Imaginem que qualquer jornalista de qualquer jornal desejasse publicamente a morte do ex-presidente Lula ou do governador Flávio Dino. Pois é….

A jornalista Giovana Kury, de ex-repórter de O Imparcial (empresa ligada ao grupo Diários Associados), usou suas redes sociais para manifestar seu desejo pela morte do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Após um comentário sobre a possível doença do presidente, Giovana se manifestou dizendo: “Que leve este miserável”. A jornalista também disse que já tinha uma champanhe “no ponto” em caso de morte do presidente.

A jornalista ainda disse que se preocupara mais com o resultado do exame do presidente do que com o dela própria.

As publicações de Giovana deixam evidenciado que ela faz parte do grupo de pessoas que defendem a democracia e a paz, mas que não olham problema nenhum em desejar a morte dos outros ou militar pela desordem social que pode, inclusive, resultar na morte de inocentes.

Giovana fazia parte do grupo de whatsapp que semanas atrás articulava a depredação de patrimônio público e o incêndio de escolas.

A ironia da história é que Giovana se diz “defensora de gente” em seu perfil no Twitter. Mas, vocês sabem como é: há gente que merece ser protegida e a há gente que merece morrer de Covid-19 ou com coquetel molotov na cara.

[E claro que a divisão feita por Giovana Kury entre adversários e apoiadores de Bolsonaro não possui nenhuma relação entre a distinção que Hitler fazia entre nazistas e judeus. E pode desejar a morte de quem quiser nas redes sociais, Giovana.

Em relação aos amigos da jornalista que temem por represálias, podem ficar tranquilos. Se nada aconteceu a ela ao participar de grupo que planejava incendiar escolas, não será desejar a morte do presidente da República que lhe trará algum problema.