Governador elogiou política econômica argetina que tem inflação de 35% ao ano, que entra no seu 4º ano de recessão, com 40% da população na pobreza, queda brutal do PIB e crescente desemprego.

No ano passado a Argentina perdeu cerca de 12,9% do seu PIB. Em termos comparativos, no Brasil a perda não chegou a 5%. Os números da Argentina representam a maior queda entre todos os países da América do Sul. Antes mesmo da crise provocada pela Covid-19, o país já enfrentava dois anos seguidos de recessão.

Ainda em 2020 entreram em moratória técnica e tiveram que renegociar uma dívida de 300 bilhões de dólares com credores. Sob a gestão de Alberto Fernández, a inflação alcançou 35% no acumulado, um caos. O desemprego no país também avança ano após ano.

A Dívida Pública do governo argentino chegou a 90% do PIB. Cerca de 40% da população do país foi jogada na pobreza pela crise econômica.

A lista das empresas multinacionais que abandonam a Argentina aumenta a cada mês. Já compõe a lista Latam, Qatar Airways, Emirates, Air New Zealand, Pierre Fabre, Saint Gobain Sekurit, Basf, Axalta, Gerrescheimer e Nike.

Não é preciso ser especialista em economia ou experiente no uso do Google para perceber que a Argentina é um país quebrado e que não deveria ser exemplo para absolutamente ninguém em estado mental saudável.

Excluindo-se, obviamengte, os loucos. Apesar da realidade espancar o juízo de qualquer declaração contrária, o governador do Maranhão “elogiou” a atuação do governo Argentino na economia. Tudo por conta de um investimento pífio anunciado pela Ford na Argentina divulgado pelo presidente argentino comunista, Alberto Fernández.

Está louco…