Calouro na área e sem experiência, Carlos Lula clamou por ajuda externa em meio às críticas e aumento da pandemia no estado em suas redes sociais

Carlos Lula, secretário de saúde do governo Flávio Dino, usou as redes sociais para “jogar a toalha”. Trabalhando na área de saúde há pouco mais de três anos, sem nenhuma formação na área e mesmo assim ocupando o cargo mais estratégico do estado na luta contra a pandemia, o secretário clamou por um “comando nacional” para salvá-lo do fiasco.

Até a noite desta segunda (11) o Maranhão figurava entre os sete estados em que mais pessoas morrem pela pandemia. Além disso, o número de mortos a cada 100 mil habitantes também figura entre os maiores do país. No pedido pelo “lockdown” que foi exigido pela Justiça, o Ministério Público acusou o “caos na saúde” no estado.

Elogiado no começo da pandemia, o governo do estado começa a ter suas decisões questionadas por vários setores da sociedade. A última delas um “rodízio” censurado por toda a sociedade uma semana após o decreto do lockdown que, ao que tudo indica, pode ter acelerado a proliferação da pandemia dada a forma como foi feita.

Em meio a tudo isso o secretário de saúde fez uma publicação em sua rede social em que afirma ser a “hora de criação de um comando nacional unificado” contra a Covid-19.

Ora, como assim? Por pressão política e na tentativa de impedir o governo federal de criar este comando, o STF julgou ação que retirava do presidente o direito de direcionar as medidas contra a Covid-19. A ação foi movida pelo PDT e festejada por Flávio Dino, chefe de Carlos Lula.

Note-se: o governo federal foi impedido de sequer começar iniciar aquilo que o secretário de Flávio Dino pede aos quatro ventos no Twitter.

Pedir demissão seria menos desonroso…