Rubens Pereira Jr “se solidarizou” com vereador Marcelo Poeta após ele agredir eleitor revoltado com asfalto em véspera de eleição

O vereador Marcelo Poeta (PCdoB) protagonizou uma situação inédita na história política de São Luís. Agrediu um eleitor revoltado com uma prática DESGRAÇADA que assola a capital maranhense: o asfaltamento de ruas em véspera de eleição.

Poeta acompanhava o asfaltamento quando um morador começou a reclamar de forma agressiva da situação. Ao perceber que o vereador debochava de suas reclamações, partiu para cima e levou um soco no rosto.

A revolta do morador com uma prática tão infame quanto o asfalto em véspera de eleição é COMPLETAMENTE justificável. Agora, o deboche do vereador em relação a algo flagrantemente errado foi uma provocação indefensável.

É isso mesmo! Primeiro o vereador foi ao lugar achando que asfaltar ruas em época de eleição é alguma espécie de favor ou motivo de orgulho. Ao fazer isso, assume indiretamente que o eleitor é IMBECIL. Após receber críticas de gente que não é idiota, fez deboche. Depois disso ainda se sentiu no direito de agredir o morador.

Se tivesse bom senso, deveria ter ficado caladinho ouvindo as críticas. Aliás, seria muito pertinente se a reação daquele senhor se tornasse comum. Enxotar vereador, deputado, prefeito, governador e até mesmo presidente que inaugura obra em véspera de eleição para tapear o eleitorado.

Mas, o pior estava por vir. Em uma tentativa bisonha de defender um vereador que AGREDIU um eleitor revoltado por uma situação INQUESTIONAVELMENTE revoltante, o secretário de cidade, Rubens Jr, saiu em defesa do agressor. E, pior de tudo, culpou o presidente Jair Bolsonaro pela situação.

Por se tratar de um correligionário, no máximo o que se esperava de Rubens Jr seria o silêncio. Mas, ele saiu em defesa de um vereador que bateu em um eleitor sob a justificativa de se tratar de um bolsonarista.

Ou seja: Para Rubens Pereira Jr vale à pena AGREDIR eleitor que se revolta com cinismo de político que só aparece em véspera de eleição, desde que seja “apoiador” de Bolsonaro.

Em relação à onda de violência no país, será que o secretário referia-se à barbárie na Assembleia Legislativa de São Paulo estimulada pelo PCdoB e pelo PT? Ou para ele aquilo lá é ternura e paz?