Onda de fake news tentando ligar presidente a atentado contra política argentina é o último ato de desespero da esquerda brasileira para tentar enganar população no período eleitoral.

Apoiadores e simpatizantes do ex-presidente Lula (PT) tentam imputar a Jair Bolsonaro (PL) a responsabilidade pelo atentado contra Cristina Kirchner. Ela foi alvo de um ataque por Fernando Andrés Sabag Montiel, de 35 anos. O fato de ter nascido no Brasil está sendo utilizado como justificativa de participação no grupo político do presidente.

Contudo, o criminoso nasceu no Brasil, mas é filho de pai chileno e mãe argentina. Além disso, ele vive no país vizinho desde 1993 e não tem qualquer ligação política com o país.

Após o episódio, perfis de apoiadores do ex-presidente Lula começaram a espalhar notícias falsas, ao tentar ligar o suspeito ao presidente Jair Bolsonaro (PL).

A deputada Talíria Petrone (PSOL-RJ), chegou a dizer que o brasileiro havia atirado na cabeça da vice-presidente Cristina Kirchner, o que não é verdade. A parlamentar apagou a publicação.

O jornalista petista Lucas Rohan, também publicou a fake news em seu perfil do Twitter, mas diferente da deputada Talíria Petrone, ele não removeu o conteúdo.

Sabag Montiel é registrado como motorista de aplicativo na Argentina e, em 2021, foi preso com uma faca enquanto dirigia um carro sem placa no ano passado. Segundo o jornal argentino, Clarín, o brasileiro tem várias tatuagens com símbolos nazistas e acessava perfis de grupos extremistas nas redes sociais.

Ainda conforme o Clarín, Sabag Montiel usava o codinome “Salim” nas redes sociais e era seguidor de grupos como “Comunismo Satânico”, “Ciências Ocultas Herméticas” e “Coach Antipsicopata”.

Contudo, não informação nenhuma que comprove que Sabag Montiel, é apoiador do presidente Jair Bolsonaro.

Não há registros e nem notícias de encontros ou ligações do criminoso com Jair Bolsonaro ou apoiadores. Desta forma, toda notícia que o liga ao presidente é falsa.