Economia

Embarques de minério da Vale no Maranhão são os mais baixos em 4 anos

Os embarques de minério de ferro da Vale do porto de Ponta da Madeira, em São Luís, foram 21% menores do que o esperado em julho, segundo o Tráfego Marítimo.

O terminal tem uma capacidade nominal de carga de cerca de 230 milhões de toneladas por ano e também é um dos únicos portos do país adequado para os navios ultra-grandes Da Valemax.

A Vale anunciou no mês passado o reinício de suas atividades de carregamento na central de navios 6 (CN6) na Ponta da Madeira após 5 meses de manutenção por causa de um incêndio.

De acordo com dados da Marine Traffic, no entanto, a empresa só enviou 14,974 milhões de toneladas das 18,9 milhões de toneladas programadas no mês passado.

Fonte: Tráfego Marítimo

A empresa tem um atraso acumulado de 14 milhões de toneladas em relação à meta estabelecida para 2021 de 206 milhões de toneladas. Os embarques acumulados no final de julho foram os menores em 4 anos.

Fonte: Tráfego Marítimo

A Vale sinalizou potenciais reveses de produção no mês passado em meio a problemas temporários em várias minas de minério de ferro, mas executivos disseram que a mineradora brasileira ainda estava no caminho certo para aumentar a produção no segundo semestre do ano.

O maior produtor mundial de minério de ferro revisou seu guidance para a capacidade de produção de fim de ano para 343 milhões de toneladas por ano de 350 milhões de toneladas anteriormente, mas disse que está a caminho de atingir seu guidance anualizado de 2021 entre 315 e 335 milhões de toneladas.

ATAQUE

Flávio Dino ameaça Forças Armadas em artigo na Carta Capital

Governador acusa militares de estarem submissos a uma “facção” e exige que Forças Armadas respeitem as cores que representam.

Apontado com o maior beneficiário de um esquema que usava a Polícia Militar para espionar adversários nas eleições de 2018, o governador maranhense Flávio Dino (PSB) escreveu artigo de tom ameaçador às Forças Armadas neste fim de semana na Carta Capital.

Em 2020 a revista que abriga o artigo de Dino esteve no centro de um suposto escândalo de corrupção no governo após um contrato de assinatura R$ 1,3 milhão para escolas públicas ser tornado público.

O artigo do comunista começa com uma priva indiscutível da falta de caráter do governador maranhense. Ele afirma que “no início do século passado as forças policiais e as administrações públicas em geral eram usadas pelas oligarquias locais em benefício próprio”. O trecho é publicado três anos após o escândalo em que um ofício vazado da Polícia Militar do Maranhão ordenava a espionagem de adversários políticos do governador e poucas semanas após o ex-secretário de articulação política, Rubens Jr, conclamar secretários da pasta para a espionagem de prefeitos do interior.

Prossegue Flávio Dino no artigo em relação a servidores públicos: “Cabe a esse servidor atuar de maneira impessoal em prol do interesse público, deixando de lado seus gostos ­pessoais e as afinidades políticas”.

O governador fala de impessoalidade e desprezo por gostos “pessoais e afinidades políticas” dentro do serviço público um mês após usar as instalações do Palácio dos Leões para uma mini-convenção partidária. Na ocasião fora assinada carta compromisso com a candidatura do governador para o Senado em 2022. Impessoalidade? A impessoalidade de Flávio Dino no serviço público é parente direta da Mula Sem Cabeça e do Saci Pererê.

Após uma saraivada de bobagens, que culminam com uma defesa bisonha da corrupção contra pessoas que se levantam contra este mal, que não competem ser explicitadas aqui (leia o artigo), Flávio Dino faz uma ameaça velada às Forças Armadas.

Segundo o governador, os militares brasileiros esqueceram o significado das cores que vestem e os acusa de serem servis e submissos a partidos e “facções”.

O artigo é finalizado com a “ameaça” de que a dita submissão dos militares será enfrentada com transparência.

A tentativa de constranger as Forças Armadas em artigo publicado em uma revista comprada com verbas dos cofres públicos maranhenses é, de certo, uma prova da falta de caráter do governador.

Eleições 2022

Maranhãozinho garante que irá disputar governo do estado

Deputado federal é o sexto político do Maranhão a anunciar que pretende disputar as eleições sucessórias do governador Flávio Dino em 2022

O deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL) confirmou que deve participar da disputa pelo Governo do Maranhão nas eleições de 2022. O anúncio foi feito pelo próprio Josimar durante encontro em Bacuri, cidade do interior maranhense.

“Venha quem vier Josimar Maranhãozinho estará na disputa para Governo do Estado em 2022”, disse o deputado.

Ao lado do secretário de Indústria e Comércio, Simplício Araújo (Solidariedade), do ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Jr (PSD), do prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim (sem partido), do senador Weverton Rocha (PDT) e do vice-governador Carlos Brandão (PSDB), Josimar é o sexto político a assumir publicamente que deve disputar a eleição.

No mês passado o deputado não assinou documento de compromisso com o governador Flávio Dino (PSB) feito em evento partidário dentro do Palácio dos Leões.

Josimar tem forte influência no PL, Avante e Patriota. Dessa forma, a participação das eleições depende única e exclusivamente do próprio Josimar.

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O Diabo é moleque

Vacina Zero

Flávio Dino não irá comprar vacinas para maranhenses

Após 2 anos e mais de 200 milhões de doses distribuídas pelo Governo Federal, comunista ainda não comprou nenhuma dose de imunizante e desiste de compra da vacina Sputnik-V. Decisão joga no lixo críticas de Dino contra presidente Jair Bolsonaro sobre vacinação.

O presidente do Consórcio Nordeste, governador Wellington Dias (PT-PI), anunciou oficialmente que o grupo desistiu de comprar 37 milhões de doses da vacina Sputnik-V. A decisão afeta diretamente o Governo do Maranhão, que deve acompanhar movimento, desistir do processo e não comprar imunizantes.

Como desculpa para o fracasso da aquisição de vacinas, o grupo de governadores que formam o Consórcio Nordeste afirmam que as regras impostas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) prejudicaram a compra.

Acontece que existem outros medicamentos no mercado e o grupo de governadores, aparentemente, não trabalha com a aquisição deles.

PLACAR

Com a decisão e a crescente vacinação promovida pelo Governo Federal, é improvável que os governadores façam a opção pela compra de imunizantes ainda em 2021. Dessa forma, os críticos do presidente Jair Bolsonaro não irão adquirir uma única dose de vacina após dois anos de pandemia.

O contrato de importação de 37 milhões foi amplamente divulgado pela imprensa em março deste ano. A previsão inicial era entregar 2 milhões de doses no mês de abril.

Opinião

Flávio Dino divide para conquistar e repete erro político

Derrotado nos maiores colégios eleitorais do Maranhão na eleição passada, o governador Flávio Dino pode estar repetindo o erro que levou seu grupo político à divisão em 2020.

Ao postergar a escolha de um nome para sucedê-lo e até estimular o surgimento de outras pré-candidaturas para além das documentadas na reunião dos partidos que dão sustentação ao seu governo, ocorrida no início de julho, o governador comuno-socialista repete a surrada estratégia de dividir para conquistar.

O método usado por Dino para liderar seu grupo político funcionou em 2012, 2014, 2016 e 2018. Em 2020, a estratégia mostrou-se desgastada em São Luís e nas maiores cidades do estado, principalmente porque o governador não quis se comprometer antecipadamente com o debate sobre a própria sucessão.

A pouco menos de oito meses para deixar o comando do Palácio dos Leões, o governador divide para reinar. Com os nomes de Carlos Brandão, Josimar de Maranhãozinho, Simplício Araújo e Weverton Rocha buscando se viabilizar para a sucessão, com todos seguindo as regras acordadas entre todos os partidos da base, Dino estimula que o pupilo Felipe Camarão corra por fora e busque se viabilizar como candidato ao governo, usando da estrutura política oferecida pela Secretaria Estadual de Educação.

O risco da manobra está no fato de Dino ser obrigado, por imposição da Lei, a deixar o governo em abril do ano que vem. A partir de então, perderá a posição de árbitro e as condições para manter unido o grupo que sempre fez questão de dividir

Depois que ele renunciar ao mandato em abril, Brandão estará sentado na principal cadeira do Palácio dos Leões. Josimar, Simplício e Weverton encontrarão nas alianças que construíram as condições para seguirem ou não com as candidaturas ao governo. 

E Flávio Dino, desta vez, é quem será impelido a escolher entre vários palanques um viável para concorrer à cadeira de Roberto Rocha no Senado Federal.

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Quem foram os deputados maranhenses contra a privatização dos Correios?

Avanço

Câmara aprova texto-base do projeto de privatização dos Correios

Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) será transformada em uma empresa de economia mista, chamada de Correios do Brasil, e modifica a função da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que também será responsável por regular os serviços postais.

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (5), o texto-base do Projeto de Lei (PL) 521/21 que trata da privatização dos Correios. A proposta, encaminhada pelo governo em fevereiro, autoriza a exploração de todos os serviços postais pela iniciativa privada. Foram 286 votos a favor, 173 contra e duas abstenções. Os deputados analisam agora destaques ao projeto.

O relator do projeto, Gil Cutrim (Republicanos-MA), apresentou parecer favorável à privatização da empresa. Entre os pontos, o parecer diz que a Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) será transformada em uma empresa de economia mista, chamada de Correios do Brasil, e modifica a função da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que também será responsável por regular os serviços postais.

De acordo com o projeto, as tarifas terão reajustes anuais e poderão ser diferenciadas geograficamente com base no custo do serviço, na renda dos usuários e nos indicadores sociais. Para os serviços de cartas, o projeto prevê uma tarifa social para atendimento dos usuários que não tenham condições econômicas de pagar pelo serviço.

O relatório determina ainda exclusividade da nova empresa na operação dos serviços postais pelo prazo de cinco anos e proíbe o fechamento de agências que garantem serviço postal universal em áreas remotas. Esse prazo, segundo o projeto, poderá ser prorrogado.

A exclusividade inclui serviços postais como atendimento, coleta, triagem, transporte e distribuição no território nacional e expedição para o exterior de cartas e cartões postais; serviço público de telegrama; e atendimento, coleta, triagem, transporte e distribuição no território nacional e expedição para o exterior de correspondência agrupada.

O parecer também determina que os trabalhadores da ECT não sejam demitidos pelo período de 18 meses após a privatização. Eles poderão, entretanto, pedir demissão voluntária até 180 dias após a desestatização. O funcionário que decidir pelo desligamento terá direito a indenização de um ano de remuneração, com manutenção do plano de saúde por 12 meses a partir do desligamento e ingresso em um programa de requalificação profissional.

Votação

A votação da proposta gerou polêmica no plenário, com discursos contra e a favor da privatização.

Na opinião do relator, a privatização dará mais agilidade aos Correios e atrairá mais investimentos. “Na verdade, a empresa carece de agilidade, de eficiência, de investimentos e de um planejamento de futuro. Os números contábeis, financeiros e de efetividade na prestação de serviço demonstram que os Correios brasileiros perderam o viço e não conseguiram se modernizar diante dos desafios da revolução tecnológica que estamos vivendo”, afirmou.

O deputado Marcelo Freixo (PSB-RJ) destacou que os Correios atingem 100% dos municípios brasileiros, levando encomendas mesmo em lugares que não dão lucro para a empresa. Para Freixo, com a privatização, a maioria das cidades vai ter problemas para receber os serviços dos Correios, uma vez que, dos 5.570 municípios do país, apenas 324 dão lucro à empresa.

“Quero ver se a iniciativa privada, ao assumir, vai chegar aos municípios mais pobres, que não dão lucro”, disse o parlamentar. “Essa votação é para criar um monopólio, afastar os Correios na concorrência nas compras eletrônicas. O correio é uma empresa lucrativa. Para modernizar os Correios basta ter vontade política. Pegar o valor do próprio lucro que a empresa fornece e capacitar melhor, fornecer mais. São mais de 90 mil funcionários capacitados, basta capacitar mais”, enfatizou.

Alex Manente (Cidadania-SP) ressaltou que o Estado abrirá mão da empresa, mas manterá o controle do setor por meio de uma agência reguladora. “Estamos nesse projeto privatizando, mas dando ao Estado o poder de controle através da agência reguladora, dando condições de ter de concorrência em um setor fundamental.”

Já o deputado Orlando Silva (PcdoB-SP) lembrou que, na maioria dos países desenvolvidos, o serviço postal é prestado pelo Estado e citou o exemplo dos Estados Unidos, onde uma empresa pública presta o serviço.

Silva disse que, lá, o Estado tem atuado diretamente para induzir o desenvolvimento econômico. “Aqui no Brasil estamos abrindo mão de instrumentos que poderiam servir de suporte para a retomada do crescimento, sem falar na qualidade dos serviços que a empresa oferece”, lamentou.

Golpe

Após manifestações, TSE quer tornar Bolsonaro inelegível

Depois de garantir a candidatura do ex-presidiário Lula em 2022, STF/TSE ataca a democracia ao instaurar DOIS INQUÉRITOS ilegais contra Bolsonaro para impedi-lo de disputar as eleições

Dois dias após as manifestações que levaram centenas de milhares de pessoas às ruas à favor do Voto Impresso, o Tribunal Superior Eleitoral decidiu abrir inquérito administrativo contra Jair Bolsonaro e produzir notícia crime que podem torná-lo inelegível. Os dois procedimentos foram aprovados por unanimidade.

O encaminhamento ao Supremo Tribunal Federal (STF) de notícia-crime contra o presidente da República, Jair Bolsonaro, sugere apurar possível conduta criminosa relacionada aos fatos apurados no Inquérito 4.781, conhecido como “Inquérito das Fake News”. O ofício, assinado pelo presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso, encaminha ao relator do processo no STF, ministro Alexandre de Moraes.

Já o inquérito administrativo aberto pretende incriminar Bolsonaro por supostos crimes eleitorais nas eleições de 2018. O presidente e o vice são acusados de propaganda ilegal na época. Além disso, o TSE ampliou a investigação para fatos que possam configurar abuso de poder econômico e político, uso indevido dos meios de comunicação social, corrupção, fraude, condutas vedadas a agentes públicos e propaganda extemporânea (antecipada), em relação aos ataques contra o sistema eletrônico de votação e à legitimidade das Eleições Gerais de 2022.

As medidas são visivelmente parte de uma estratégia política do TSE e do STF, que começou com a soltura e possibilidade de candidatra do ex-presidiário Lula, que fere diretamente a instabilidade e a harmonia entre os poderes.

Os ministros do STF estão atacando a democracia.

Imperdoável

Incompetência na SEMUS faz São Luís perder R$ 800 mil na saúde

Mesmo com situação caótica na saúde, omissão da Secretaria Mucipal de Saúde fez setor perder quase um milhão. Situação irá prejudicar milhares de pessoas carentes em uma das áreas mais populosas da capital

Por conta da ingerência na Secretaria Municipal de Saúde (SEMUS) de São Luís, o município de São Luís perdeu R$ 800 mil em recursos destinados a saúde na capital maranhense. Os recursos de emendas foram destinados ao município pelo deputado federal Pedro Lucas (PSD) para ajudar em um dos maiores projetos sociais no setor da capital.

Os recursos seriam destinados ao Projeto Viva Bem Mais, que conta com 16 especialidades e é responsável pelo atendimento direto de milhares de pessoas na Vila Luizão, Sol e Mar, Divinéia, Brisa Mar, Planalto Turu e adjacências.

Entre os serviços estão consultadas médicas, odontológicas, psicológica, acompanhamento nutricional, fisioterapia e enfermeira. O projeto é de inciativa do vereador Marquinhos Silva (PSD).

Por se tratar de uma unidade auxiliar efetiva no atendimento de saúde pública em uma das áreas mais populosas de São Luís, o projeto deveria ser uma prioridade da Prefeitura de São Luís. O que, na nova gestão tocada por Eduardo Braide, não aconteceu.

Os recursos foram disponibilizados pelo Governo Federal e inexplicavelmente a SEMUS deixou de aplica-los. Com isso, os R$ 800 mil foram resgatados e o projeto ficou sem eles. Logo, a omissão da secretaria irá prejudicar diretamente milhares de pessoas.

Há a suspeita de que o prefeito Eduardo Braide (Podemos) tenha encarnado o espírito perseguidor do governador Flávio Dino (PSB) e ordenado a retenção dos recursos para prejudicar o vereador Marquinhos.

Caso confirmada a suspeita, Braide pode estar enveredando por um caminho completamente diferente daquele que fez o eleitor elegê-lo prefeito poucos meses atrás.

Simplício mantém pré-candidatura e defende saída econômica para o Maranhão

Secretário é o único político maranhense na atualidade que defende abertamente agenda de crescimento econômico no estado

O secretário de Estado de Indústria, Comércio e Energia, Simplício Araújo (Solidariedade), voltou a defender sua pré-candidatura ao Governo do Maranhão. O secretário tem se destacado por ser, entre todos os demais postulantes ao cargo de governador, que tem defendido o desenvolvimento econômico como saída para o Maranhão.

Em live transmitida por uma cadeia de rádios e em vários canais na internet, Simplício falou sobre o cenário político local e analisou o ambiente sócio-econômico do estado. “Sou pré-candidato ao governo do meu estado. Cheguei até aqui de cabeça erguida e vou continuar de cabeça erguida”, disse.

Até o momento confirmaram pré-candidatura ao governo o senador Weverton Rocha (PDT), o vice-governador Carlos Brandão (PSDB), o ex-prefeito Edivaldo Holanda Jr (PSD) e o prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim.

Simplício é o único deles que aposta a maioria de suas fichas na conquista da vaga por meio de propostas de desenvolvimento econômico e com ênfase na população.

Provocação

Quem ganha e quem perde

Vídeo

Resposta à Intimidação da CPI

Herança maldita

Flávio Dino transformou Estrada do Araçagy na Rodovia da Morte

Obra na capital maranhense se arrasta há 8 anos e custou cerca de R$ 10 milhões por cada quilômetro. Mortes e acidentes são frequentes no lugar e em outras rodvias estaduais. Apesar disso, Flávio Dino pede a Bolsonaro para assumir rodovias federais no Maranhão.

Em obras desde o início do primeiro mandato do comunista Flávio Dino, a MA 203 foi transformada pelo governador em uma verdadeira rodovia da morte. Toda semana são registradas dezenas de acidentes nos mais variados trechos em uma extensão de pouco mais de 5 km. Além disso, a ação do governo desvalorizou a área, forçou o abandono de centenas de moradias e inferniza, até hoje, quem decidiu continuar morando na localidade.

RALO DE DINHEIRO

As obras na MA 203, também conhecida como estrada do Araçagy, havia sido quase concluída na gestão da ex-governadora Roseana Sarney (MDB). Inexplicavelmente, as obras tocadas por Roseana foram desfeitas por Flávio Dino e, inacreditavelmente, retomadas anos depois.

O trecho de 5 km já consumiu mais de R$ 50 milhões aos cofres públicos. Dessa forma, o governador gastou R$ 10 milhões por cada quilômetro na obra.

OBRA GENOCIDA

Apesar do elevado gasto e de levar quase o mandato inteiro para concluir a obra (que talvez ainda seja terminada apenas pelo próximo governador), a MA 203 é atualmente a rodovia mais perigosa do Maranhão.

Os custos não representaram preocupação com o novo desenho do percurso. São inúmeras curvas em funil, trechos confusos e segmentos que funcionam como verdadeiras armadilhas para motoristas, ciclistas e pedestres.

Todas as semanas são registrados inúmeros acidentes por portais de notícias locais. O número de vítimas fatais que já tiveram a vida tirada pela obra milionária e assassina do governador é omitido pelo Governo do Estado.

IRONIA

Além da Rodovia da Morte criada em seu governo, Flávio Dino também acumula fracassos na política de infraestrutura viária do estado. O caso mais emblemático, entre tantos outros, da incompetência do governador na infraestrutura foi uma obra de poucos quilômetros na MA-315 que liga os municípios de Barreirinhas e Paulino Neves.

A obra custou R$ 12 milhões e literalmente desmanchou após dois meses da inauguração. Como de costume, apesar do flagrante desperdício de recursos públicos, o governo não foi responsabilizado pelo desperdício de recursos público.

Mesmo com o histórico de fracassos, o governador Flávio Dino se colocou à disposição do Governo Federal para ajudar na manutenção de estradas federais.

previu a própria morte

Líder comunitário executado em São Luís disse que comunista iria matá-lo

Assassinado neste domingo (1), Nestor Almeida afirmou que membro do PCdoB e do governo Flávio Dino seria mandante do crime anos atrás.

Assassinado na noite de ontem (1), o líder comunitário Nestor Almeida previu que seria assassinado. Nestor, que era um dos ativistas por moradia mais conhecidos da capital maranhense, foi morto a tiros em um bar. Anos atrás o líder comunitário apontou secretário de governo, Márcio Jerry, como possível mandante de um futuro atentado contra ele. A acusação foi feita ainda em 2015, há sete anos.

“Quem matou o jovem Fagner na Vila Luizão não foi a PM, mas sim a ordem do ditador Márcio Jerry, e eu sou o próximo segundo gente ligado à ele, por isso, Direitos Humanos, se me matarem, já sabem a quem prender”, disse em suas redes sociais.

No ano da acusação, Jerry ocupava a Secretaria de Articulação Política e Assuntos Federativos. Procurado para opinar sobre a situação, Jerry desconsiderou a situação.

Durante aquele período, Nestor comandou uma série de protestos contra o Governo do Estado que foram severamente reprimidos pelo governo. Mulheres e crianças chegaram a ser atingidas com bombas de gás. Era o primeiro ano de gestão do governador Flávio Dino (PCdoB).

É improvável que o secretário seja investigado com base nas declarações publicadas em perfil social da vítima. A Sociedade Maranhense de Direitos Humanos, acionada por Nestor, também deve eximir-se de qualquer manifestação sobre o caso.

Ocorre que a situação seria completamente diferente se Nestor Almeida tivesse acusado algum membro da Família Sarney, apoiador de Bolsonaro ou membro da oposição do governo Flávio Dino

E aí está o cerne dessa situação: por que tratar a situação com desdém para uns e com extrema gravidade se tivesse sido com outros?