Apesar da força de Lula no passado, partido no Maranhão sempre foi e sempre será um amontoado de oportunistas e picaretas conhecido pela irrelevância.

O jornalista Gilberto Léda noticiou recentemente que o PT “prepara uma nova ofensiva sobre o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB)”. A intenção dos petistas é aproveitar o fortalecimento de Lula após a decisão do ministro Edson Fachin, do STF, que anulou as condenações do ex-presidente. O ato consistiria na busca de mais cargos na gestão estadual e no estancamento da decadência no partido.

O PT comanda atualmente duas secretarias: Trabalho e Economia Solidária, com Jowberth Frank, e Direitos Humanos, ocupada por Francisco Gonçalves.

Pois bem, a fragilidade do partido no estado não é novidade para ninguém que acompanha a política. Mesmo que Lula tenha tido no passado um de seus maiores currais eleitorais no estado, isso não se traduziu em força para a representação local do PT.

O partido sempre foi aliado ao governo da vez e nunca teve identidade que ultrapassasse sindicatos de agitadores sociais parasitados por ladrões que viviam às custas do imposto sindical.

O caráter folclórico do partido pode ser identificado com outra constatação: por anos o maior nome da legenda foi o deputado federal Domingos Dutra, um político débil e circense.

A tese de que o PT maranhense pode se aproveitar da artimanha jurídica que tornou Lula elegível temporariamente expressa apenas desejo de vontade.

Com Lula ou sem Lula, a legenda no estado continuará sendo um regimento de abestados, salafrários e derrotados.