Deputada também criticou ex-presidente nacional do PTB, defendeu o retorno de Roberto Jefferson e lamentou invasão de petistas a uma igreja.

A deputada estadual Mical Damasceno (PTB) cobrou, nesta terça (8), que o governador do Maranhão pague as suas emendas parlamentares. Na oportunidade, a deputada alegou que resolveram engessá-la e nunca subiu na tribuna para atacar ao governador.

“[…] No ano passado, das nossas emendas, só foram pagas 300 mil: 250 mil para cestas básicas e 50 mil para aquisição de material esportivo. O restante, que era 1 milhão e 200 que ainda tínhamos de direito, que cada deputado tem direito, um deputado aqui no Maranhão tem direito a 1 milhão e meio, só foram pagos 300 mil. E eu quero aqui pedir ao nosso Governador Flávio Dino que pague as nossas emendas. E eu não sei por que entenderam agora de me engessar, desde que eu assumi aqui, eu sempre votei nas matérias do governador, eu nunca subi aqui a essa tribuna para atacar o governador, mas aqui, o meu direito, eu quero aqui cobrar, então se é de direito meu, um milhão e meio por ano, então, tem que ser paga”, declarou.

Com declarações bastantes duras em sua participação na tribuna da Assembleia Legislativa, Mical não poupou críticas a ex-presidente nacional do PTB Graciela Nienov, defendeu o retorno de Roberto Jefferson ao comando do seu partido, e criticou duramente a lamentável situação ocorrida na capital paranaense, onde uma manifestação comandada por um vereador do PT, invadiu uma igreja durante a realização de uma missa.

“A atitude infeliz do vereador Renato Freitas, que agiu de forma covarde contra um grupo de fieis que estavam participando de uma missa na igreja católica Nossa Senhora do Rosário, em Curitiba, tumultuando a missa e suas liturgias. Isso é vandalismo religioso. Isso é um ato de cristofobia. Isso é o PT, é o partido do Lula, é o modus operandi da esquerda extremista. Repudio também veemente esse ato reprovável, o ataque aos católicos. Nós cristãos devemos aqui nos alertar sobre isso. Isso é só o começo. Imaginem, cristãos, católicos e evangélicos, se esse povo assumir. Então tomemos cuidado – as eleições estão aí, beirando – para nós não deixarmos que esse povo retorne”, disse.