Entre as tantas barbaridades cometidas pelo regime dos aiatolás, talvez a pena de morte a quem cometer o “crime” de ser homossexual é uma das mais selvagens

Na esteira das discussões em tempos onde todos os que nunca leram porcaria nenhuma sobre geopolítica falam sobre os efeitos do ataque dos EUA contra Qassem Soleimani, o maior comandante militar do Irã e chefe da Guarda Revolucionária Islâmica. Vale ressaltar algumas coisinhas: a execução de homossexuais no Irã é amparada na lei do país sob a desculpa esfarrapada do ‘resguardo dos valores morais’.

Gays e lésbicas são punidos com a morte, pois seguem a interpretação do que foi preceituado pelo Islamismo. Recentemente o ministro das relações exteriores do país afirmou:

Nossa sociedade tem princípios morais e vive de acordo com esses princípios. Esses são princípios morais com relação ao comportamento das pessoas em geral. E por isso que a lei é mantida e você deve obedece-la.

O assassinato de homossexuais no Irã é completamente desprezada por organismos como a ONU que preferem ocupar-se com as “arminhas” de Bolsonaro ou os memes envolvendo Donaldd Trump.

E ainda há homossexual nas redes sociais lamentado a morte de Soleimani…