Embora seja um fenômeno natural imprevisível, o Governo deve se planejar e atuar de forma coordenada e coletiva com os municípios na redução de danos.

O Maranhão já começa a sentir os impactos do forte período chuvoso que iniciado no fim de 2021. Embora seja um fenômeno natural, é esperado que o Governo planeje e atue de forma coordenada e coletiva com os municípios.

Enchentes já atingiram cidades das regiões norte, sul e tocantina, principalmente nas localidades que são banhadas e ficam situadas às margens de rios Tocantins, Itapecuru, Mearim, etc.

Cidades como Bacabal, Balsas, Cantanhede, Caxias, Codó, Coroatá, Estreito, Itapecuru-Mirim, Imperatriz, Mirador, Pedreiras, Pirapemas, Rosário e Santa Rita já estão em estado de alerta e algumas já acionaram a Defesa Civil.

O presidente da Famem e prefeito de Igarapé Grande, Erlanio Xavier, já alertou os gestores municipais para ações preventivas que as prefeituras e governo devem dar início para mitigar malefícios provocados pelas pelas enchentes, sobretudo com as elevaçõs dos rios. “As enchentes são flagelos que atinge, principalmente, os mais vulneráveis […] Devemos buscar formas de reduzir esses danos de maneira drástica”, pontuou.

As chuvas também estão aumentando o volume de água nos rios Pindaré, Paruá e Turiaçu, cujo alerta serve para os municípios de Viana, Santa Helena e Turilânida, na Baixada Maranhense.