Imprensa tenta proteger ONGs que atuam na Floresta Amazônica omitindo a natureza da organização criminosa que promovia queimadas e estelionato ambiental

Uma das formas de manipulação da opinião pública mais rudimentares é o uso de terminologias de acordo com as mensagens que se pretende passar. Nesta semana foi finalmente comprovado que, pelo menos, uma ONG participou de incêndios criminosos na Amazônia na região de Alter do Chão, no município de Santarém, em setembro deste ano.

E o que faz a militância da extrema-imprensa para confundir a cabeças das pessoas? Começou a chamar os ongueiros incendiários de “brigadistas”. Não aceite essa terminologia!

A Polícia Civil cumpriu quatro mandados de prisão preventiva e sete mandados de busca e apreensão, que incluíram o recolhimento de computadores, HDs, telefones celulares, documentos, etc.

A investigação afirma que a ONG criminosa chamada Brigada de Incêndio de Alter do Chão cometia uma espécie de estelionato ambiental. O esquema dos ongueiros consistia na construção de uma imagem de defensores da floresta para, posteriormente, firmar contratos vultuosos com organizações internacionais e forjar vaquinhas virtuais para enganar desavisados.

Segundo a polícia, em apenas uma das doações a ONG criminosa arrecadou R$ 300 mil.

Ao contrário do que tenta fazer parecer a extrema-imprensa, foram mais de dois meses de investigação até serem encontrados indícios suficientes de autoria e materialidade para pedir as prisões preventivas.

Durante a coletiva que expôs uma gravação que deixa mais do que claro o esquema criminoso de queimadas na floresta para embasar o estelionato ambiental.

Íntegra da conversa

Mulher: Estou um pouco preocupada com o incêndio aí, né. Então…

Gustavo: Se você tiver um tempo, aí a gente pode conversar, estou por trás de tudo. Sou da Brigada Alter, a gente está com o Instituto Aquífero Alter, que fundou a brigada a um ano e meio atrás. E… pedindo apoio de todo mundo. A WWF está esperando uma resposta segunda-feira de um contrato de R$ 70 mil em equipamentos para a Brigada.

Mulher: Ah, que bom…

Gustavo: A vaquinha deu R$ 100 mil pra galera. Uma vaquinha nossa. Tá maravilhoso! Tá maravilhoso! A galera tá num momento pós-traumático, mas tudo bem.

Mulher: Que bom!

Gustavo: Quando vocês chegarem vai ter bastante fogo, na rota inclusive. Se preparem…o horizonte vai estar todo embaçado.

Há em curso uma tentativa de abafar o caso e de criar a figura do “brigadista” no lugar do ongueiro criminoso.