Transferência de recursos da Educação para Carta Capital começou 10 dias após governador estampar capa da revista no início de agosto

Documentos oficiais do governo do estado mostram que, apesar de ser um estado pobre, da pandemia e do governador Flávio Dino usar seu despachante travestido de juiz para dar calote (assunto para vídeo nos próximos dias), o governo do Maranhão gastou cerca de R$ 700 mil com a assinatura da revista Carta Capital.

O processo que resultou em custos de R$ 681.984,40 foi iniciado durante a pandemia na Secretaria de Educação, no dia 12 de agosto. O processo, que correu com dispensa de licitação, irá abastecer as escolas da rede estadual com 1.472 exemplares da revista durante um ano.

Dez dias antes do processo que engordaria os caixas da revista em quase R$ 700 mil, a revista trouxe o governador na primeira página da edição do dia 2 de agosto. A matéria fazia propaganda pessoal do governador em oposição ao presidente Jair Bolsonaro.

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Uma reportagem de enaltecimento pessoal; dispensa de licitação após 10 dias; R$ 681.984,40 na conta de um panfleto de esquerda; mais de 1.400 exemplares de uma revista que não interessa aos estudantes.

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