Eu, José Fernandes Linhares Júnior, jornalista responsável pelo blog “LinharesJr.com” e pelo usuário @blogdolinhares nas redes sociais Instagram e Twitter, no que concerne à matéria com a chamada “Maluco”, intitulada de “Juiz que proibiu carreata pró-Bolsonaro incentiva ataques terroristas em São Luís”, publicada em 05.06.2020 nas referidas plataformas, venho apresentar RETRATAÇÃO PÚBLICA E PEDIDOS PÚBLICOS DE DESCULPAS de todas as afirmações que desferi contra o juiz Douglas de Melo Martins, referentes a manifestações constantes de suas redes sociais acerca dos protestos realizados contra o racismo nos Estados Unidos desde a morte de George Floyd.

Após ser acionado judicialmente e em audiência de conciliação ocorrida no dia 18 de setembro, o senhor Douglas de Melo Martins, em pleno gozo de seus direitos, explicou com clareza e de forma precisa o teor de suas publicações. Seus esclarecimentos deixaram claro que EU ERREI GRAVEMENTE em minhas interpretações sobre suas manifestações ao considera-las irônicas e agressivas.

O magistrado não incentivou depredação de patrimônio público e terrorismo como foi, levianamente, afirmado por mim. Douglas Martins também não apoia e/ou incentiva grupos violentos que atentem contra a democracia de qualquer forma.

Dessa forma, e como titular do apontado blog e dos perfis do Instagram e Twitter, reconheço que agi de forma equivocada, injusta e em dissonância das boas práticas jornalísticas em relação ao referido magistrado e meus leitores no referido caso e em mensagem de áudio divulgada por mim no aplicativo de mensagens Whatsapp que trata sobre o mesmo tema.

Outrossim, também reconheço meu erro ao afirmar que não haveria mais um magistrado na Vara de Interesses Difusos e Coletivos, uma vez que o apontado juiz também provou não ter qualquer predisposição de descumprir ou violar a Constituição Federal, nem de afrontar as determinações do Conselho Nacional de Justiça.

Reconheço, por fim, que inobservei o dever de levar a notícia com respeito, decoro e fidelidade, lamentando pelo equívoco cometido.

Assim sendo, pelas injustas ofensas equivocadamente proferidas, peço sinceras desculpas ao mencionado magistrado, bem como a todos os leitores que tiveram seus julgamentos e opiniões em relação à publicação do senhor Douglas de Melo Martins deturpados por meu texto, reforçando o compromisso de levar informações e notícias com a fidedignidade imposta ao bom jornalismo.