Retomada da agenda petista deixaria país indefeso contra coronavírus e significaria colapso total da economia e da administração pública

A eleição de Jair Bolsonaro em 2018 pode ter impedido o Brasil de ser destruído pelo coronavírus em 2020. A série de medidas tomadas pela equipe econômica do atual governo, que com a mais absoluta certeza não seriam tomadas em caso de vitória do PT, podem ter impedido uma situação ainda MUITO pior do que a vivida pelo país hoje.

O governo anunciou uma injeção de cerca de R$ 150 bilhões que só foi possível graças aos ajustes realizados e resultados obtidos em 2019.

Em 2015 o Brasil registrou um déficit primário de R$ 120 bilhões. Em 2016 o número saltou para R$ 160 bilhões. Os anos seguintes, 2017 e 2018, registraram uma diferença entre receita e despesa na ordem dos R$ 120 bilhões em cada um dos anos.

Com a chegada de Bolsonaro ao governo e a aplicação das ideias econômicas de Paulo Guedes, renegadas por petistas e esquerdistas, o déficit primário consolidado foi de R$ 60 bilhões.

O resultado foi obtido por meio de uma série de medidas que deram fim ao gasto desenfreado e irresponsável de recursos públicos. Apenas o programa de desestatizações promovidas pelo governo federal gerou R$ 105,4 bi aos cofres públicos.

Para se ter uma ideia dessa medida (que não seria tomada pelo petismo caso fosse reconduzido ao poder) entre 2009 e 2018 estatais dependentes e não dependentes custaram R$ 190 bilhões aos cofres públicos. Recursos gasto com empresas públicas que, em muitas vezes, não traziam nenhum tipo de benefício ao país e serviam apenas como cabides de emprego.

A política econômica implantada pelo governo Bolsonaro possibilitou o anúncio de uma injeção de R$ 150 bilhões na economia ao longo dos meses que estão por vir. De todo esses recursos, cerca de R$ 80 bilhões irão ser usados em uma rede de proteção dos mais pobre.

Agora imaginemos que fosse retomada em 2019 a política econômica petista. Que, além da mudança nos parâmetros dos gastos públicos, também não fossem tomadas medidas como a Reforma da Previdência e Lei da Liberdade Econômica não fossem tomadas?

Muitas dessas reformas e ações serviram como armas para sustentar os recursos extras que o Brasil precisa dispor para enfrentar o coronavírus.

Os números e a história deixam claro o seguinte: hoje nós passamos por uma grave crise, é inegável. Como também é inegável que o presidente Jair Bolsonaro poderia ter mais compostura. Contudo, se fosse Fernando Haddad o leito, não seria uma crise, seria a destruição total. Seríamos, definitivamente, um país colapsado e sem nenhuma chance de reagir contra a crise.