Fecomércio e Sincomerciários ressaltam que havendo publicação de decreto estadual ou municipal, as entidades sindicais revisarão este posicionamento.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Maranhão (Fecomércio-MA) informou que vai manter os feriados apesar das festividades de carnaval estarem canceladas.

Dessa forma, o comércio lojista na capital e nas demais cidades da Ilha (Raposa, São José de Ribamar e Paço do Lumiar) não abrirá as portas nos dias 28 de fevereiro e 1º de março, cujo funcionamento volta à normalidade na Quarta-Feira de Cinzas (02), a partir das 13 horas.

Por meio de nota, a Fecomércio justificou sua decisão pelo fato de que, até o momento, não existiu a publicação de nenhum edital proibindo as festas privadas de Carnaval.

Confira:

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Maranhão (Fecomércio-MA), juntamente com o Sindicato dos Empregados no Comércio de São Luís (Sindcomerciários), informam que, conforme previsto na Convenção Coletiva de Trabalho 2021/2022, o comércio lojista de São Luís NÃO FUNCIONARÁ nos dias 28 de fevereiro e 1º de março, Segunda-feira e Terça-feira de Carnaval. O comércio lojista reabre no dia 2 de março, Quarta-Feira de Cinzas, a partir das 13 horas.

As entidades esclarecem que, apesar do cancelamento das festas que seriam realizadas pela Prefeitura e pelo Governo do Estado com recursos públicos, não houve, até a presente data, a publicação de decreto municipal ou estadual com restrições sanitárias à realização das festas privadas, assim como permanecem em vigor os decretos que estabelecem os dias como pontos facultativos para a administração pública.

Recentemente o comitê científico do Consórcio dos Governadores do Nordeste recomendou a suspensão do feriado, para que não haja deslocamento de pessoas para outras cidades, tampouco a ociosidade estimule aglomerações.

Por fim, ressaltam que havendo publicação de decreto estadual ou municipal, em razão do cenário epidemiológico, com medidas suspensivas às festividades carnavalescas privadas, as entidades sindicais revisarão este posicionamento, autorizando o funcionamento das lojas no período.