Governador Flávio Dino (PCdoB) chega ao fundo do poço ao oferecer-se como suporte para Luciano Huck nas próximas eleições presidenciais.

Completamente esquecido nas pesquisas de intenção de voto nas próximas eleições presidenciais, restou ao governador Flávio Dino ocupar o espaço de penduricalho político para o pleito. Nos últimos dias a mídia alinhada a Flávio Dino tratou de alçá-lo ao posto de “vice” preferido entre playboys globais e petistas para a sucessão presidencial.

A notícia de que Dino poderia ser vice do apresentador Luciano Huck (talvez o mais paraquedista de todos os presidenciáveis em todos os tempos de toda a história da humanidade) reflete o desespero do comunista em manter-se nas discussões sobre as eleições de 2022.

A coluna Estado Maior, comandada pela competente jornalista Carla Lima, de O Estado do Maranhão nesta sexta (03), acertou em cheio ao caracterizar “as coincidências” que envolvem Flávio Dino e suas aparições meteóricas na mídia nacional sempre plantadas pelos mesmos agentes.

Diz a coluna:

Para os mais atentos, tanto a entrevista em Carta Capital quanto a nota em Veja.com demonstra que Dino quer se manter no cenário nacional, já que suas aparições acabaram reduzidas com a saída do ex-presidente Lula da cadeia.

Dino quer a todo custo mostrar que é uma opção no cenário nacional mesmo que seja por outro campo que não seja a esquerda.

O desespero e a sede pelo poder do comunista já o fizeram ter reunião com o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia DEM) e com aquele que um dia foi considerado, pelo próprio Flávio Dino, seu pior adversário, o ex-presidente José Sarney.

O fato é que Flávio Dino, incapaz de galgar lugares mais altos, começa a colocar-se como vice seja lá de quem for. Ou seja: um penduricalho político.