Mensagens de Whatsapp de grupo “antifascista” inspirado nos black blocs revelam plano para incediar e destruir escolas, bancos e restaurantes na capital maranhense

O jornalista Gilberto Léda publicou na manhã desta segunda (1) em seu blog mensagens que mostram a formulação de ataques terroristas em São Luis. O grupo de extrema-esquerda autodenominado “Frente Antifascista SLZ” pretende desencadear um ataque contra escolas, bancos, shoppings e restaurantes.

Os chamados “antifascistas” são uma nova denominação do grupo chamado “black blocs” que causaram pânico na população brasileira anos atrás ao causar destruição, espancamentos e até mesmo assassinatos anos atrás.

Nas mensagens tornadas públicas pelo jornalista, os integrantes da facção criminosa enumeram uma série de locais em diferentes localidades de São Luís que devem ser alvos de ataques com coquetéis molotov.

Em nenhum momento pode-se observar preocupação com efeitos colaterais dos ataques. Em 2014 o cinegrafista Santiago Andrade foi assassinado por uma ação semelhante à planejada pelo grupo terrorista de extrema-esquerda que pretende realizar ataques em São Luis.

Segundo Léda, o grupo terrorista é coordenado pelo ator Raffael Reis. O grupo demonstrou simpatia pelo governo Flávio Dino ao deixar claro que o ataque não terá o governo comunista como alvo.

Na manhã desta segunda (1) o deputado federal Márcio Jerry (PCdoB), principal aliado do governador Flávio Dino, publicou o escudo do grupo terrorista em suas redes sociais e aumentou as suspeitas de ligação entre a facção criminosa que pretende realizar ataques em São Luís e membros do governo estadual.

Apesar da aparente relação, os membros do grupo atacaram violentamente a polícia e deram a entender que talvez o governo não consiga “segurar” a Polícia Militar. O sentimento dos manifestantes em relação aos policiais também encontra vazão na atividade do parlamentar. Meses atrás o deputado comunista participou de uma manifestação em apoio a um cartunista que costuma representar policiais como criminosos e assassinos.

Entre as vítimas dos ataques estão a escola Dom Bosco, Smart Fit, Itaú, e os restaurantes Flor de Vinagreira e Coco Bambu. O ataque ao Coco Bambu seria desencadeado pura e simplesmente pelo suposto apoio do proprietário da casa.

A declaração leva a crer que a simples identificação de eleitores de Jair Bolsonaro poderá servir como pretexto para espancamentos.

O grupo já conta com mais de 500 pessoas reunidas que conversam diariamente sobre formas de viabilizar os ataques.

Semanas atrás o delegado Odilardo Muniz Lima Filho usou todo o aparato do Departamento de Combate a Crimes Tecnológicos para impedir uma simples carreata de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Antes disso, por ordem do juiz Douglas Martins, da Vara de Interesse Difusos, autorizou uma ação que contou até com helicópteros para impedir outra carreata.

É muito provável que no caso dos black blocs que pretendem atear fogo a escolas, bancos e restaurantes, além de espancar eleitors do presidente, nenhuma dos dois irá se manifestar.

É aguardar e esperar pelo pior.