Em surto colérico, Alexandre Buhaten afirmou que “existência” de pessoas que discordam dele é barreira para o crescimento do país.

O professor da Universidade Federal do Maranhão, Alexandre Buhaten, teve um surto colérico nas redes sociais e afirmou que “a existência” das pessoas que discordam dele é uma barreira para o país.

O surto do “professor” aconteceu após o titular do blog levantar a discussão sobre a revolta de uma empresária de restaurante da capital demonstrar contra as carreatas do último dia 14 de março em São Luís. Disse: “O que será que passa na cabeça das pessoas para se juntarem na rua pedindo liberdade para ir e vir?”. E prosseguiu: “Eles vão pra rua pedir morte? É isso que entendi? Eles querem cadáveres pelas calçadas?”.

A íntegra da publicação pode ser acessada aqui.

O discurso de ódio aconteceu após o seguinte comentário: “Sabe o que é loucura? Pessoas pedindo o direito de ir e vir revoltam mais do que um ladrão que roubou bilhões. O Brasil não tem a mínima chance de dar certo”.

De forma abrupta e completamente transloucada, o “professor” Alexandre Buhaten afirmou que o Brasil não dá certo por pessoas, como eu, existirem. E prosseguiu com agressões completamente desconexas de qualquer tipo de argumento.

Discurso do ódio do professor revela que, talvez, ele acredite que a “inexistência” de quem pensa diferente deve ser uma meta. Ódio?

Ao ser confrontado por sua reação destemperada e com o fato de que uma pessoa pode ter medo da pandemia e, ao mesmo tempo, não desprezar o fato do ex-presidente Lula ser um ladrão, Alexandre apenas debochou.

É claro que a situação não irá acarretar nenhum constrangimento a Alexandre. Afinal de contas, ele faz parte da patota que tem o direito de pregar contra a existência alheia. Faz parte do bonde que pode monopolizar o ódio.

Já eu, se tivesse respondido no mesmo tom…

Coisas da vida.