Liberação da CoronaVac e AstraZeneca aconteceu 9 dias após entrada nos pedidos de liberação. Situação desmonta fake news que acusavam Jair Bolsonaro de tentar intervir na Anvisa para impedir aprovação do uso dos medicamentos

Pouco mais de uma semana após os pedidos de aprovação para uso emergencial, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou os pedidos de uso emergencial no Brasil das vacinas CoronaVac, do Instituto Butantan/ Sinovac, e AstraZeneca, da Universidade de Oxford/ Fiocruz.

A atuação da Anvisa desmonta as notícias falsas e a campanha de desinformação contra o Governo Federal nas últimas semanas. Setores da mídia e da política afirmavam que Jair Bolsonaro estava intervindo na Anvisa para impedir que uso das vacinas fossem aprovados.

A apresentação do corpo técnico da Anvisa foi transparenete ao ponto de ser transmitida ao vivo pela internet. Atuação evidenciou que a entidade usou critérios técnicos e nunca foi alvo de interferência política.

Com a aprovação do uso emergencial, é esperada que a campanha de vacinação aconteça ainda nesta semana. Pessoas de grupos de risco como idosos e profissionais de saúde devem ter prioridade.

A decisão deve ser formalizada no Diário Oficial da União ainda neste domingo. O Instituto Butantan já tem 10,8 milhões de doses disponíveis para aplicação. A Fiocruz aguarda a chegada de 2 milhões de doses de vacina AstraZeneca/Oxford importadas da Índia.

O governo federal se comprometeu a distribuir de maneira exclusiva e simultânea as vacinas para todos estados e municípios, que, por sua vez, ficarão responsáveis pela logística de distribuição e aplicação dos imunizantes.