Candidato afirmou que irá acabar com “moradia oficial do governador”, se for eleito. Símbolo máximo da submissão do povo em relação a políticos, luxos e regalias do lugar custam cerca de R$ 30 milhões por ano.

Um dos grandes símbolos da submissão do povo à classe política deve chegar ao fim, caso o candidato do Solidariedade, Simplício Araújo, seja eleito. Em suas redes sociais, o candidato afirmou que pretende acabar com a chamada “residência do governador”, se for eleito. “Eleito Governador, não usarei Palácio como morada, não empregarei parentes, reduzirei para 14 as secretarias estaduais, no máximo! Rediscutirei  a alocação de recursos, na primeira oportunidade, para potencialização da Educação, Saúde e Segurança, atividades fim do estado”, disse Simplício.

Hoje em dia o Palácio dos Leões tem um custo anual de quase R$ 30 milhões por ano aos cofres públicos. A chamada “residência oficial do governador” garante todos os luxos que o dinheiro pode comprar. Símbolo do poder da classe política sobre o povo, atualmente o Palácio dos Leões serve como um símbolo da superioridade de uma categoria em relação às demais.

No réveillon de 2021/2022, o ex-governador Flávio Dino promoveu uma festa de arromba nas dependências do lugar. A tradicional queima de fogos da avenida Litorânea foi roubada pelo governador e enviada para a Beira-Mar para que os convidados do governador na época pudessem desfrutar de forma privada de um bem que deveria ser de todo o povo.

Com as bandeiras da geração de emprego, renda, desenvolvimento e justiça social, o candidato a governador, Simplício Araújo vem pregando que caso seja eleito vai enxugar a máquina pública, renunciando inclusive as regalias e os privilégios.

Outra medida defendida por ele, é o programa Cartão Alimentação e Transporte Maranhão, que podem dinamizar a politica de restaurantes populares e do sistema de transporte público. “O Cartão Alimentação e Transporte do Maranhão vai substituir o programa restaurante popular, levando comida na mesa dos mais pobres, vendas para lanchonetes e restaurantes, usando produção local nas refeições que podem também ser adquiridas e levadas para consumo nas residências”, disse.