Ser gay no Brasil de Bolsonaro é mais seguro do que em anos anteriores. Terá o presidente falhado em fazer um governo homofóbico?

De acordo com a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) o número de assassinatos de trans e travestis caiu 24,5% em 2019 e acompanhou os números de redução da violência em todo o país. Em relação a 2017, aconteceu uma diminuição de 31%.

Os dados são divulgados anualmente no Dia Nacional da Visibilidade Trans, relatando casos de morte em relatórios de ONGs, associações e de pessoas físicas.

A diminuição de 24,5% no ano de 2019 significa que o Programa de Extermínio de LGBTs denunciado pela extrema-imprensa e pela esquerda durante a eleição de 2018 falhou.

Os esquadrões da morte criados pelo presidente, bem como os drones que sobrevoam o país em busca de travestis e os campos de concentração criados estão falhando. Até mesmo as ações de doutrinação nas escolas e expurgo dos LBGTs da sociedade também fracassaram.

Brincadeiras à parte, os números trazem uma verdade inconveniente aos inimigos da realidade. Ser LGBT no Brasil está menos perigoso do que em anos anteriores. E isso aconteceu não com uma política de segurança pública exclusiva para membros da comunidade gay, mas tratando a segurança nacional de forma democrática e valorizando TODAS as vidas ao invés de programas segmentados.

A violência caiu no país em 2019. Tivemos menos estupros, furtos e roubos a bancos. Os dados revelam que o número de homicídios foi o que apresentou a maior queda – 22% a menos que 2018.

Isto quer dizer que quase 7 mil vidas foram preservadas. Brancos, negros, homens, mulheres, gays, héteros, índios, anões, imigrantes… Vidas salvas.