Desde a criação do ministério em 1930, será a primeira vez que um negro irá comandar as políticas de educação do Brasil

Carlos Alberto Decotelli da Silva será o 55º ministro da Educação do país. Desde a criação do ministério em 1930, está será a primeira vez que um negro assume o cargo. Todos os ocupantes do cargo, excetuando-se Esther de Figueiredo Ferraz (nomeada no governo militar), eram homens brancos.

Economista e professor brasileiro, Carlos Decotelli é graduado em ciências econômicas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), tem mestrado em Administração pela Fundação Getúlio Vargas, doutorado também em Administração pela Universidade Nacional do Rosário, Argentina, e pós-doutorado pela Bergische Universität Wuppertal.

A nomeação de Carlos Decotelli por Jair Bolsonaro deveria representar um marco na representatividade negra nas maiores esferas da educação pública do país e na luta contra o racismo. No entanto, é muito provável que o fato histórico passe despercebido.

Os charlatões do movimento negro e afins estão pouco se lixando para representatividade negra, conquista de espaços ou reconhecimento. Bolsonaro não receberá um único elogio ou gracejo pela ação.

“Isso não quer dizer nada”, “Não fez mais do que a obrigação”. Com certeza a reação dos facínoras será essa.

Durante os anos de PT, todos os ministros nomeados foram homens brancos filiados ao partido.

Porque no fundo não importa o que é feito, importa quem faz. Se fosse Lula, o maior ladrão da história do país, o autor da façanha, ela estaria sendo festejada pelos falsários seguidores de Paulo Freire.