Imprensa e líderes esquerdistas tentam esconder e minimizar emboscada sofrida por Ciro Gomes que foi obrigado e fugir do local para garantir sua segurança

Por pouco as manifestações esquerdistas do dia 2 de outubro contra o presidente Jair Bolsonaro não terminaram em tragédia. Armados de paus, que com certeza não tinham como destino fazer carinho, militantes do PT emboscaram o pedetista Ciro Gomes. O presidenciável conseguiu fugir do local.

Aparentemente os próprios organizadores do evento já imaginavam que a manifestação era perigosa. O trio elétrico que abrigou os líderes esquerdistas contou com barreiras de proteção que separavam os manifestantes por 3 metros. Apesar de apenas os ataques a Ciro serem noticiados, presidente municipal do PSDB, Fernando Alfredo, Paulinho da Força Sindical, além de vários outros, também foram vaiados ao discursar.

Até mesmo líderes esquerdistas que enviaram áudios, como a herdeira do banco Itaú, Neca Setúbal, Fábio Trad (PSD) e Randolfe Rodrigues (REDE) também foram vaiados. Algumas figuras ilustres da oposição, como a deputada federal Tábata Amaral (PSB), sequer tiveram a coragem de participar.

EMBOSCADA CONTRA CIRO

As hostilidades contra Gomes já começaram durante o discurso dele na Avenida Paulista. Ele foi severamente vaiado e reagiu chamando os presentes de fascistas vermelhos. Na volta para o carro, Ciro foi vítima de uma emboscada por manifestantes da própria esquerda que diz representar.

Foram atirados pedaços de pau e garrafa contra Ciro Gomes. Os petistas tentaram retirar Gomes do carro, que se evadiu. Não satisfeitos, os esquerdistas começaram uma briga generalizada entre si mesmo que foi dispersada pela Polícia Militar (PM).

Para tentar minimizar o fato de que a selvageria e violência da esquerda não poupa nem mesmo seus membros, vários líderes estão noticiando falsamente que os atos de violência foram “de alguns”. A barricada entre o carro de som e os demais manifestantes mostra que eles não acreditam nisso.