Linhares Jr.

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Incautos preconceituosos

Por sentir na “pele” a rotulação atribuída ao meu sobrenome, a dificuldade de ser ouvido por alguns, de construir uma história própria e de expor ideias de forma imparcial, me interesso e estudo a problemática do PRECONCEITO de perto. O desejo de trabalhar pelo meu estado, o Maranhão, me faz aceitar e encarar o jogo político rasteiro de estereótipos arquitetados por profissionais do marketing e difundidos para as massas. Combater qualquer forma de prejulgamento é uma luta árdua, como já venho relatando em vários artigos publicados nesta coluna. No entanto, não existe nada mais revoltante do que o preconceito racial, principalmente no Brasil, um país mestiço e que tem na diversidade um de seus maiores ativos.

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Para que serve a liberdade de expressão

Assisti ao famigerado especial de Natal: algumas boas piadas avulsas ao largo de um enredo centrado em achincalhar Jesus Cristo, a Virgem Maria e Deus, que figura como um sujeito asqueroso e despudorado. A despeito do material ofensivo a muitos cristãos, não pode ser censurado.

Para que serve a liberdade de expressão?

Quando um indivíduo se expressa livremente, ele materializa seu pensamento, sentimento, emoções, dúvidas, crenças… —é seu direito, dado pela própria existência, que nenhuma proibição conseguiria mudar.

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Tirar Porta dos Fundos do ar é tudo o que o Porta dos Fundos quer

Mais do que um filme, o lixo estúpido feito para estúpidos do Porta dos Fundos é um experimento social para pintá-los como arautos da liberdade de expressão. A última coisa que um Duvivier é
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Artigo

Por que o socialismo fracassou?


O socialismo é a Grande Mentira do século XX. Embora prometesse a prosperidade, a igualdade e a segurança, só proporcionou pobreza, penúria e tirania. A igualdade foi alcançada apenas no sentido de que todos eram iguais em sua penúria.

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Artigo

Uma análise político-capitalista do Brasil

Entende-se por capital tudo aquilo que é empregado na produção de bens de consumo. Entende-se por economia o conjunto de ações individuais intencionais e empreendedoras empregadas num universo de recursos escassos e futuro incerto visando produção ou consumo, ciente de que tudo que é consumido precisou ser previamente produzido.

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Artigo

Capitalismo “responsável”? Responsabilidade de quem?

Como dita a moda, agora querem “reinventar a roda econômica”, com roupas teóricas mais florais, plastificadas e com amarrações… “inovadoras”…
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Fundação Palmares: e eu com isso?

Criar criar
estrelas sobre o camartelo guerreiro
paz sobre o choro das crianças
paz sobre o suor sobre a lágrima do contrato
paz sobre o ódio
criar
criar paz com os olhos secos
(Agostinho Neto)

Quando, em 2015 – sobressaltado após assistir a uma vergonhosa manifestação de jovens militantes do movimento negro dentro de uma universidade pública –, resolvi voltar a falar sobre racismo no Brasil, minha preocupação não era ideológica. Explico: eu não estava interessado (como ainda não estou) em disputar um espaço político com os movimentos organizados, tampouco em lhes menosprezar a importância. Minha crítica está concentrada naquilo que José Correia Leite chamou de “correria atrás de política” ou na submissão interpretativa a teorias pós-modernas que pouco têm a ver com os reais problemas brasileiros relacionados aos negros. Essa, evidentemente, não é uma constatação minha e nem é nova; outros, verdadeiramente representantes na luta histórica do movimento negro, fizeram essa crítica antes de mim. Abdias Nascimento, por exemplo, dissera outrora: “a esquerda é cega, surda e muda no que se refere aos problemas específicos do negro, e despreza sua tradição cultural. (…) Para eles também, ‘todos são iguais perante a lei’… do proletariado. Pobre de quem quiser ser diferente!”

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Economia

Quanto custa a máquina pública brasileira?

Quem acompanhou o Millenium Fiscaliza ao longo de 2019 notou que estivemos engajados em fiscalizar os gastos excessivos do Estado brasileiro que resultam no grande inchaço de toda máquina pública. Esses gastos, muitas vezes absurdos, abusivos e inexplicáveis, são grande parte dos problemas que temos hoje para investir nas áreas que nos fazem sentir mais desprotegidos como saúde, educação e segurança. Por isso, para fechar o ano, optamos por trazer especificamente quanto custa essa máquina para que não nos esqueçamos de fiscalizar constantemente o poder público.

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Artigo

Esquerda brasileira é o farol da barbárie e da desgraça

Uma coisa que incomoda a qualquer observador sério da política brasileira ou mundial é a tentativa de igualar esquerda e direita no mesmo patamar. Os enciclopedistas almofadinhas da mídia brasileira clamam por um pragmatismo político frente aos extremos ideológicos – como se o pragmatismo não fosse por si uma ideologia. As duas correntes são iguais e distorcem a realidade, dizem.

A perversidade embutida nesse erro aparentemente desprovido de malícia é tão grande que merece ser corrigida. Igualar uma corrente política assassina, promotora dos maiores genocídios já existentes, das piores ditaduras e dos piores declínios intelectuais, morais e éticos na história humana com outra que não fez um por cento disso é um claro atentado à inteligência e ao bom senso. Não é admissível que tal nivelamento sem vergonha continue a ser regra para análises da realidade política contemporânea.

No caso brasileiro, os exemplos que corroboram com a constatação da esquerda como força nociva e destruidora da nossa civilização são fartos. Em todos os aspectos, a esquerda conseguiu rebaixar o Brasil e fazer da nossa nação uma terra do ridículo. Não só a barbárie física ou coisa do tipo; a barbárie intelectual e moral brasileira é estarrecedora.

Ora, para começo de conversa, foi durante os governos de esquerda que os índices de homicídios no Brasil bateram recorde atrás de recorde. O banho de sangue foi uma coisa horrenda, cerca de 60 mil homicídios por ano. Mas a responsabilidade dela não foi apenas no período petista. Começou nos livros, na exaltação do banditismo como forma de justa revolta social contra as desigualdades de classe. Essa ideia esdrúxula começou com a Escola de Frankfurt – think tank alemão suprassumo do esquerdismo americano – e chegou ao Brasil primeiramente com um livro de Jorge Amado, ”Capitães de Areia”. Ali a esquerda começou a glorificar o crime e difamar a polícia como agente do Estado na manutenção dos privilégios da classe dominante.

Percebam a duplicidade da questão. Se por um lado há uma inversão de valores com uma exaltação do crime no campo intelectual, por outro há a permissividade dos governos de esquerda com o resultado prático de sua atitude. A quantidade de notícias e indícios sobre a relação do PT com o PCC é extensa demais para maiores explicações. Recentemente, a VEJA noticiou uma suspeita de pagamentos do PCC a um advogado PT. Simples suspeitas…

Se no campo criminal a esquerda é responsável em grande medida pela ascensão estarrecedora do crime brasileiro, na questão moral ela também deixou sua infeliz marca. O brasileiro parece mesmo ter uma conivência com o roubo, a chantagem e com a mentira, mas desde a chegada do PT ao poder, essa conivência foi potencializada. A ideia do ”rouba, mas faz” é digna de piada e não encontra eco em nenhum outro país civilizado.

Mas no Brasil é regra no eleitorado petista. É o que a pesquisa do Instituto Ideia Big Data concluiu. ”O estudo concluiu, por exemplo, que a imagem do ‘presidente que não sabia de nada’ deu lugar a outra, a do político que “rouba, mas fez algo por mim”. “Durante muito tempo, esse eleitor acreditava fortemente que o ex-presidente desconhecia casos de corrupção como o mensalão”, diz o economista Maurício Moura, fundador do Ideia e pesquisador da Universidade George Washington. ‘Agora, ele continua fiel a Lula, mas já expressa o sentimento de que o petista não é ‘nenhum santo’.”

Vejam: Lula não possui virtude alguma para ser alçado a idolatria de sua militância. Não é um cristão devoto, não possui virtudes morais, não é um intelectual ou estudioso esforçado das grandes questões, não tem esmero na forma de se comunicar. Nada. Mas ainda assim é tratado como líder messiânico.

E o que o próprio Lula disse logo após sair da cadeia? Que é preciso seguir o exemplo do Chile e convocar a militância para ir às ruas segundo o molde chileno. Lá morreram 23 pessoas, o vandalismo virou regra e as Igrejas foram vilipendiadas. Lula quer exatamente isso. Quer no Brasil um banho de sangue para colocar a culpa no presidente Bolsonaro. E conta com a cumplicidade abjeta dos Reinaldos Azevedos da grande mídia.

Esta sucessão de coisas repugnantes não surpreende a qualquer indivíduo relativamente instruído. A esquerda é intelectualmente nutrida pela barbárie, covardia e sede de sangue. E a esquerda brasileira é o farol da incivilidade em solo tupiniquim.

Referências: 

  1. http://olavodecarvalho.org/bandidos-letrados/
  2. https://veja.abril.com.br/revista-veja/rouba-mas-fez/
  3. https://congressoemfoco.uol.com.br/justica/ao-vivo-lula-discursa-no-sindicato-dos-metalurgicos/
  4. https://istoe.com.br/protestos-resistem-no-chile-aps-um-ms-da-exploso-social-nas-ruas/
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Reflexões sobre o pacto federativo

É arriscado transferir royalties para estados e municípios

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Mamãe Enfrentei: A cobertura dos fatos e o oportunismo

Vários leitores já devem ter conhecimento do vídeo do deputado Arthur do Val proferindo, na Tribuna da Assembleia Legislativa de São Paulo, um discurso forte e verdadeiro, seguido de agressão. Isso é importante frisar: que o conteúdo da fala é forte, correto e verdadeiro.

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A reação de Arthur do Val representa muita coisa

Deputado estadual Arthur do Val enfrentou sindicalistas na Alesp

Talvez o que mais choque a esquerda seja a perda do monopólio da ação política. Por décadas, apenas ela pôde se expressar e agir, sustentando sua essência intolerante, autoritária e violenta.

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