Deputado citou Flávio Dino, em 2014, e Bolsonaro, em 2018, como exemplos de que os mandatos majoriários pertencem ao povo e não à classe política.

Em entrevista ao Ponto Final, na Mirante AM, nesta segunda-feira (7), o ex-secretário de Indústria, Comércio e Energia do Maranhão, Simplício Araújo (Solidariedade), falou sobre as eleições deste ano e apresentou os motivos que o levaram a persistir em sua pré-candidatura ao governo.

Na ocasião, o ex-secretário alegou que não existe favorito nesse pleito e observa que a disputa está aberta. Além disso, falou que os mandatos majoritários pertecem ao povo e não à classe política.

“Nós, olhando para a pesquisa, para todo o panorama que está colocando, a gente entende que é um quadro atípico e que não existe ninguém, como em outras eleições no Maranhão, um favorito […] A gente viu em 2014, com a eleição do Flávio Dino, e 2018, com a eleição do Bolsonaro, que os mandatos majoriários pertencem ao povo e não à classe política […] As pessoas acham que um arregimentado de prefeitos e lideranças vão definir o próximo governador”, disse Simplício.

O pré-candidato também comentou sobre a montagem da chapa de deputado federal e a busca por novas alianças, alegando estar “no meio de um tiroteio”.

“Melhor não comentar, eu estou no meio de um tiroteio, de um lado oferecem emenda e de outro lado oferecem outras coisas. Vou evitar contar partidos, vou evitar contar cabeça de prefeitos como quem conta cabeças de gado e evitar contar cabeça de vereador como quem conta quem conta cabeça de bode”, assegurou.

Na oportunidade, o pré-candidato falou que aguarda publicação do Diário Oficial para retornar à Câmara dos Deputados, o que ainda não ocorreu.