217 municípios do estado, o principal objetivo é contribuir para a melhoria da vida e desenvolvimento socioeconômico do estado. A atuação se dá por meio da execução direta ou de parcerias com os municípios.

Vereadores vistoriam unidades de saúde em São Luís

Vereador Marquinhos Silva (DEM) prometeu relatório sobre situação “desumana” em unidades

Nove vereadores de São Luís visitaram nesta semana duas unidades de saúde da capital: o Hospital da Criança e o Socorrão II. A vistoria não teve agendamento e foi realizada em caráter de surpresa. Segundo explicou o vereador Marquinhos Silva (DEM), a intenção foi encontrar a realidade vivida por pacientes. “Não informamos nada para que a realidade não fosse modificada”, disse.

Na vistoria do hospital da Criança foi constatado que a unidade de saúde está superlotada, não há ar condicionado funcionando e os banheiros estão com problemas como, por exemplo, falta d’água, torneiras quebradas, portas com defeitos. Além disso, o hospital permanece em obra há mais de dois anos.

No Socorrão II, os vereadores constataram que a situação é ainda mais delicada. Por lá, o tomógrafo não funciona há um mês e o aparelho de ressonância magnética parado há dois anos e falta de macas.

Um relatório detalhado com as demandas e cada unidade de saúde será elaborado para que seja encaminhado ao prefeito de São Luís, Eduardo Braide (Podemos) para que sejam sanados os problemas encontrados na vistoria.

“O fato é que a situação no Hospital da Criança e no Socorrão II é desumana. Demanda grande demais, deficiência no atendimento por vários fatores desde físicos a falta de material. Vamos fazer um relatório minucioso mostrando cada problema encontrado e solicitar ao prefeito Braide providências urgentes”, afirmou Marquinhos Silva.