Linhares Jr.

Crime organizado

Milícias avançam no Maranhão após 6 anos de Flávio Dino

Grupos criminosos, que não existiam até comunista chegar ao poder, têm intensificado atuação. Apesar da polícia não divulgar oficialmente, assassinato na Litorânea na última sexta é tratado como ação de milicianos. Desmonte das forças policiais pode estar ajudando na proliferação de milicianos no estado.

Os meses de janeiro e fevereiro de 2021 registraram uma série de assassinatos em condições misteriosas que reforçam a tese de que, durante os últimos seis anos do Governo Flávio Dino, há no Maranhão o nascimento e crescimento de milícias (policiais e ex-policiais corruptos que agem na ilegalidade). O fortalecimento desses grupos pode ser considerado o ponto alto do desmonte da Polícia Militar tocado pela gestão comunista.

MORTES

Em 28 de janeiro o auxiliar do IML Salomão Matos dos Santos foi morto a tiros no estacionamento da UPA do Parque Vitória. Antes de ser assassinado, Salomão foi perseguido e morto. Os suspeitos são policiais do grupo conhecido como “Serviço Velado” da Polícia Militar.

No dia 2 de fevereiro foi encontrado, na zona rural de São Luís Gonzaga, o cadáver do empresário Marcos Marcondes da Silva Nascimento, conhecido como Marquinhos. Um dia antes de ser encontrado morto, Marquinhos foi conduzido por policiais em Bacabal. UM vídeo divulgado na internet mostra o empresário sendo conduzido por policiais à paisana antes de ser encontrado morto.

Na tarde da última sexta, 12 de fevereiro, um homem identificado como Bruno Vinícius Nazon Moraes Borges, de 30 anos, executado na Avenida Litorânea. Apesar de não divulgar oficialmente, a polícia já trabalha com a hipótese de que Bruno tinha ligações com jogos e apostas ilegais. Seu assassinato, provavelmente cometido por membros de uma milícia, teria motivação com o ramo de atuação da vítima.

Essa matéria começou a ser escrita ainda no sexta e foi provocada pela morte de Bruno. Após o ocorrido, denúncias anônimas apontavam para o envolvimento de milicianos no caso. A checagem dos fatos e entrevistas com fontes anônimas revelaram denúncias graves sobre a existência desses grupos paramilitares que foram concebidos em um ambiente de desmanche das forças de segurança promovidas pelo governo comunista de Flávio Dino.  

DESMONTE DA POLÍCIA

Policiais ouvidos pelo blog afirmam que o avanço da corrupção na Polícia Militar e a criação de milícias tem ligação direta com a política de desmonte do aparato policial tocada pelo governador nos últimos seis anos. “Ser honesto na polícia deixou de ser motivo de orgulho”, disse um militar aposentado.

Após a chegada de Flávio Dino ao poder, a desvalorização dos agentes de segurança no estado pode ser observada em vídeos que invadem as redes sociais cotidianamente. Vídeos de policiais sendo despejados em batalhões do interior, denúncias de perseguição política de policiais que refutam a submissão política ao grupo do governador, não nomeação de concursados no último concurso da Polícia Militar, guerras entre delegados da Polícia Civil e a Secretaria de Segurança, aumento dos crimes cometidos por policiais e, mais recentemente, a onda de assassinatos sem solução supostamente cometida por milicianos.

Na opinião de policiais ouvidos pelo blog, os fatos narrados acima, de conhecimento público, não são solados. “O governador, como todo comunista, não gosta da polícia. Esse movimento de desmantelar as corporações não é erro administrativo, é método ideológico”, disse um policial civil.

EFEITO COLATERAL

Apesar de confirmarem que o governo trabalha pelo enfraquecimento das polícias civis e militares, todos os ouvidos não acreditam que exista uma tentativa de proteção das nascentes milícias no estado pelo governo. “Acontece que eles abandonaram os bons policiais e os maus, mesmo sendo minoria, estão aproveitando. O que está acontecendo é o efeito colateral de uma política de segurança pública que tem como principal inimigo o policial”, disse um agente.  

IRONIA

Sempre que pretende atacar o presidente Jair Bolsonaro, o governador Flávio Dino o acusa de ser miliciano, de incentivar estes grupos criminosos. Ao serem questionados sobre a aversão do governador comunista pelas milícias em suas redes sociais, as fontes do blog dessa matéria foram unânimes em satirizar a atuação de Dino nas redes sociais.

“Não setinha notícia desse negócio de milícia aqui no Maranhão até ele virar governador. SE tem algum culpado por isso, é ele”, disse um oficial aposentado.

Maldito Bolsonaro

Prefeita do PDT do interior do MA é acusada de desviar recursos contra a Covid-19

Governador Flávio Dino (PCdoB), que é aliado da prefeita, ainda não usou suas redes sociais para culpar o presidente Jair Bolsonaro pelo suposto roubo acontecido em Axixá por um membro do seu grupo político.

Prefeita Sônia Campos (PDT), de Axixá, é acusada de desviar meio milhão de reais destinados ao enfrentamento da Covid-19. A denúncia do suposto ilícito foi formulada pelo procurador da República, Marcilio Nunes Medeiros. O procedimento teve como base denúncia do vereador de Axixá, Joaquim Souto dos Santos Filho (MDB). O caso pode ser mais um da série de desvios que já ficou conhecido nacionalmente como “Covidão”.

Sônia é aliada do governador Flávio Dino e apoiou o comunista nas duas últimas eleições estaduais.

Na representação de Axixá, o parlamentar informar que não foram realizadas ações significativas no combate à pandemia em Axixá. O vereador alegou ainda que não há metas, dados ou medidas que indiquem a política adotada.

Joaquim Filho afirmou também que pacientes foram encaminhados para outro Município, pois o hospital da cidade não tinha condições de atendimento, entre outras irregularidades.

Em razão disso, o Procedimento Preparatório nº 1.19.000.001042/2020-92 foi convertido em Inquérito Civil Público para dotar todas as medidas possíveis e necessárias, judiciais e extrajudiciais, no intuito de apurar supostas irregularidades quanto à gestão de verbas públicas destinadas ao enfrentamento do COVID-19 em Axixá.

Até o momento o governador Flávio Dino (PCdoB) não se manifestou em suas redes em relação a mais este crime promovido pelo presidente Jair Bolsonaro.

Twitter

Preconceito?

Segurança Pública

Troca de comando no 2º BPM evidencia desmonte da PM por Flávio Dino

Comandante que uniu tropa e melhorou rendimento do Batalhão na Região dos Cocais foi tirado do cargo por motivações políticas

A saída do comandante do 2° BPM de Caxias está incomodando tropa e população. Durante o tempo em que atuou na cidade, o major Daniel Kraiesk Pires Lages conquistou o respeito dos colegas e a admiração da comunidade.

Em seu pouco tempo de comando, o major conseguiu melhorar os rendimentos do BPM no interior do estado. Foi dele a autorização e começo das construções de uma quadra poliesportiva coberta e de uma pista de corrida para os policiais. Além disso, Daniel Kraiesk também conseguiu uma academia completa.

Kraiesk é conhecido por ser um comandante apaziguador, o que se reflete nos números do Batalhão. O 2º BPM apresenta um dos melhores índices de apreensão de armar de fogo no interior.

Mesmo com pouca estrutura, Kraiesky busca parcerias para contornar a situação. Foram cedidas pela Prefeitura de Caxias três carros modelo Amarok para ajudar no patrulhamento da cidade. Com o anúncio da saída de Kraiesky, a Prefeitura recolheu os veículos que, após muita conversa retornaram ao batalhão.

O único setor que festeja a saída do major é a bandidagem de Caxias.

Reação

Deputado quer barrar “motéis de Flávio Dino” na Justiça

Polêmica nacional causada por obras do governo Flávio Dino motivou Aluísio Mendes a entrar com ação impedindo construção de motéis

Após a reprovação popular da construção de cabines íntimas para presidiários durante a pandemia pelo Governo Flávio Dino, o Deputado Federal Aluísio Mendes (PSC-MA) decidiu impedir a ação. Os custos da construção da obra que foi popularmente batizada de “os motéis de Flávio Dino” chegam a um milhão e meio de reais.

A ação de Aluísio Mendes na Procuradoria Geral da República questiona a prioridade, moralidade e eficiência da contratação, demonstrando que em plena pandemia a secretaria evita medidas preventivas para realizar ações que podem potencializar a proliferação do contágio.

Para Mendes a lei do FUNPEN “demonstra que em vez de se construir verdadeiros “motéis” para encontros íntimos dos detentos, que são um risco à própria população carcerária, em face de gerar riscos de contágio, podem ser feitas construções, adequações e aperfeiçoamentos nas unidades prisionais para enfrentarem a pandemia, melhorando-se às práticas de distanciamento dos detentos e fazendo adequações nas instalações de saúde das unidades prisionais.”

Aluísio ainda afirmou já ação que “em vez de tamanho gasto ser realizado para “cuidar” dos encontros íntimos dos presos, deveria, pela lei, serem realizadas políticas públicas de efetiva proteção das vítimas dos crimes”. Pedindo ao Procurador Geral da República para “viabilizar o investimento de tais valores na compra de vacinas e insumos para proteger a vida dos maranhenses no enfrentamento da pandemia ou, em sendo adotado entendimento de direcionamento exclusivo dos recursos ao sistema carcerário, que os recursos sejam direcionados para a compra de vacinas para os profissionais que trabalham no sistema carcerário e detentos.”

Podcast

O grande traidor

Após agenda em Brasília com Bolsonaro, novo superintendente da Codevasf no MA é empossado

Celso Dias recentemente também esteve reunido com o presidente da Câmara de Deputados, Arthur Lira (PP-AL)

A Superintendência da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco (Codevasf) volta a ser comandada pelo ex-superintendente Celso Dias. A decisão foi tomada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) após reunião em Brasília. O presidente da Câmara de Deputados, Arthur Lira, também esteve reunido com Dias. Nas duas situações Dias foi acompanhado pelo deputado federal, vice-líder do governo e líder do PSC na Câmara Federal, deputado Aluísio Mendes (PSC-MA).

Durante a reunião foram destacadas o reforço de ações conjuntas e parcerias entre a companhia e os prefeitos, parlamentares e lideranças políticas no estado. “O que foi discutido foi efetividade nas ações do governo federal e facilidade no acesso da Codesvasf por gestores municipais e possíveis parceiros em prol de melhorias à população do Maranhão”, afirmou Celso Dias.

Os presidentes Bolsonaro e Arthur Lira, solicitaram de Dias isonomia no tratamento aos parlamentares. Segundo Lira, é importante que o ocupante do cargo seja hábil na contemplação das demandas de todos os parlamentares do estado. “Em minha primeira passagem prezei pelo bom relacionamento com todos os parlamentares. É claro que essa será uma situação a ser mantida”, afirmou Dias.

O deputado Aluísio Mendes saudou o novo superintendente da Codevasf. “Ele já traz a experiência de um belo trabalho na companhia. Com certeza irá atender às exigências do presidente de proporcionar a liderança adequada que a Codevasf necessita no estado neste momento”, ressaltou Aluísio.

A 8ª Superintendência Regional da Codevasf, cargo que irá ser assumido por Celso Dias, abrange as bacias hidrográficas dos rios Munim, Mearim, Parnaíba, Pericumã, Tocantins, Turiaçu e todas as demais bacias hidrográficas do Estado do Maranhão.

Com atuação assegurada por lei nos 217 municípios do estado, o principal objetivo é contribuir para a melhoria da vida e desenvolvimento socioeconômico do estado. A atuação se dá por meio da execução direta ou de parcerias com os municípios.

Vereadores vistoriam unidades de saúde em São Luís

Vereador Marquinhos Silva (DEM) prometeu relatório sobre situação “desumana” em unidades

Nove vereadores de São Luís visitaram nesta semana duas unidades de saúde da capital: o Hospital da Criança e o Socorrão II. A vistoria não teve agendamento e foi realizada em caráter de surpresa. Segundo explicou o vereador Marquinhos Silva (DEM), a intenção foi encontrar a realidade vivida por pacientes. “Não informamos nada para que a realidade não fosse modificada”, disse.

Na vistoria do hospital da Criança foi constatado que a unidade de saúde está superlotada, não há ar condicionado funcionando e os banheiros estão com problemas como, por exemplo, falta d’água, torneiras quebradas, portas com defeitos. Além disso, o hospital permanece em obra há mais de dois anos.

No Socorrão II, os vereadores constataram que a situação é ainda mais delicada. Por lá, o tomógrafo não funciona há um mês e o aparelho de ressonância magnética parado há dois anos e falta de macas.

Um relatório detalhado com as demandas e cada unidade de saúde será elaborado para que seja encaminhado ao prefeito de São Luís, Eduardo Braide (Podemos) para que sejam sanados os problemas encontrados na vistoria.

“O fato é que a situação no Hospital da Criança e no Socorrão II é desumana. Demanda grande demais, deficiência no atendimento por vários fatores desde físicos a falta de material. Vamos fazer um relatório minucioso mostrando cada problema encontrado e solicitar ao prefeito Braide providências urgentes”, afirmou Marquinhos Silva.

Emprego e renda

Braide discute projeto Cidade Empreendedora com o Sebrae

O prefeito Eduardo Braide ao lado do diretor superintendente do Sebrae, Albertino Leal Barros Filho

O prefeito Eduardo Braide se reuniu na terça-feira (9), com representantes da diretoria do Sebrae, para discutir sobre novas parcerias com a entidade, com o objetivo de fomentar atividades voltadas para o empreendedorismo, geração de emprego e renda, e qualificação profissional. As ações que devem ser colocadas em prática a partir da parceria, fazem parte dos eixos do programa Cidade Empreendedora, uma iniciativa do Sebrae que integra gestão pública e pequenos negócios em um ambiente de oportunidades para estimular a economia local e o desenvolvimento do município.

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Após ser humilhada e perseguida, Maura Jorge presta homenagem a Flávio Dino

Prefeita de Lago da Pedra sinaliza aproximação do grupo político que trabalhou para destrui-la. Aproximação é traição direta ao presidente Jair Bolsonaro que a acolheu quando comunistas a atacavam.

A prefeita de Lago da Pedra, Maura Jorge (PSDB), provavelmente foi uma das pessoas mais perseguidas pelo governador Flávio Dino (PCdoB) nos últimos seis anos. Quando prefeita na gestão passada, ela chegou a ser impedida de discursar na própria cidade. Pois bem, parece que toda essa situação não bastou.

Maura Jorge divulgou ao máximo reunião com secretário de Flávio Dino, Jeferson Portela

A prefeita divulgou reunião com o secretário de Segurança Pública do Estado, Jeferson Portela. Após a reunião, Maura Jorge fez questão de mostrar deferência ao governo e agradecer “o apoio”. A ampla divulgação da situação pela equipe de comunicação da prefeita evidencia uma tentativa de aproximação ao Governo Flávio Dino.

O entusiasmo da prefeita revela que a reunião foi muito além de um simples encontro institucional.

As palavras revelam uma tentativa de “homenagem” ao governador. Dadas as ambições políticas do secretário Jeferson Portela, não seria espanto se Maura Jorge apoiasse o comunista nas eleições de 2022.

Vale ressaltar ainda que Maura Jorge ocupou cargo no governo de Jair Bolsonaro quando os ataques de ser (ex)adversários eram mais frequentes.

O gesto de simpatia da prefeita prestada indiretamente ao governador na pessoa do secretário é dessas coisas da política que custam a ser entendidas.

Segundo MPT

Recusar vacina pode gerar demissão por justa causa

Ministério Público do Trabalho defende obrigatoriedade da vacina tomada por patrões contra empregados

O Ministério Público do Trabalho (MPT) está preparando uma nota com uma série de recomendações às empresas sobre os procedimentos a serem adotados quando o governo liberar um cardápio mais amplo de vacinas contra covid-19 e o programa de imunização atingir a maioria da população economicamente ativa.

O órgão deverá divulgar, nesta terça-feira (9/2), um texto detalhando as recomendações e sinalizando que, em último caso, quando o funcionário se recusar a tomar a vacina contra a covid-19, a empresa poderá demitir o trabalhador por justa causa.

Segundo o MPT, a orientação aos empresários será de que é dever do empregador prover os meios de colaborar com a saúde dos funcionários, e, portanto, o trabalhador também precisará cumprir com a parte que será de sua responsabilidade para garantir a imunidade de rebanho no ambiente de trabalho.

Em entrevista aos jornais Valor e O Estado de S. Paulo, o procurador geral do trabalho, Alberto Bastos Balazeiro, adiantou que o MPT elaborou um guia sobre a vacinação da covid-19. O documento, que orientará as fiscalizações, ainda é interno, mas será disponibilizado no site do órgão para as empresas. “O guia não é um convite à punição, é um convite à negociação e à transparência. É preciso ter compreensão de que saúde não é matéria de aspecto individual, é coletiva”, afirmou Balazeiro ao Valor.

A avaliação é que existe um parâmetro jurídico, estabelecido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a ser seguido. Em dezembro do ano passado, a Suprema Corte decidiu que a vacinação é obrigatória, mas não é compulsória — ou seja, o governo pode impor sanções a cidadãos que se recusam a se imunizar.

O programa de vacinação no Brasil caminha a passos lentos e, hoje, há apenas duas vacinas disponíveis: a CoronaVac, da farmacêutica chinesa Sinovac e produzida no Brasil em parceria com o Instituto Butantan, e a vacina de Oxford/Astrazeneca, que no Brasil é produzida em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

A expectativa, entretanto, é de que as empresas tenham um número maior de imunizantes no país. Isso porque especialistas indicam que, para o país atingir a imunidade de rebanho, pelo menos, 70% da população precisará ser vacinada, ou seja, 148,8 milhões dos 212,7 milhões de brasileiros estimados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Por enquanto, apenas 3,5 milhões de pessoas foram vacinadas no país desde 17 de janeiro.

Câmara de Vereadores

A solução errada de Álvaro Pires para criar emprego e renda em São Luís

Ao invés de criar leis que incentivem o desenvolvimento, parlamentar quer secretaria inútil na inchada estrutura da Prefeitura de São Luís.

O vereador Álvaro Pires (PMN) encaminhou proposta para a criação de mais uma secretaria na já combalida prefeitura de São Luís. Trata-se da criação de uma “Secretaria Municipal de Indústria, Portos e Energia de São Luís”. Segundo Pires, a proposta pretende “corrigir um histórico e prejudicial vácuo no âmbito do Executivo Municipal nestas três áreas estratégicas para o desenvolvimento e geração de emprego e renda”.

O parlamentar ainda afirmou que “na ausência da Prefeitura da São Luís, o Governo do Estado do Maranhão protagoniza solitariamente o desenvolvimento da nossa zona portuária, industrial e energética”.

Vamos pontuar algumas coisas:

1 – Após seis anos do atual governo, a área Itaqui-Bacanga, que circula o Porto do Itaqui, continua sendo uma das mais pobres da cidade. Dizer que o governo protagoniza algum tipo de desenvolvimento chega a ser piada.

2 – Colocar a culpa “histórica” na Prefeitura de São Luís quando se é vereador soa até como piada.

3 – Propor criação de secretaria como solução mágica para a geração de emprego e renda pode até funcionar. Funcionar garantido emprego e renda ao secretário e apaniguados políticos que irão ser indicados aos cargos.

4 – Muito mais do que secretaria, São Luís precisa de segurança jurídica e políticas públicas que possibilitem a seus jovens e empresários um ambiente saudável para o empreendedorismo e investimento.

Não há solução mais politiqueira, mais atrasada, mais canastrona e provinciana do que “criar uma secretaria”.

Por que não criar leis que incentivem a população da Área Itaqui-Bacanga a buscarem mais o empreendedorismo do que a dependência do governo, vereador? Por que não ajuda a criar um ambiente que incentive empresários a levarem seus negócios para a zona portuária? Por que não criar um conjunto de leis, que nunca poderão ser mudadas, ao invés de uma secretaria inútil que pode acabar sendo ocupada por alguém incapaz de perceber que políticas públicas não dependem de indicações do prefeito?

Propor a criação dessa estrovenga chamada “Secretaria Municipal de Indústria, Portos e Energia de São Luís” é apenas marketing. Nada mais que isso.

E como dizia aquele que ajuda a iluminar minhas razão, Henry Louis Mencken: “Para todo problema complexo existe sempre uma solução simples, elegante e completamente errada”