Afastado do cargo, Witzel defende maior ladrão da história da política brasileira na tentativa de salvar-se do fim

“Eu não sou a favor de Lula nem contra Lula, mas o Supremo Tribunal Federal está chegando à conclusão de que, infelizmente, Sergio Moro foi parcial”. Com essa frase o governador do Rio de janeiro, Wilson Witzel (PSC), pode ter sacramentado sua morte política e a entrada na galeria dos mais infames políticos da história no país.

Witzel ganhou venceu as eleições para governo no Rio de Janeiro após arvorar-se n a figura de Jair Bolsonaro. Desconhecido, venceu as eleições e em pouco tempo conquistara ressonância nacional ao defender os valores políticos do conservadorismo.

Embriagado pela ascensão, quando ganhou apoio nacional da população e caiu em desgraça com a mídia ao comemorar a morte de um sequestrador em cadeia nacional, Witzel achou que aqueles poucos meses já o gabaritavam a depor Jair Bolsonaro como figura máxima do conservadorismo no país e substitui-lo.

Witzel começou a criticar ferrenhamente Bolsonaro e, em um ato de loucura, começou a viajar pelo país, ainda em 2019, lançando-se pré-candidato à Presidência.

Incensado pela imprensa, a tara pelo poder fez o “presidenciável” esquecer do governo do estado. Poucos meses bastaram para que o desprezo pela administração e a sede pelo poder começasse a ecoar em escândalos de corrupção. A imprensa que começou atacando Witzel e o elevou ao perceber que ele poderia servir de instrumento de ataque a Bolsonaro, tratou de aniquilar midiaticamente sua já aniquilada imagem.

Em pouco mais de um ano de governo, aquele que foi eleito às custas de Bolsonaro e entrou para o clube dos cafajestes que o traíram simplesmente morreu politicamente.

Afastado pelo Justiça do governo, avacalhado pela mídia esquerdista, atolado em escândalos de corrupção e completamente isolado politicamente, Witzel teve a audácia de tentar apegar-se à imagem do ex-presidente e ainda condenado por corrupção, Lula, em um último ato de defesa.

Entrou na lata do lixo. Witzel é uma figura patética que dificilmente voltará ao poder e em breve se tornará uma espécie de Severino Cavalcante: uma memória torpe do quanto a política pode ser degradante. Os traidores e sedentos pelo poder que coloquem as barbas de molho…