Flávio Dino usa pastores para impedir que evangélicos maranhenses se unam a resto do país e se oponham ao comunismo no Maranhão

Apesar da união nacional em prol do ato, pastores vendidos do Maranhão colocam interesses pessoais acima da fé, não falam sobre manifestações e seguem aliados a comunistas.

No início desta semana diversos pastores e líderes religiosos evangélicos anunciaram que irão aderir às manifestações planejadas para o dia 7 de setembro por todo o país. Vídeo divulgado pelo movimento Nas Ruas mostra líderes religiosos como os pastores Silas Malafaia (dono do canal em que o vídeo foi publicado), Cláudio Duarte, Renê Terra Nova, o apóstolo Estevam Hernandes e outros convocando fiéis a comparecerem ao ato.

“Dia 7 de setembro, Dia da Independência, eu estarei na [Avenida] Paulista. Eu te espero [lá], e vamos marchar para uma grande vitória no nosso Brasil”, disse o pastor Estevam Hernandes, na publicação.

O principal ponto defendido pelos manifestantes é a crítica ao modo como ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) tem conspirado contra o presidente Jair Bolsonaro. O protesto também será contra as prisões, determinadas pelo STF, de apoiadores de Bolsonaro, como Roberto Jefferson e Daniel Silveira.

Outros líderes religiosos que se manifestaram no vídeo foram os pastores Magno Malta e Samuel Câmara, além do apóstolo César Augusto. O porta-voz do movimento Nas Ruas, Tomé Abduch, afirmou que o protesto será em defesa da democracia, da Constituição e da liberdade de expressão.

No Maranhão, o chamado não se reproduziu entre as lideranças evangélicas e é tratado com desprezo. O boicote a manifestação que tem, entre outras pautas, a defesa da família e do cristianismo, pode ser explicada pelas relações financeiras entre pastores e o atual governo.

O fato é que as lideranças evangélicas do Maranhão já são conhecidas por “alugarem” seus eleitoralmente. Em poucos lugares no Brasil se vê tanto pastor apresentando tanto candidato em época de eleição como no Maranhão.

Na maioria das vezes os pastores pouco se importam com a procedência dos “clientes” e acabam incentivando os evangélicos a votarem em defensores de aborto, falsos cristãos e políticos que têm repulsa pelas práticas evangélicas.

Uma triste situação que só será resolvida quando a comunidade evangélica exigir de seus pastores alinhamento político à religião.