Enquanto adversários seguem regras, Flávio Dino e PCdoB irão “fazer a festa” nas eleições municipais maranhenses deste ano

Imagine correr uma maratona descalço, participar de uma corrida de carros caminhando ou entrar em um tiroteio armado com uma xícara. Deve ser difícil, certo? Agora imagine correr uma maratona em que um dos adversários irá de bicicleta, uma corrida de carros em que o favorito usará um helicóptero ou um tiroteio que será vencido pelo espertalhão que tem um tanque de guerra?

Tarefa muito mais dificultosa do que essa será enfrentada pelos candidatos à Prefeitura de São Luís que optarem por respeitar o isolamento social.

A participação do secretário de Saúde, Carlos Lula, em aglomerações e a história recente do PCdoB no estado, que respeita a legislação eleitoral com o mesmo empenho que promove viagens a Marte, mostra que apenas os otários irão respeitar os protocolos de isolamento social.

Quem fizer a opção por uma campanha de distanciamento fará papel de palhaço. Enquanto estiver em casa fazendo transmissões para 30 pessoas, Rubens Pereira Jr e outros candidatos do PCdoB pelo interior irão estar na rua beijando, abraçando e, se possível, lambendo milhares de eleitores.

O PCdoB não irá respeitar o isolamento social que prega publicamente. Isso não é uma suposição, é um fato já atestado pela ação de Carlos Lula.

Colocar secretário de Saúde rebolando em cima de um palco foi, na linguagem da bandidagem, uma espécie de “salve”. E a mensagem é clara: nós não teremos limites.

E apenas otários irão seguir a lei, perder recursos e depois perder as eleições. Apenas otários irão seguir a lei e reclamar de quem não segue.

– Linhares, você pode estar errado?

– Sim, posso. Isso só ficará claro se Carlos Lula for demitido até sexta-feira