Pacheco pediu agilidade na definição dos rumos da empresa, mas reiterou que uma decisão precisa ser tomada com cautela.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, declarou – em entrevista concedida nesta terça (5), que não considera “que esteja na mesa a privatização da Petrobras, nem de Banco do Brasil, nem de Caixa Econômica, que são instituições que, no final das contas, são patrimônio nacional”.


“Se bem geridos, geram frutos [para a] sociedade brasileira. Então, é preciso ter bastante cautela nessas apreciações em especial em momentos de crise”, completou.


Pacheco disse que é melhor “fazer o óbvio e o básico, que é a privatização daquilo que gera prejuízo e para o qual o governo não tem vocação”. Também afirmou que “a tese de privatizações, de um modo geral, para poder tonar o Estado mais ágil e mais eficiente, é sempre uma ideia boa que deve ser considerada, mas não é, a princípio, o caso da Petrobras”.


Pacheco pediu agilidade na definição dos rumos da empresa, mas reiterou que uma decisão precisa ser tomada com cautela.