Incitações explícitas à violência feitas por petistas anos atrás e registradas em vídeo, viralizaram nas últimas semanas, após radicalização de ataques contra conservadores por grandes grupos midiáticos controlados pela esquerda. “Um bom paredão”, recomendou, em um dos vídeos, o deputado Paulo Pimenta (PT), ao referir-se aos conservadores. Os vídeos podem ser vistos ao final da matéria.

Falas como a do deputado Paulo Pimenta e do ex-governador Jaques Wagner são alguns dos muitos vídeos que voltaram a ser compartilhados como demonstração do ódio esquerdista, principalmente após matéria da Globo que buscou relacionar Bolsonaro com o assassinato da vereadora Marielle Franco. Em editorial, O Globo voltou a atacar o governo, seus apoiadores, e justificou-se evocando “jornalismo profissional”, o que provocou revolta nas redes sociais.

O deputado Paulo Pimenta, valendo-se de uma citação do escritor Bertold Brech, defendeu aos conservadores “um bom paredão, uma boa espingarda, uma boa bala, uma boa cova”, disse o deputado sob aplausos em um congresso petista. Já o ex-governador Jaques Wagner, também em ato público, lamentou que o PT tenha necessitado “jogar o jogo deles”, da democracia e “não fizemos uma revolução”, como em Cuba, o que o político classificou como um dos grandes erros dos governos petistas.

Outros vídeos e falas de esquerdistas, como a senadora Gleisi Hoffmann, Lindberg Farias e Benedita da Silva, vêm sendo relembrados como evidência da postura violenta e sanguinária dos revolucionários que se mostram mais saudosos dos piores momentos do século XX.

Radicalização não é recente

Nos últimos anos, petistas e esquerdistas em geral pregaram abertamente a violência contra conservadores e cristãos, sob o silêncio dos grandes jornais do país. A partir da candidatura de Jair Bolsonaro, os ataques centraram fogo na pessoa do futuro presidente, o que culminou no atentado perpetrado por um militante do PSOL, em setembro do ano passado.

Desde o início do governo, não foram poucas as tentativas de comprometer a imagem de Bolsonaro, seus filhos e quem quer que o apoie nas redes sociais, aliando os ataques à campanha internacional para conter o avanço da liberdade opinativa na internet. A CPMI das Fake News, chamada nas redes como CPMI da Censura, já chamou o jornalista Allan dos Santos, do Terça Livre, para dar explicações.

A CPMI vem sendo alvo de críticas devido a propagação de informações falsas na própria Comissão, como é o caso emblemático do deputado Alexandre Frota, que divulgou print de postagem de perfil falso para atacar Olavo de Carvalho.