Resultado da “pesquisa” Econométrica que desidrata campanha de Simplício e eleva Brandão tem falhas absurdas

A pesquisa Econométrica divulgada nesta quarta (18 de agosto) escancara a máfia de fraude nos números para desestabilizar adversários e manipular eleitores. Uma análise fria do levantamento aponta uma impossibilidade indiscutível. O candidato Joás Moares (DC), que lançou sua candidatura no dia 5 de agosto, já aparece com 1,1%. O triplo de intenção de votos do ex-secretário de Indústria e Comércio, Simplício Araújo (Solidariedade). Uma comparação simples entre os dois mostra que os números são impossíveis.

No levantamento divulgado, o governador Carlos Brandão (PSB) aparece com 40,7% dos votos. Ele é seguindo por Weverton Rocha (21,4%), Lahesio Bonfim (20,5%), Edivaldo Holanda Jr (7,5%), Joás Moraes (1,1%), Simplício Araújo (0,3), Enilton Rodrigues (0,1%) e Hertz Dias (0,1).

A liderança de Brandão é suspeita e não encontra abrigo na realidade e em outras pesquisas. O que levanta suspeitas sobre a intenção da Econométrica. Contudo, é na parte de baixo da pesquisa que a manipulação e o engano ficam flagrantes.

Joás Moraes (DC) teve sua candidatura lançada no dia 5 de agosto, na Vila Kiola, em São José de Ribamar. Joás não fez pré-campanha antes do lançamento oficial da candidatura. Poucos dias após o ato isolado, a Econométrica atesta, com 95%, que 1% da população não apenas já conhece, como está disposta a votar em Joás.

O fato é que não só uma ascensão meteórica explica o crescimento do candidato do desconhecido partido Democracia Cristã, mas uma possível necessidade do grupo de Carlos Brandão de sabotar Simplício Aaújo. Hoje ele é o único candidato que pode reivindicar o posto de substituto de Flávio Dino ao lado de Brandão.

A desidratação de sua candidatura não iria beneficiar Joás Moraes, apenas o governador Carlos Brandão.

Há fortes indícios de que Simplício esteja sofrendo uma campanha de sabotagem.