Purgatório infantil criado por Edivaldo Holanda Jr e Flávio Dino que massacra criancinhas continua na gestão de Eduardo Braide

Denúncias enviadas ao Blog do Linhares nas últimas semanas dão conta de que o Hospital Dr Odorico Amaral, conhecido como Hospital da Criança, segue enfrentando problemas sérios. Abandonado pelo ex-prefeito Edivaldo Holanda Jr (ex-PDT), o hospital enfrenta dificuldades na gestão do prefeito Eduardo Braide (Podemos) e vê as obras promovidas pelo Governo do Maranhão se arrastarem por quase 10 anos.

Recentemente uma série de denúncias dão conta de que o hospital passa por dificuldades em setores essenciais, como a alimentação. Funcionários do hospital confirmaram que a atual gestão não consegue manter o suprimento de alimentos básicos como hortifrutigranjeiros, massas e ovos.

Contatado dias atrás, o secretário municipal de Saúde, Joel Nunes, afirmou que são inverídicas as denúncias sobre falta de abastecimento de comida. Contudo, a versão do secretário foi desmentida e as denúncias seguiram.

As obras foram incidas em 2014 e deveriam ser finalizadas em 2016. Segundo as denúncias, além dos embaraços promovidos pela incompetência do ex-prefeito e do governador em uma obra que foi iniciada em 2014, a atual gestão não tem encontrado conseguido superar o atoleiro administrativo causado por seus antecessores.

Apesar de não ser culpado, Eduardo Braide agora é o responsável pelos cuidados daquelas criancinhas e de seus pais. Essa questão da falta de alimentos não tem nenhuma justificativa.

Efusivo defensor da saúde pública nas redes sociais, ainda não se viu o governador Flávio Dino pedindo desculpas pelo fracasso na condução das obras do hospital que deveria cuidar de criancinhas em São Luís.

Já Edivaldo Holanda Jr (responsável máximo por tudo isso) pretende ser candidato em 2022.

COMENTÁRIO DO LINHARES: Que Deus não tenha ABSOLUTAMENTE NENHUMA piedade de nenhum desses homens que usam criancinhas para roubar dinheiro público. E que também não tenha piedade dos membros do Ministério Público que emudecem frente ao uma obra que se arrasta há SETE ANOS.