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IRRESPONSABILIDADE

Prefeitura de Ribamar quer contrair empréstimo escandaloso

Manobra fiscal pode endividar cidade em R$ 47 milhões. Justificativa para dívida milionária, entre outras coisas, é a “elaboração de estudos”.

A gestão das contas públicas em São José de Ribamar corre risco. O atual prefeito, Dr. Julinho, tem tomado decisões que devem arruinar as contas da cidade dentro em breve. Recentemente o prefeito tentou contrair um empréstimo de R$ 29.950.000,00 junto à Caixa Econômica Federal.

Para que tanto dinheiro? “Elaboração de estudos, planos, projetos, gerenciamento e fiscalização de obras, execução de obras de infraestrutura urbana e rural, equipamentos e mobiliários urbanos no município”

A primeira proposta foi recusada. Nela, o município de São José de Ribamar receberia R$ 29.950.000,00 e pagaria R$ 33.459.388,90. Na nova proposta, o valor da dívida será de R$ 47.559.203,68. Ou seja: uma taxa de juros escandalosa que começa em mais de 50%.

As manobras intermináveis em relação à contração de empréstimos e investimentos duvidosos dão a impressão de que um processo de saque dos cofres públicos pode estar em curso. Já no início da gestão, a Prefeitura Municipal.

Insegurança jurídica trava potencial econômico da Avenida Litorânea

Espaço, que deveria ser estratégico para a retomada econômica na capital, no período pós-pandemia, é prejudicado pela burocracia e pela falta de empenho dos agentes públicos

Com uma extensão de 8,6 Km, a Avenida Litorânea é um dos principais pontos turísticos da cidade. Apesar do cartão postal emblemático da cidade centenária, a ocupação da área foi tardia, tendo iniciada apenas a partir de meados dos anos 1980. Mesmo com o potencial turístico estratégico inquestionável, que deveria ser fundamental na retomada da economia no pós-pandemia, a atividade econômica na Avenida Litorânea ainda é marginalizada e sofre com a burocracia e insegurança jurídica.

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FACÍNORA

Flávio Dino descarta profissionais da saúde que trabalharam na pandemia

Denúncias afirmam que servidores do Hospital de Cuidados Intensivos (HCI) estão sendo demitidos sem aviso prévio e sem receber direitos trabalhistas

Inaugurado em abril de 2020, o Hospital de Cuidados Intensivos (HCI) foi a primeira unidade exclusiva para assistência a pacientes com o novo coronavírus no Maranhão. Apesar do espetáculo midiático de enaltecimento dos profissionais que atuaram na linha de frente do combate a pandemia, denunciais revelam que centenas de enfermeiros e médicos, tratados como “heróis” em um passado recente pelo governador, estão sendo demitidos sem aviso prévio e sem receber suas rescisões contratuais devidamente.

O HCI

Cerca de 2 mil pessoas formaram o destacamento que enfrentou a pandemia no HCI. Muitos deles sendo obrigados a deixar as famílias e vivendo em turnos que se dividiam entre a solidão e o trabalho. Muitos médicos e enfermeiros, para proteger a família, passaram semanas isolados. A importância do trabalho desses profissionais no HCI é revelada pelos números. Com apenas três meses de funcionamento, o hospital já havia tratado de 807 pacientes e realizado mais de 52 mil exames de imagem e laboratoriais.

Em várias ocasiões o governador Flávio Dino enalteceu publicamente os “heróis” da saúde. Inclusive o governo produziu várias homenagens. Uma delas em uma paredão na avenida Litorânea.

DESCARTADOS

Passado por mais de um ano após a inauguração do HCI, os “heróis” da guerra contra a pandemia estão sendo descartados pelo governo. A diminuição do número de casos de Covid-19 está resultando na desativação gradativa do HCI para o tratamento exclusivo de casos da pandemia. Os profissionais entendem a necessidade dessa mudança.

“Sabemos que houve uma diminuição da necessidade de mão-de-obra. Todos aceitamos de forma natural a situação”, disse uma das enfermeiras que procuraram o blog para fazer a denúncia. Apesar de aceitarem as demissões, os profissionais da saúde reclamam do processo como a situação está sendo tocada pelo governo do estado. Segundo as denúncias, muitos médicos e enfermeiros estão sendo demitidos sem aviso prévio e sem receber a integralidade de seus direitos trabalhistas. “Tem gente que ficou sabendo que seria demitida na véspera e até hoje não recebeu os direitos”, afirmou uma enfermeira.

Até o pescoço

Polícia Federal volta a investigar Covidão na gestão de Edivaldo Holanda Jr

Nova operação contra desvios de recursos que deveriam ser usados no combate à pandemia foi realizada nesta terça (28). Ações contra gestão do ex-prefeito na saúde se acumulam nos últimos meses

A Polícia Federal cumpriu mandatos de busca e apreensão como parte das investigações de desvios de recursos que deveriam ser usados no combate à Covid-19 em 2020. Segundo as suspeitas, uma organização criminosa fraudava licitações para a contratação de empresas fantasmas.

Denominada de Operação Desmedida, a ação mirou as cidades de São Luís/MA e Paço do Lumiar/MA. Além das investigações, os agentes também atuaram para desarticular o grupo criminoso que atuava na Secretaria Municipal de Saúde de São Luís.

Foram constatadas fraudes em dois processos licitatórios instaurados, em 2020, na secretaria para a contratação de insumos destinados ao combate à COVID-19. À época a capital era governada pelo então prefeito Edivaldo Holanda Júnior, pré-candidato ao Governo do Estado.

A Polícia Federal cumpriu 06 (seis) Mandados de Busca e Apreensão e 06 (seis) Mandados de Constrição Patrimonial, com valores que chegam a 1,2 milhões de reais.

Além de forjarem o processo licitatório, de acordo a Controladoria Geral da União (CGU), também aconteceu superfaturamentos e simulação de vendas.

Se confirmadas as suspeitas, os investigados poderão responder por fraude à licitação (Art. 90, Lei 8.666/93), superfaturamento, simulação de compra e venda (Art. 96, I, IV e V, Lei 8.666/93), peculato (Art. 312 do Código Penal), associação criminosa (Art. 288 do Código Penal) e lavagem de dinheiro (art. 1º da Lei 9.613/98). Somadas, as penas podem chegar a 31 (trinta e um) anos de prisão.

BARBARIDADE

Polícia prende pastor acusado de estuprar evangélica no Maranhão

Após denúncias, pastor fugiu do estado. Prisão foi realizada no estado do Pará.

A Polícia Civil do Maranhão prendeu na manhã dessa segunda-feira (27) em Belém, no estado do Pará, um pastor suspeito de ter praticado o crime de estupro contra uma fiel, uma jovem de 21 anos, na cidade de Tutóia, a 463 km de São Luís.

Segundo a polícia, o caso aconteceu na noite do dia 21 de maio deste ano no povoado Paxicá, situado na zona rural de Tutóia. De acordo com a investigação policial, o suspeito aproveitou-se da condição de pastor da igreja onde a vítima frequentava, no Povoado Porto de Areia, e cometeu o abuso sexual mediante grave ameaça de morte.

Diante das provas produzidas no inquérito, foi pedida a prisão preventiva do investigado, cujo mandado de prisão foi expedido pela Comarca de Tutoia.

MATÉRIA COMPLETA NO G1 MARANHÃO

ACIDENTE

39 funcionários da Vale estão presos em mina há 2 dias

Acidentes começam a se tornar frequentes na rotina da empresa. Caso dessa vez aconteceu no Canadá.

Funcionários da mineradora Vale estão presos em uma mina de Totten na cidade canadense Sudbury, desde o último domingo (26). São 39 pessoas presas no subsolo. Até o momento os trabalhadores passam bem e a empresa tenta resgatá-los. “Todos estão seguros, com acesso à água, a alimentos e a remédios”, diz nota da empresa.

Os funcionários estão em diferentes setores da mina, localizados entre 900 e 1,2 mil metros de profundidade. É esperado que o resgate aconteça na noite desta terça (28).

O acidente aconteceu após um veículo usado para a transferência de empregados saiu do eixo, depois de um incidente em um poço. Segundo a Vale, os empregados estavam no subsolo no momento e imediatamente foram para os postos de refúgio, como parte dos procedimentos normais.

Polícia Federal recomendou ao TSE adoção do voto ‘impresso’

Relatório obtido pelo senador Esperidião Amin contém 14 recomendações à corte eleitoral para fins de auditoria

O senador Esperidião Amin (PP-SC) disse que a Polícia Federal (PF) recomendou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a adoção do voto auditável, além da transferência para a Agência Brasileira de Inteligência de tarefas executadas por empresas terceirizadas contratadas pelo TSE. As informações constam em relatório obtido por Amin. Os dados foram divulgados em sessão sobre a apuração e a totalização dos votos nas eleições, na segunda-feira 27.

Conforme o parlamentar, o documento da PF tem 14 recomendações e chegou ao TSE em outubro de 2018, quatro meses depois de uma liminar do Supremo Tribunal Federal tornar sem efeito um artigo da reforma eleitoral (a Lei 13.165, de 2015) que previa a impressão do comprovante do voto. Assinado por três peritos da PF, o texto recomenda “que sejam envidados todos os esforços para que possa existir o voto impresso para fins de auditoria”.

“O TSE optou pela centralização, sob o argumento de que a nova rotina envolveria estrutura mais confiável. Há, no entanto, pontos controversos”, salientou o congressista, na sessão do Congresso Nacional. “As eleições de 2018, com apuração descentralizada nos Tribunais Regionais Eleitorais, transcorreram sem qualquer incidente. O pleito de 2020, centralizado no TSE, sofreu com atrasos não usuais, tampouco justificáveis”, lembrou o senador.

Quem te viu e quem te vê

Jornalista maranhense surta e tem crise grave de identidade

Profissional, que já satanizou todas as instituições em nível municipal, estadual e federal ao longo da carreira, está chocado com críticas ao STF por membro do TCE

Ao longo das últimas duas décadas li, ouvi e vi por milhares de horas todos os jornalistas maranhenses que importam. Aprendi o que fazer, muito mais do que na universidade, acompanhando a imprensa local. Por se tratar de um ofício humano, também aprendi o que não fazer da mesma forma. E Raimundo Garrone ensinou, dias atrás, com maestria o que significa hipocrisia. Pelo menos aos mais atentos…

Durante muito tempo Garrone foi o mais eficaz investigador da imprensa local. De temperamento forte, não foram poucas as vezes em que acusou instituições e pessoas com substantivos que fazem a vergonha soar como elogio. Garrone não era, não é e não será lembrado por ser um jornalista de mãos leves e por opiniões singelas.

Neste aspecto, somos do mesmo grupo: jornalistas de língua ferina e dedos que estalam teclas. Só que ao contrário de Garrone, eu sei quem sou e não me permito esquecer disso. Ele, sabe-se lá por quê, parece ter esquecido de quem é no último 23 de setembro.

Neste dia publicou em seu blog um texto intitulado: “Adesivo em carro do chefe do Ministério Público de Contas do TCE-MA diz que STF é ‘Vergonha nacional’”. Resolveu descer da cobertura da análise política local para o subsolo do ofício para analisar um… adereço automotivo. Quem diria, quem dia.

Garrone fez um texto raivoso em que nos dois primeiros parágrafos defeca uma introdução preocupada apenas em adjetivar desafetos. Lá pelo terceiro parágrafo, decide mostrar o verdadeiro alvo da verborragia: o procurador-chefe do Ministério Público de Contas do Maranhão, Jairo Cavalcante Vieira. O crime? Um adesivo de carro. O jornalista que já pautou por diversas vezes a imprensa local com investigações espetaculares preocupado com um ADESIVO DE CARRO. Não são milhares de adesivos pagos com dinheiro público roubado da compra de respiradores, de desvios de obras públicas e muito da demolição de ginásios. É apenas um adesivo humilde que representa uma opinião estruturada em três palavras.

O teor do adesivo? “STF vergonha nacional”.

Garrone, o jornalista que já criticou, avacalhou e ridicularizou centenas de vezes o Judiciário, o Legislativo e Executivo nas instâncias municipal, estadual e federal com críticas que vão muito além de uma frase com três palavras, colérico por conta de um adesivo colado em um para-choque.

Por que um adesivo que manifesta uma opinião ácida incomodou tanto um jornalista conhecido por décadas de opiniões ácidas? Apenas a hipocrisia tem capacidade de abrigar uma explicação adequada para o ato circense travestido de jornalístico.

Circense até se tornar trágico! Até que o jornalista tenta conclamar os demais membros do Tribunal de Contas do Maranhão a vestir o manto da hipocrisia para tentar prejudicar Jairo Cavalcante Vieira.

E os pares do MPC. Concordariam? Aprovariam? Calariam constrangidos? E entre os membros da corte de contas do Estado? Não se sentem atingidos? Como se sentiriam se, por exemplo, se um advogado contrariado com alguma decisão do órgão passasse a exibir, em seu carro, um adesivo com os dizeres “MPC vergonha estadual”?

Que loucura ver um jornalista que ganhou notoriedade fazendo críticas, em sua maioria SUBJETIVAS, tendo ataque de pelanca porque um cidadão comum resolveu criticar uma instituição.

Kaio Saraiva mostra força e reúne mais de mil advogados durante lançamento de campanha

Número de adeptos tem crescido ao longo das últimas semanas

Em um grande evento para advocacia maranhense, com um público de mais de 1.300 pessoas, Kaio Saraiva, pré-candidato à presidência da OAB/MA, recebeu intenso apoio de advogados e advogadas de São Luís e do Maranhão.

Comitivas partiram de várias cidades maranhenses para prestigiarem o pré-lançamento da campanha do grupo Trabalho e Compromisso, que tem a liderança de Kaio Saraiva.

Reconheceram que no projeto coletivo do atual diretor-financeiro da Seccional Maranhense, o foco será preservar as conquistas para avançar cada vez mais. O evento aconteceu no Vila Realle, em São Luís, na noite de quinta-feira.

Em sua fala, Kaio Saraiva, ressaltou a importância de manter as conquistas e avançar cada vez mais. “Querem diminuir as mais de 90 comissões, que instituímos ao longo da gestão, e que atuam em prol da advocacia e da sociedade?. Querem que escritórios compartilhados não sejam mais inaugurados e entregues para a Ordem? Querem que ignoremos as demandas da Jovem Advocacia? É essa a mudança que querem?. Garanto a vcs, vamos manter todas essas conquistas e seguir avançando cada vez mais”, afirmou.

O evento contou com a presença dos presidentes de Subseções da OAB/MA que aclamaram Kaio Saraiva como presidente da OAB/MA para o triênio 2022/2024. A presidente da Subseção de Bacabal, Andréia Furtado, falou sobre a valorização da gestão de Thiago Diaz, com a presença sempre de Kaio Saraiva na gestão, da valorização da advocacia no interior do Estado e também da Mulher. “Acredito que Kaio Saraiva conservará todas essas conquistas e trará muito mais avanços para os advogados e advogadas do Maranhão”, afirmou.

Sobre Kaio Saraiva

Advogado militante e profundo conhecedor dos problemas da advocacia maranhense, o pré-candidato alia sensibilidade com determinação e eficiência para enxergar os problemas dos profissionais e apresentar soluções.

A atuação na diretoria da Escola Superior de Advocacia ao lado do professor João Batista Ericeira e Lilianne Saraiva (2017 a 2018), que resultou em cerca de 10 mil profissionais qualificados pela instituição e uma gestão financeira exitosa e eficiente com recente aprovação das contas da OAB/MA pelo Conselho Federal da Ordem, são feitos que o conduzem para a presidência da Casa no triênio 2022/2024.

Propostas

São mais de cem propostas distribuídas em nove eixos que contemplam advogados e advogadas do Maranhão. As propostas sugerem um avanço contínuo, seguro com a certeza de mais conquistas para a classe advocatícia no Maranhão. São inovadoras como a Ampliação do programa Cashback, por meio do qual o advogado poderá quitar sua anuidade e receber de volta parte do valor gasto em compras; criação do Plano de Saúde da Advocacia e da Previdência da Advocacia, Criação da Diretoria de Capacitação da Jovem Advocacia; Estimular a produção e a participação da mulher advogada na produção acadêmica, em especial voltada a participação da mulher na política e em espaços de poder; entre outras propostas.

FRACASSOU

Aprovação de Flávio Dino derrete com chegada do fim do governo

Sete anos após chegar ao poder e cair em escândalos de corrupção, aumento de impostos, endividamento e aumento da miséria, decepção com fracasso da gestão comunista faz desabar aprovação do governo

Eleito em 2014 com a promessa de revolucionar o Maranhão e tirar o estado do “atraso”, o comunista Flávio Dino vê sua popularidade derreter com a chegada do fim do seu governo. Reeleito no primeiro turno em 2018 e sete anos após sua chegada ao poder, o governador vive seu pior momento político no estado.

Pesquisa DataTempo, do jornal O Tempo, mostra que o governador Flávio Dino (PSB) atingiu seu pior índice de reprovação desde que foi eleito. A pesquisa mostra que 42,7% que reprovam o governo do comunista. A aprovação, ainda maior, alcança 51,2%. O índice já chegou a ultrapassar 60%.

Teoricamente o que se observa com a mudança dos números é uma queda acentuada da aprovação com a chegada do fim do governo. Isso significa que os maranhenses começam a ter um choque de realidade em relação ao governo e analisar negativamente o governo. Caso seja mantida a queda, antes das eleições é provável que o número de descontentes supere o de satisfeitos com o governo.

Além de não cumprir suas promessas de modernização e crescimento, o governo de Flávio Dino foi envolto em escândalos de corrupção, aumento de impostos, endividamento e aumento da miséria.

Recentemente o governo foi marcado pelo sumiço de milhões de reais que deveriam ser usados na compra de respiradores, além de medidas que incidem no aumento da gasolina. A divulgação de que o número de miseráveis aumentou no estado com a chegada de Flávio Dino ao poder também estão fazendo aumentar a decepção com o governo.

TRABALHO

Aluísio Mendes anuncia mais benefícios para São Luís Gonzaga do Maranhão

Parceria entre parlamentar e prefeito Dr Junior tem melhorado serviços públicos e qualidade de vida no município

Por intervenção do deputado federal Aluísio Mendes (PSC), o município de São Luís Gonzaga do Maranhão recebeu nos últimos meses recursos para a construção de mais de 100 quilômetros de estradas vicinais. No total foram mais de R$ 3 milhões que irão facilitar a mobilidade no município.

O trabalho do parlamentar na cidade também abrange as áreas de saúde e segurança pública. Por ação do deputado, foram destinador outros R$ 3.5 milhões para a saúde que ajudaram a equipar o setor na cidade. Com os recursos foram adquiridos um raio-X digital (o melhor e mais moderno da região do Médio Mearim), além de todos os equipamentos necessários para análises clínicas e um novíssimo equipamento de ultrassom.

O deputado ainda foi responsável pelos recursos usados na aquisição de uma viatura que irá auxiliar a Guarda Municipal na segurança da população. “Ficamos orgulhosos de consolidar em São Luís Gonzaga um trabalho que já existe em outras dezenas de cidades. Trabalho que resulta em benefícios para o povo e reconhecimento de nosso esforço”, disse o deputado.

Durante visita ao município neste fim de semana, o prefeito Francisco Pedreira Martins Junior, o Dr. Junior, agradeceu ao parlamentar pelo empenho. “É o deputado que mais fez por São Luís Gonzaga na história”, disse o prefeito.

RAPOSA

Réu por corrupção, Weverton quer desfigurar Lei de Improbidade

Senador pelo Maranhão, pedetista tenta colocar texto em votação sem que tenha sido feito nenhum debate aprofundado e sem acolher nenhuma emenda

Relator na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do projeto que altera a Lei de Improbidade Administrativa de modo a tornar ainda mais fácil aos gestores públicos desviarem recursos do erário, o senador Weverton Rocha (PDT-MA) tenta colocar o texto em votação sem que tenha sido feito nenhum debate aprofundado e sem acolher nenhuma das 42 emendas encaminhadas pelos colegas de parlamento.

A proposta, que vem sendo criticada por integrantes do Ministério Público e ativistas anticorrupção por desfigurar completamente a Lei de Improbidade e efetivar uma espécie de licença para roubar, pode ser votada nesta terça-feira (28).

O projeto foi aprovado pelo plenário da Câmara em junho último, numa votação que durou oito minutos. No último dia 13, Weverton foi escolhido relator da matéria no Senado, apresentou seu relatório em 24 horas, e tentou liquidar a fatura ainda na semana passada, sob alegação de que o texto já havia sido debatido nos estados. Só não conseguiu concretizar a artimanha por mobilização de procuradores, membros do Ministério Público e dos senadores Lasier Martins (Podemos-RS) e Álvaro Dias (Podemos-PR).

O pedetista responde a processo de improbidade no qual é acusado pelo MPF, dentre outras suspeitas, de enriquecimento ilícito. As alterações nas regras de punição da lei podem beneficá-lo, inclusive de ser livrado de eventual enquadramento na Lei da Ficha Limpa.

Entre os pontos encaminhados por Weverton está a que barra a perda do cargo em casos em que o acusado não ocupa mais o posto que motivou o processo, excetuando apenas casos “de caráter excepcional”. O senador, por exemplo, se condenado na ação em que é réu na Justiça Federal por improbidade, não perderia o mandato em decorrência de um fato da época em que foi assessor do gabinete de Carlos Lupi no Ministério do Trabalho e Emprego.

Para punir um gestor público por desvio de recursos ou enriquecimento ilícito, se aprovado o malabarismo retórico de Weverton Rocha, passará a ser preciso primeiro provar que as irregularidades foram cometidas com dolo ou má-fé.

Desrespeitar a LAI (Lei de Acesso à Informação), como o pedetista vem fazendo em relação a um pedido feito pelo ATUAL7 ao seu gabinete no Senado, por exemplo, deixará de ter punição, porque não está mais listado como ato ilícito na nova lei.

De acordo com o procurador da República Frederico de Carvalho Paiva, que apresentou os memorais (última manifestação das partes no processo) na ação que corre na 6ª Vara Federal do Distrito Federal (DF), Weverton teria recebido benesse providenciado pelo empresário Adair Antônio de Freitas Meira, de Goiânia (GO), que comandava uma rede de entidades que mantinha R$ 17,3 milhões em convênios firmados com a pasta controlada pelo PDT no governo Dilma Rousseff (PT).

Em 2016, como deputado federal, Weverton Rocha foi o autor do principal destaque ao projeto da lei das “10 Medidas contra a corrupção”. Nele, propôs que magistrados e integrantes do Ministério Público respondam por crime de abuso de autoridade quando atuarem com conduta incompatível com o cargo. Na ocasião, o texto foi considerado uma tentativa de intimidar a Operação Lava Jato, uma das maiores iniciativas de combate à corrupção e lavagem de dinheiro da história recente do Brasil.

Weverton também é réu em outra ação, mas na esfera criminal, por peculato, como é chamado o desvio de recursos públicos por agente público. Indiciado pela Polícia Civil, o pedetista ficou em silêncio durante o interrogatório, segundo ele, como forma de protesto.

JORNALISMO PETISTA

Jornalista culpa privatização por disjuntor desligado em casa

Eliane Cantanhêde passou vergonha ao culpar empresa privada por problema interno em sua residência

A jornalista da GloboNews, Eliane Cantanhêde, passou uma grande vergonha no fim de semana. Em uma tentativa de manter sua militância esquerdista e tentar desacreditar as privatizações, ela usou a sua conta do Twitter para reclamar de um apagão que, segundo ela, teria sido resultado do processo de saída do serviço público do setor de energia.

Sete horas depois, a Eliane Cantanhêde voltou a reclamar. “Agora são 12 horas sem luz em casa e sem atendimento. Apagão da Neoenergia.”, disse a jornalista.

Eis a resposta da Neoenergia:

“Nossas equipes estiveram no local às 1h30 da madrugada, mas não conseguiram contato. Foi constatado que a rede de energia não apresentava defeitos. Por volta das 7h20, retornaram e constataram que o disjuntor interno da residência estava desligado. Desculpe os transtornos”, escreveu a Neoenergia pelo Twitter.

A “barrigada” de Eliane Cantanhêde reforça bem a ruína do jornalismo petista. Ávida por criticar as privatizações, a jornalista sequer se dá ao luxo de prestar atenção nas situações mais escancaradas.

Eleições OAB

Grupo de Diego Sá divulga pesquisa feita por empresa especializada em organização de feiras e construção civil

Bateu o desespero na pré-campanha do presidente da CAAMA, Diego Sá, ao comando da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Maranhão.

Dois dias após ser condenado pelo Conselho da OAB/MA a devolver mais de R$ 100 mil aos cofres da Caixa de Assistência, devido ao fato de não ter comprovado sua aplicação no exercício financeiro de 2020, quando iniciou-se a pandemia, Sá e seu grupo, com o objetivo de espalhar fake news e, desta forma, confundir a opinião da classe, divulgaram uma pesquisa de intenção de voto realizada por uma empresa de nome MOB.

Sediada em Caxias, a referida empresa, conhecida no mercado como instrumento para atender interesses, dependendo do gosto do cliente, é especializada em organização de feiras e construção civil, conforme consta no seu registro no cadastro da Receita Federal.

O resultado, claro, não poderia ser diferente, colocando o presidente da Caixa, que rompeu com o grupo que o indicou para tal posição, na liderança da corrida pela presidência da Ordem, cujo pleito ocorrerá em novembro.

Entre os causídicos e causídicas, o fato gerou indignação, risadas e soou como um claro sinal de desesperança e angústia que se abateu no grupo do intrépido pré-candidato.

Diárias ilegais – Na decisão plenária do Conselho da OAB do Maranhão, tomada na última quinta-feira, Diego Sá foi condenado a devolver mais de R$ 100 mil aos cofres da CAAMA, sendo que somente a título de diárias indevidamente recebidas o montante soma R$ 30.700,00.

No voto apresentado pelo conselheiro Raimundo Everardo, acompanhado pela maioria dos conselheiros, foi destacado que a diretoria da Caixa, além de receber o ressarcimento de todas as despesas das viagens que faziam representando a instituição, recebia também cumulativamente diárias em cada viagem.

Para piorar a situação, não foram apresentados recibos ou comprovantes de despesas descritas como “adiantamento para viagem” no total de R$ 38.800, e “restituição de viagens” no valor de R$ 32.500,00.

A prestação de contas de Sá, de acordo com análise da Comissão de Contas, apresentou, ainda, outras situações, no mínimo, inusitadas que apontam, por exemplo, para um gasto, no valor de R$ 169 mil, feito para aquisição de mobília que, de acordo com o próprio pré-candidato, estão armazenadas na sede da Caixa desde dezembro do ano passado.

CÍNICO

Poluidor de praias, Flávio Dino defende meio ambiente em conferência

Apesar de permitir que empresa do governo polua praias do Maranhão, comunista posa de defensor do meio ambiente em conferência

O despejo de milhões de litros de esgotos nas praias de São Luís aparentemente credenciou o governador Flávio Dino a falar sobre meio ambiente. O comunista participou nesta semana do GLF Amazônia (Global Landscapes Forum). A conferência internacional reuniu cientistas, políticos, jornalistas, ativistas e líderes de grupos afrodescendentes e indígenas, entre outros, para debater soluções de preservação da floresta amazônica.

Desde que assumiu o governo do estado, Flávio Dino tem tentado passar a ideia de ser um defensor do meio ambiente. Ao mesmo tempo, seu governo fracassou em absolutamente todos os setores ligados ao debate.

Entre os casos mais grotescos, está o despejo de esgotos nas praias de São Luís de forma indiscriminada pela Companhia de Águas e Esgotos do Maranhão (CAEMA). A empresa é controlada pelo governo do estado.

Além disso, Flávio Dino também ordenou desmatamento de uma grande área de reserva ambiental em São Luís para a construção de um parque.

No governo do comunista também avançaram as queimadas no estado.

No início do seu primeiro mandato, governador também autorizou o uso da força policial na expulsão de uma comunidade quilombola no Cajueiro, área nas proximidades do Porto do Itaqui. Além do desastre humanitário, a ação também abriu as portas para que o lugar abrigasse mais empresas poluidoras.

O governador participou da plenária “Como construir um modelo de desenvolvimento endógeno?”, mediada pela jornalista Miriam Leitão. Mesmo sendo mandatário de um governo que não liga para o meio ambiente, Flávio Dino conseguiu ludibriar os demais participantes com seu discurso desconexo da realidade.

“Nós precisamos de um modelo de economia verde que garanta que os 30 milhões de brasileiros e brasileiras que moram na Amazônia tenham seus direitos sociais atendidos. Então, nós partimos da visão segundo a qual não existe sustentabilidade ambiental sem sustentabilidade social e vice-versa”, mentiu Flávio Dino.